18/08/2022
Financiários reiniciam negociações da Campanha Nacional 2022
Os representantes dos financiários, formados por membro do coletivo da Confederação Nacional do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), federações e sindicatos, se reuniram com a Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi), na tarde de quarta-feira (17). A pauta de reivindicações dos trabalhadores da Campanha Nacional 2022 foi entregue à Fenacrefi no dia 15 de junho.
A reivindicação mais urgente dos trabalhadores foi a definição de um calendário de negociações. A Fenacrefi se comprometeu a verificar datas com as empresas e enviar sugestões nos próximos dias. A próxima reunião ficou pré-marcada para quinta-feira (25). Os representantes dos financiários também reivindicaram transparência nos dados das empresas, quantas são e qual o número de funcionários. “Precisamos saber quais são as empresas, quem representamos, por quem negociamos, pois sabemos que muita gente segue nossos acordos, mas não senta na mesa para negociar conosco. Queremos ser mais justos com a nossa representação”, afirmou o coordenador do Coletivo dos Financiários da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Jair Alves.
A representação das financeiras também se comprometeu a trazer as propostas econômicas de reajustes salariais e nos vales e o valor de Participação nos Lucros e Resultados no próximo encontro. “Lamentamos que a mesa de negociação não tenha trazido avanços, com os representantes patronais apresentando sua minuta, limitando direitos dos financiários”, disse o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr.
Na minuta de reivindicações patronais destaca-se alterações na PLR e nos auxílios creche e baba. “”Nós não podemos aceitar mudanças que reduzam ou limitem nossos direitos, iremos resistir a esses ataques e lutar para defender os direitos da categoria. É importante que os financiários se mobilizem. Bora ganhar esse jogo!”, convocou Tabatinga.
A reivindicação mais urgente dos trabalhadores foi a definição de um calendário de negociações. A Fenacrefi se comprometeu a verificar datas com as empresas e enviar sugestões nos próximos dias. A próxima reunião ficou pré-marcada para quinta-feira (25). Os representantes dos financiários também reivindicaram transparência nos dados das empresas, quantas são e qual o número de funcionários. “Precisamos saber quais são as empresas, quem representamos, por quem negociamos, pois sabemos que muita gente segue nossos acordos, mas não senta na mesa para negociar conosco. Queremos ser mais justos com a nossa representação”, afirmou o coordenador do Coletivo dos Financiários da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Jair Alves.
A representação das financeiras também se comprometeu a trazer as propostas econômicas de reajustes salariais e nos vales e o valor de Participação nos Lucros e Resultados no próximo encontro. “Lamentamos que a mesa de negociação não tenha trazido avanços, com os representantes patronais apresentando sua minuta, limitando direitos dos financiários”, disse o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr.
Na minuta de reivindicações patronais destaca-se alterações na PLR e nos auxílios creche e baba. “”Nós não podemos aceitar mudanças que reduzam ou limitem nossos direitos, iremos resistir a esses ataques e lutar para defender os direitos da categoria. É importante que os financiários se mobilizem. Bora ganhar esse jogo!”, convocou Tabatinga.
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