27/07/2022
Dia Nacional de Prevenção aos Acidentes de Trabalho: Sindicato reforça luta em defesa da saúde e segurança da categoria
Nesta quarta-feira (27) é celebrado o Dia Nacional de Prevenção aos Acidentes de Trabalho. No entanto, a data não é lembrada com comemorações, já que os últimos números divulgados revelam crescimento no país de 30% em óbitos e acidentes de trabalho em 2021 na comparação com o ano anterior.
“A data é símbolo da luta por melhorias nas condições de saúde e segurança no ambiente de trabalho. Na categoria bancária não é diferente. E essa é nossa batalha durante todo o ano, intensificada agora, durante a Campanha Nacional. A lógica de trabalho dos bancos, que coloca o lucro acima da vida do trabalhador, tem desconsiderado os limites físicos e psíquicos e se transformado em pesadelo para a categoria, que adoece vítima do assédio moral pelo cumprimento de metas abusivas, jornadas extenuantes, sobrecarga de trabalho”, ressalta o secretário geral do Sindicato, Júlio Trigo.
O Brasil é o primeiro país a ter serviço obrigatório de segurança e medicina do trabalho em empresas com mais de 100 funcionários, desde 27 de julho de 1972, quando a formação técnica em Segurança e Medicina do Trabalho foi regulamentada, atualizando o artigo 164 da CLT.
A pressão por metas inatingíveis na categoria bancária provoca, além de doenças psicológicas, doenças físicas como as LER/Dorts. O mal compromete seriamente - muitas vezes de forma irreversível - tendões, articulações e músculos.
É cada vez mais frequente bancários jovens, com cerca de 30 anos de idade, solicitarem afastamento por motivos de doenças ocupacionais. O modelo organizacional praticado pelos bancos faz mais e mais vítimas a cada dia e trata os funcionários como descartáveis. Essa situação precisa mudar, com a discussão dessas metas no local de trabalho, entre gestores e funcionários, levando-se em conta a localização da agência, perfil dos clientes, etc.
O efeito da falta de responsabilidade das instituições financeiras na venda de produtos e serviços bancários também agrava os problemas de saúde na categoria.
Adoecimento bancário onera toda a sociedade
As despesas do INSS com afastamentos no setor bancário no Brasil, de 2012 a 2017, somaram 776,8 milhões, 5,73% do total, segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança no Trabalho.
Por isso, é preciso fortalecer as leis e normas regulamentadoras e todos os sistemas que protegem os trabalhadores.
Governo Bolsonaro enfraqueceu Normas Regulamentadoras do Trabalho
Porém, o governo Bolsonaro foi na direção contrária, ao rever uma série de normas regulamentadoras que resultaram na simplificação da fiscalização e na diminuição da segurança no trabalho, segundo especialistas.
Sindicato mobilizado na defesa da saúde dos bancários
Durante a Conferência Nacional dos Bancários a saúde da categoria não deixou de ser discutida. Afinal, o tema foi apontado pelos trabalhadores como uma das prioridades para serem debatidas com os banqueiros nas negociações, que já começaram.
“O Sindicato tem buscado incansavelmente a implantação de medidas para preservar a saúde e a segurança dos bancários em seus locais de trabalho. Essa luta é cotidiana e ultrapassa fronteiras entre patrão e empregado. Ela passa, também, pelo fortalecimento de políticas públicas de Estado, pela defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), pela implementação das convenções da Organização Internacional do trabalho (OIT) e, principalmente, pela garantia dos princípios da Seguridade Social. Muito mais do que remuneração, precisamos ter nossa saúde preservada, nosso direito a um trabalho digno e decente”, destaca o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
Orientação do Sindicato
O movimento sindical luta para que os bancos garantam condições dignas de trabalho, sem assédio moral e sem metas abusivas. No entanto, individualmente, é importante que cada bancário e bancária que necessita de ajuda cuide de sua saúde já que ela é bem maior.
O Sindicato disponibiliza aos trabalhadores a emissão de CAT, a comunicação de acidente de trabalho, que ajuda o bancário a ter o direito reconhecido junto ao INSS, para poder fazer seu tratamento e uma estabilidade para cuidar de sua saúde, uma vez que os bancos se negam a fazer a comunicação para o funcionário não ter nenhum desses direitos.
Procure o Sindicato
> Está com um problema no seu local de trabalho ou seu banco não está cumprindo o acordado? CLIQUE AQUI e denuncie. O sigilo é absoluto.
