27/12/2022
Relatório da transição mostra que governo Bolsonaro desmontou o estado brasileiro
O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSD-SP), disse na última quinta-feira (22) que, com a má gestão do governo de Jair Bolsonaro (PL), o país andou “para trás” e que o presidente eleito e já diplomado, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá receber, no dia 1º de janeiro, “um Estado muito mais difícil e triste do que anteriormente”.
“Fizeram um desmonte do estado brasileiro”, disse Alckmin durante apresentação e entrega do relatório final do Gabinete de Transição a Lula, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília.
“A má condução da saúde fez com que o Brasil tendo 2,7% da população mundial tivesse quase 11% das mortes por Covid, nessa pandemia mundial. Fico feliz, como médico, de ver que na PEC Social, a PEC da vida, os recursos mais expressivos estão na área de saúde", disse Alckmin sobre a PEC da Transição.
O vice-presidente eleito e coordenador-geral do GT, escolhido por Lula para comandar o Ministério do Desenvolvimento, citou os principais retrocessos do governo Bolsonaro, constatados pelos mais de 30 grupos formados para fazer o diagnóstico do caos, o legado trágico que Bolsonaro vai deixar em áreas como Saúde, Educação, Habitação e Meio Ambiente.
"Aprendizagem diminuiu, a evasão escolar aumentou. Os recursos para essenciais, como merenda escolar, ficaram congelados em R$ 0,36, e tivemos quase um colapso dos institutos e das universidades", disse Alckmin, acrescentando que houve "enormes retrocessos".
Na Saúde, Alckmin disse que há um grande desafio pela frente e destacou em sua fala a queda na vacinação e o alto índice de mortes por Covid-19. Segundo ele, "50% não tomaram dose de reforço de poliomielite. Poliomielite mata e deixa sequela”.
Na habitação, o governo Bolsonaro zerou a faixa 1 de acesso a programas de habitacionais, a parte mais importante do ponto de vista social, pois engloba as pessoas que ganham até R$ 1,8 mil, disse Alckmin.
Sobre o meio ambiente, ele disse houve aumento de 59% do desmatamento na Amazônia, entre 2019 e 2022.
Alckmin disse ainda que o governo de transição fez diversos pedidos de informação por meio da Lei de Acesso à Informação, mas que 26% dos pedidos foram negados.
“Houve um desmonte do estado brasileiro. Mais de 14 mil obras paradas. Isso não é austeridade. É ineficiência de gestão. Uma tarefa hercúlea vem pela frente”, explicou Geraldo Alckmin.
> Confira aqui a íntegra do relatório de transição
“Fizeram um desmonte do estado brasileiro”, disse Alckmin durante apresentação e entrega do relatório final do Gabinete de Transição a Lula, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília.
“A má condução da saúde fez com que o Brasil tendo 2,7% da população mundial tivesse quase 11% das mortes por Covid, nessa pandemia mundial. Fico feliz, como médico, de ver que na PEC Social, a PEC da vida, os recursos mais expressivos estão na área de saúde", disse Alckmin sobre a PEC da Transição.
O vice-presidente eleito e coordenador-geral do GT, escolhido por Lula para comandar o Ministério do Desenvolvimento, citou os principais retrocessos do governo Bolsonaro, constatados pelos mais de 30 grupos formados para fazer o diagnóstico do caos, o legado trágico que Bolsonaro vai deixar em áreas como Saúde, Educação, Habitação e Meio Ambiente.
"Aprendizagem diminuiu, a evasão escolar aumentou. Os recursos para essenciais, como merenda escolar, ficaram congelados em R$ 0,36, e tivemos quase um colapso dos institutos e das universidades", disse Alckmin, acrescentando que houve "enormes retrocessos".
Na Saúde, Alckmin disse que há um grande desafio pela frente e destacou em sua fala a queda na vacinação e o alto índice de mortes por Covid-19. Segundo ele, "50% não tomaram dose de reforço de poliomielite. Poliomielite mata e deixa sequela”.
Na habitação, o governo Bolsonaro zerou a faixa 1 de acesso a programas de habitacionais, a parte mais importante do ponto de vista social, pois engloba as pessoas que ganham até R$ 1,8 mil, disse Alckmin.
Sobre o meio ambiente, ele disse houve aumento de 59% do desmatamento na Amazônia, entre 2019 e 2022.
Alckmin disse ainda que o governo de transição fez diversos pedidos de informação por meio da Lei de Acesso à Informação, mas que 26% dos pedidos foram negados.
“Houve um desmonte do estado brasileiro. Mais de 14 mil obras paradas. Isso não é austeridade. É ineficiência de gestão. Uma tarefa hercúlea vem pela frente”, explicou Geraldo Alckmin.
> Confira aqui a íntegra do relatório de transição
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