16/01/2023
Conheça Kelly Quirino, candidata ao Caref BB apoiada pelo Sindicato e pela Contra-CUT
Funcionária do Banco do Brasil há 15 anos, filha de empregada doméstica e, em 2020, eleita uma das 115 mulheres referências na luta antirracista no Brasil. Está é Kelly Quirino, que disputa o cargo para representar, nos próximos dois anos, as funcionárias e os funcionários no Conselho de Administração (CA) do BB, o Caref. Kelly conta com o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região e da grande maioria dos sindicatos de bancários e entidades de representação do funcionalismo.
“É importante elegermos para o Caref alguém que tenha o apoio das entidades sindicais para ampliarmos o fortalecimento do Banco do Brasil, umas das instituições públicas mais importantes do país. E o Caref é essencial para isso, pois é no Conselho de Administração que se tomam decisões sobre a atuação do banco e que impactam diretamente no dia-a-dia dos bancários e bancárias. Por isso, pedimos a participação massiva dos trabalhadores na votação”, destacou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
Ao ser perguntada qual seu objetivo como Caref, apesar de o cargo, pela legislação, ser impedido de votar em pautas que envolvam questões funcionais no CA, Kelly responde: “Ainda que em assuntos diretos eu não possa votar, eu posso levar as demandas dos colegas e propor saídas. Por isso meu objetivo é realizar um mandato participativo e, para isso, disponibilizar um canal direto entre Caref e os funcionários, de preferência com inclusão na intranet corporativa”, explica. “E, junto com as entidades sindicais, que podem fazer cobranças dos trabalhadores nas mesas de negociação, colaborar nos debates para a criação de novos postos e agências e, consequentemente, ajudar na ascensão profissional dos que já entraram em concurso anteriores”, destaca.
Gestão de pessoas
A candidata defende a necessidade de se repensar o plano de ascensão de carreira dentro do BB. “A falta de funcionários que passamos a enfrentar nos últimos sete anos, com a redução de postos de trabalho e fechamento de agências, nos levou a cenários como o de gerentes sobrecarregados por liderar vários assistentes e escriturários. Isso tem que ser revisto com a abertura de concursos públicos e dando condições para que os colegas, que assim quiserem, possam ascender na carreira”.
Kelly também pondera que o momento exige que o banco priorize uma gestão inovadora, alinhada às mudanças tecnológicas e que priorize o bem-estar. “Sofremos muito com poucos funcionários para dar conta de metas, que foram se tornando abusivas, assédio moral, que levou colegas a sérios problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. Pessoas doentes não têm condições de exercer um bom trabalho. Pensar o bem-estar do funcionário inclui ambiente de trabalho saudável, apoio psicológico e, quando possível, opção pelo home office”, avalia.
Mudança de vidas
Kelly explica que defender um BB forte, tanto para o país quanto para seus trabalhadores, muda a trajetória de pessoas e suas famílias. “Trabalhar em uma empresa como o Banco do Brasil, com todos os direitos garantidos, que são conquistas históricas da nossa categoria, garante mudar a vida de uma pessoa como eu, que sou filha de uma empregada doméstica. Então, entrar no BB impacta positivamente a vida do funcionário e de sua família, especialmente quando vem de uma situação de vulnerabilidade social”, reflete.
Equilíbrio
Ao ser questionada sobre qual deve ser o papel do Banco do Brasil, se a busca incessante por maior resultado financeiro ou como apoio às políticas de desenvolvimento econômico-social do país, Kelly responde sem titubear: “É possível um equilíbrio. Não podemos ser ingênuos. Estamos no capitalismo e um banco dentro do capitalismo é um intermediador financeiro que busca o lucro. Mas, ao mesmo tempo, como banco público, o BB pode fazer intermediação financeira que visa, também, o desenvolvimento do nosso país, que tem mais de 200 milhões de pessoas, é a oitava economia de mundo e que, nos últimos anos, vem passando por um processo de desindustrialização que é muito ruim”, avaliou. “Então, defendo um banco público que atue na oferta de crédito, com impacto positivo nas cadeias produtivas, que ajude no desenvolvimento das cidades do interior, em saneamento básico, energia elétrica, que ajude o empresário, da grande empresa e da pequena empresa, o grande e o pequeno agricultor, que invista também em tecnologia”, conclui.
