28/07/2022
Campanha Nacional: Funcionários do BB entregam pauta de reinvindicações à Cassi
A Comissão Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) entregou na quarta-feira (27) a pauta específica de reivindicações à direção da Cassi, como parte das negociações da Campanha Nacional 2022. O documento foi elaborado coletivamente e aprovado durante o 33º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado em junho.
Também na quarta-feira, a CEBB e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviaram ao presidente da Caixa de Assistência dos Funcionários, Clovis de Castro Júnior, um ofício pedindo transparência e o retorno da publicação mensal dos resultados por planos da entidade.
“Vimos relatar que no acompanhamento das publicações da Cassi constatamos que, até o mês de dezembro de 2021, eram publicados os resultados mensais, por plano, no Visão Cassi, em ambiente ‘logado’ do site, no qual constavam os demonstrativos consolidados dos Planos Associados, Cassi Família e Essencial, como também os respectivos balancetes”, diz o ofício assinado pelo coordenador da CEBB, João Fukunaga, e pela presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira. “Já no corrente ano somente um banner foi publicado, no qual se apresenta o resultado do 1º trimestre, sem detalhamentos dos resultados segmentados de cada plano”, continua o texto.
Recente matéria publicada no site do Sindicato mostra que o Plano Associados da Cassi acumula, no primeiro quadrimestre de 2022, déficits operacional e líquido de R$ 118 milhões e R$ 567 mil, respectivamente, com projeção para o ano de R$ 250 milhões negativos, o que levará ao consumo de reservas da Cassi.
“Nós estamos cobrando do BB e da Cassi um posicionamento sobre esses números. Eles mostram, portanto, que, em anos anteriores, a Cassi só estava conseguindo cobrir as despesas administrativas do Plano Associados com o auxílio das receitas dos rendimentos das reservas e, em especial, pela taxa de administração paga pelo BB, que acabou em dezembro de 2021, decorrente da reforma do Estatuto em 2019. Ou seja, se já era previsto que essa entrada era temporária, por que a gestão da entidade não se preparou para evitar esse desequilíbrio? Esse é o nosso questionamento”, disse Fukunaga.
PAF e PCMSO
Os representantes dos trabalhadores reivindicam também a ampliação da lista de medicamentos do Programa de Assistência Farmacêutica (PAF) e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).
Nova regra da ANS
Os trabalhadores do BB também solicitam à entidade um posicionamento sobre nova regra da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que passa a valer a partir de 1º de agosto, determinando que os planos não poderão mais limitar o número de consultas e sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.
“A categoria bancária está entre as mais afetadas por doenças do trabalho, fenômeno intimamente relacionado às pressões por metas, acúmulos de funções e a sobrecarga comuns à atual rotina do bancário. Por isso, o fim da limitação do número de consultas relacionadas à saúde psicológica e aos tratamentos por lesões por esforço repetitivo e distúrbios osteomusculares (LER/DORT) sempre foi uma reivindicação nossa”, destacou Fukunaga.
Também na quarta-feira, a CEBB e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviaram ao presidente da Caixa de Assistência dos Funcionários, Clovis de Castro Júnior, um ofício pedindo transparência e o retorno da publicação mensal dos resultados por planos da entidade.
“Vimos relatar que no acompanhamento das publicações da Cassi constatamos que, até o mês de dezembro de 2021, eram publicados os resultados mensais, por plano, no Visão Cassi, em ambiente ‘logado’ do site, no qual constavam os demonstrativos consolidados dos Planos Associados, Cassi Família e Essencial, como também os respectivos balancetes”, diz o ofício assinado pelo coordenador da CEBB, João Fukunaga, e pela presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira. “Já no corrente ano somente um banner foi publicado, no qual se apresenta o resultado do 1º trimestre, sem detalhamentos dos resultados segmentados de cada plano”, continua o texto.
Recente matéria publicada no site do Sindicato mostra que o Plano Associados da Cassi acumula, no primeiro quadrimestre de 2022, déficits operacional e líquido de R$ 118 milhões e R$ 567 mil, respectivamente, com projeção para o ano de R$ 250 milhões negativos, o que levará ao consumo de reservas da Cassi.
“Nós estamos cobrando do BB e da Cassi um posicionamento sobre esses números. Eles mostram, portanto, que, em anos anteriores, a Cassi só estava conseguindo cobrir as despesas administrativas do Plano Associados com o auxílio das receitas dos rendimentos das reservas e, em especial, pela taxa de administração paga pelo BB, que acabou em dezembro de 2021, decorrente da reforma do Estatuto em 2019. Ou seja, se já era previsto que essa entrada era temporária, por que a gestão da entidade não se preparou para evitar esse desequilíbrio? Esse é o nosso questionamento”, disse Fukunaga.
PAF e PCMSO
Os representantes dos trabalhadores reivindicam também a ampliação da lista de medicamentos do Programa de Assistência Farmacêutica (PAF) e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).
Nova regra da ANS
Os trabalhadores do BB também solicitam à entidade um posicionamento sobre nova regra da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que passa a valer a partir de 1º de agosto, determinando que os planos não poderão mais limitar o número de consultas e sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.
“A categoria bancária está entre as mais afetadas por doenças do trabalho, fenômeno intimamente relacionado às pressões por metas, acúmulos de funções e a sobrecarga comuns à atual rotina do bancário. Por isso, o fim da limitação do número de consultas relacionadas à saúde psicológica e aos tratamentos por lesões por esforço repetitivo e distúrbios osteomusculares (LER/DORT) sempre foi uma reivindicação nossa”, destacou Fukunaga.
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