09/11/2022
“Banco do Brasil precisa cumprir papel de banco público”
O resultado da eleição que reconduz Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto, após 12 anos, mostra que a população brasileira escolheu um projeto de governo que valoriza o papel do Estado como redutor das desigualdades sociais e regionais. E, neste processo, o Banco do Brasil, assim como os demais bancos públicos, tem papel fundamental. A avaliação é do coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), João Fukunaga.
“Nós próximos quatro anos, o Estado deve retomar sua missão no combate à fome e a pobreza, como investidor em serviços públicos de qualidade para recuperar entidades públicas que perderam sua força devido às crises econômica e de governo, como o Sistema Único de Saúde (SUS), previdência social, saneamento e meio ambiente”, destacou Fukunaga, completando que, neste cenário, “os bancos públicos precisam, mais do que nunca, atuar decisivamente para reduzir o spread bancário e baixar as taxas de juros extorsivas que sugam recursos da atividade produtiva para garantir o pagamento de dividendos aos acionistas”.
O coordenador da CEBB lembrou que no período dos governos Temer e Bolsonaro, portanto desde 2016, os bancos públicos foram enfraquecidos. O BB, em especial, fechou mais de 1.500 agências e cortou cerca de 10 mil empregos. “O banco reduziu suas operações de crédito e, nos últimos anos, vem cobrando tarifas e juros tão ou mais altos que os dos bancos privados. Além disso, reduziu sua participação no mercado, de maneira deliberada, abrindo espaço para a concorrência”, continuou.
Fukunaga observou que, na gestão do atual presidente do BB, Fausto Ribeiro, foi acelerado o processo que levou a empresa a atuar, cada vez mais, como qualquer banco privado, com impactos não apenas na maneira como oferta serviços à população, mas também como trata os funcionários, “submetidos a metas abusivas e ao assédio moral”.
O coordenador a CEBB frisou que o Estado é o controlador do BB, portanto é um banco da população. Questão que precisa ser relembrada para que a empresa recupere, inclusive, seu papel histórico de banco da agricultura e resgate sua capilaridade e presença em todas as regiões e municípios.
“A atual gestão abandona qualquer resquício de função pública e social do Banco do Brasil, resumindo sua missão a ‘cuidar do que é valioso para a pessoa’, frase sem significado que reduz a nada o papel de uma empresa bicentenária, cujo crédito foi fundamental para levar o Brasil a ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo”, ressaltou o porta-voz dos funcionários do banco, arrematando que “a atual gestão”, portanto, “não está à altura do desafio que o BB terá no novo governo, que deve voltar a ser um grande banco a serviço da população brasileira e que valoriza parcerias com quem acredita no papel relevante que o país deve exercer na economia mundial”.
“Nós próximos quatro anos, o Estado deve retomar sua missão no combate à fome e a pobreza, como investidor em serviços públicos de qualidade para recuperar entidades públicas que perderam sua força devido às crises econômica e de governo, como o Sistema Único de Saúde (SUS), previdência social, saneamento e meio ambiente”, destacou Fukunaga, completando que, neste cenário, “os bancos públicos precisam, mais do que nunca, atuar decisivamente para reduzir o spread bancário e baixar as taxas de juros extorsivas que sugam recursos da atividade produtiva para garantir o pagamento de dividendos aos acionistas”.
O coordenador da CEBB lembrou que no período dos governos Temer e Bolsonaro, portanto desde 2016, os bancos públicos foram enfraquecidos. O BB, em especial, fechou mais de 1.500 agências e cortou cerca de 10 mil empregos. “O banco reduziu suas operações de crédito e, nos últimos anos, vem cobrando tarifas e juros tão ou mais altos que os dos bancos privados. Além disso, reduziu sua participação no mercado, de maneira deliberada, abrindo espaço para a concorrência”, continuou.
Fukunaga observou que, na gestão do atual presidente do BB, Fausto Ribeiro, foi acelerado o processo que levou a empresa a atuar, cada vez mais, como qualquer banco privado, com impactos não apenas na maneira como oferta serviços à população, mas também como trata os funcionários, “submetidos a metas abusivas e ao assédio moral”.
O coordenador a CEBB frisou que o Estado é o controlador do BB, portanto é um banco da população. Questão que precisa ser relembrada para que a empresa recupere, inclusive, seu papel histórico de banco da agricultura e resgate sua capilaridade e presença em todas as regiões e municípios.
“A atual gestão abandona qualquer resquício de função pública e social do Banco do Brasil, resumindo sua missão a ‘cuidar do que é valioso para a pessoa’, frase sem significado que reduz a nada o papel de uma empresa bicentenária, cujo crédito foi fundamental para levar o Brasil a ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo”, ressaltou o porta-voz dos funcionários do banco, arrematando que “a atual gestão”, portanto, “não está à altura do desafio que o BB terá no novo governo, que deve voltar a ser um grande banco a serviço da população brasileira e que valoriza parcerias com quem acredita no papel relevante que o país deve exercer na economia mundial”.
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