Votação
O primeiro turno da votação ocorrerá de 20 a 26 de janeiro, e todos os funcionários da ativa podem participar, via SISBB.
Para votar na Kelly Quirino, o funcionário deve digitar a sequência: F6073227. A candidata também criou um hotsite, no qual os interessados podem conhecer suas propostas: kellyquirinocarefbb.com.br.
“É importante elegermos para o Caref alguém que tenha o apoio das entidades sindicais para ampliarmos o fortalecimento do Banco do Brasil, umas das instituições públicas mais importantes do país. E o Caref é essencial para isso, pois é no Conselho de Administração que se tomam decisões sobre a atuação do banco e que impactam diretamente no dia-a-dia dos bancários e bancárias. Por isso, pedimos a participação massiva dos trabalhadores na votação”, destacou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
Ao ser perguntada qual seu objetivo como Caref, apesar de o cargo, pela legislação, ser impedido de votar em pautas que envolvam questões funcionais no CA, Kelly responde: “Ainda que em assuntos diretos eu não possa votar, eu posso levar as demandas dos colegas e propor saídas. Por isso meu objetivo é realizar um mandato participativo e, para isso, disponibilizar um canal direto entre Caref e os funcionários, de preferência com inclusão na intranet corporativa”, explica. “E, junto com as entidades sindicais, que podem fazer cobranças dos trabalhadores nas mesas de negociação, colaborar nos debates para a criação de novos postos e agências e, consequentemente, ajudar na ascensão profissional dos que já entraram em concurso anteriores”, destaca.
Gestão de pessoas
A candidata defende a necessidade de se repensar o plano de ascensão de carreira dentro do BB. “A falta de funcionários que passamos a enfrentar nos últimos sete anos, com a redução de postos de trabalho e fechamento de agências, nos levou a cenários como o de gerentes sobrecarregados por liderar vários assistentes e escriturários. Isso tem que ser revisto com a abertura de concursos públicos e dando condições para que os colegas, que assim quiserem, possam ascender na carreira”.
Kelly também pondera que o momento exige que o banco priorize uma gestão inovadora, alinhada às mudanças tecnológicas e que priorize o bem-estar. “Sofremos muito com poucos funcionários para dar conta de metas, que foram se tornando abusivas, assédio moral, que levou colegas a sérios problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. Pessoas doentes não têm condições de exercer um bom trabalho. Pensar o bem-estar do funcionário inclui ambiente de trabalho saudável, apoio psicológico e, quando possível, opção pelo home office”, avalia.
Mudança de vidas
Kelly explica que defender um BB forte, tanto para o país quanto para seus trabalhadores, muda a trajetória de pessoas e suas famílias. “Trabalhar em uma empresa como o Banco do Brasil, com todos os direitos garantidos, que são conquistas históricas da nossa categoria, garante mudar a vida de uma pessoa como eu, que sou filha de uma empregada doméstica. Então, entrar no BB impacta positivamente a vida do funcionário e de sua família, especialmente quando vem de uma situação de vulnerabilidade social”, reflete.
Equilíbrio
Ao ser questionada sobre qual deve ser o papel do Banco do Brasil, se a busca incessante por maior resultado financeiro ou como apoio às políticas de desenvolvimento econômico-social do país, Kelly responde sem titubear: “É possível um equilíbrio. Não podemos ser ingênuos. Estamos no capitalismo e um banco dentro do capitalismo é um intermediador financeiro que busca o lucro. Mas, ao mesmo tempo, como banco público, o BB pode fazer intermediação financeira que visa, também, o desenvolvimento do nosso país, que tem mais de 200 milhões de pessoas, é a oitava economia de mundo e que, nos últimos anos, vem passando por um processo de desindustrialização que é muito ruim”, avaliou. “Então, defendo um banco público que atue na oferta de crédito, com impacto positivo nas cadeias produtivas, que ajude no desenvolvimento das cidades do interior, em saneamento básico, energia elétrica, que ajude o empresário, da grande empresa e da pequena empresa, o grande e o pequeno agricultor, que invista também em tecnologia”, conclui.
Votação
O primeiro turno da votação ocorrerá de 20 a 26 de janeiro, e todos os funcionários da ativa podem participar, via SISBB.
Para votar na Kelly Quirino, o funcionário deve digitar a sequência: F6073227. A candidata também criou um hotsite, no qual os interessados podem conhecer suas propostas: kellyquirinocarefbb.com.br.
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