> Você pode entrar em contato diretamente com um de nossos diretores através de seus contatos pessoais. Confira: Roberto Vicentim - (17) 99135-3215, Júlio Trigo - (17) 99191-6750, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony) - (17) 99141-0844, Ricardo Jorge Nassar Júnior - (17) 99137-9897, Sérgio L. De Castro Ribeiro (Chimbica) - (17) 99707-1017, Luiz Eduardo Campolungo - (17) 99136-7822 e Luiz César de Freitas (Alemão) - (11) 99145-5186
> Redes Sociais: nossos canais no Facebook e Instagram estão abertos, compartilhando informações do Sindicato e de interesse da sociedade sobre a pandemia.
> Quer receber notícias sobre o seu banco? Cadastre-se em nossa linha de transmissão no WhatsApp. Adicione o número (17) 99259-1987 nos seus contatos e envia uma mensagem informando seu nome, banco e cidade em que trabalha.
“A data é símbolo da luta por melhorias nas condições de saúde e segurança no ambiente de trabalho. Na categoria bancária não é diferente. E essa é nossa batalha durante todo o ano, intensificada agora, durante a Campanha Nacional. A lógica de trabalho dos bancos, que coloca o lucro acima da vida do trabalhador, tem desconsiderado os limites físicos e psíquicos e se transformado em pesadelo para a categoria, que adoece vítima do assédio moral pelo cumprimento de metas abusivas, jornadas extenuantes, sobrecarga de trabalho”, ressalta o secretário geral do Sindicato, Júlio Trigo.
O Brasil é o primeiro país a ter serviço obrigatório de segurança e medicina do trabalho em empresas com mais de 100 funcionários, desde 27 de julho de 1972, quando a formação técnica em Segurança e Medicina do Trabalho foi regulamentada, atualizando o artigo 164 da CLT.
A pressão por metas inatingíveis na categoria bancária provoca, além de doenças psicológicas, doenças físicas como as LER/Dorts. O mal compromete seriamente - muitas vezes de forma irreversível - tendões, articulações e músculos.
É cada vez mais frequente bancários jovens, com cerca de 30 anos de idade, solicitarem afastamento por motivos de doenças ocupacionais. O modelo organizacional praticado pelos bancos faz mais e mais vítimas a cada dia e trata os funcionários como descartáveis. Essa situação precisa mudar, com a discussão dessas metas no local de trabalho, entre gestores e funcionários, levando-se em conta a localização da agência, perfil dos clientes, etc.
O efeito da falta de responsabilidade das instituições financeiras na venda de produtos e serviços bancários também agrava os problemas de saúde na categoria.
Adoecimento bancário onera toda a sociedade
As despesas do INSS com afastamentos no setor bancário no Brasil, de 2012 a 2017, somaram 776,8 milhões, 5,73% do total, segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança no Trabalho.
Por isso, é preciso fortalecer as leis e normas regulamentadoras e todos os sistemas que protegem os trabalhadores.
Governo Bolsonaro enfraqueceu Normas Regulamentadoras do Trabalho
Porém, o governo Bolsonaro foi na direção contrária, ao rever uma série de normas regulamentadoras que resultaram na simplificação da fiscalização e na diminuição da segurança no trabalho, segundo especialistas.
Sindicato mobilizado na defesa da saúde dos bancários
Durante a Conferência Nacional dos Bancários a saúde da categoria não deixou de ser discutida. Afinal, o tema foi apontado pelos trabalhadores como uma das prioridades para serem debatidas com os banqueiros nas negociações, que já começaram.
“O Sindicato tem buscado incansavelmente a implantação de medidas para preservar a saúde e a segurança dos bancários em seus locais de trabalho. Essa luta é cotidiana e ultrapassa fronteiras entre patrão e empregado. Ela passa, também, pelo fortalecimento de políticas públicas de Estado, pela defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), pela implementação das convenções da Organização Internacional do trabalho (OIT) e, principalmente, pela garantia dos princípios da Seguridade Social. Muito mais do que remuneração, precisamos ter nossa saúde preservada, nosso direito a um trabalho digno e decente”, destaca o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
Orientação do Sindicato
O movimento sindical luta para que os bancos garantam condições dignas de trabalho, sem assédio moral e sem metas abusivas. No entanto, individualmente, é importante que cada bancário e bancária que necessita de ajuda cuide de sua saúde já que ela é bem maior.
O Sindicato disponibiliza aos trabalhadores a emissão de CAT, a comunicação de acidente de trabalho, que ajuda o bancário a ter o direito reconhecido junto ao INSS, para poder fazer seu tratamento e uma estabilidade para cuidar de sua saúde, uma vez que os bancos se negam a fazer a comunicação para o funcionário não ter nenhum desses direitos.
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