25/05/2020
Empregado: não assine a declaração afirmando que não faz parte do grupo de risco

(Foto: Agência Brasil)
Não bastasse mudar os protocolos de saúde e segurança para seus empregados, colocando a integridade de trabalhadores em risco, alguns gerentes da Caixa têm pressionado para que eles declarem que não fazem parte do grupo de risco. A medida coloca ainda mais em risco empregados que podem estar nestes grupos mas que, por conta da pressão, retomem o trabalho presencial.
Segundo a determinação do banco, os trabalhadores podem assinar uma declaração afirmando que não fazem parte do grupo de risco para o covid-19, mesmo que façam parte. Em meio à pandemia de coronavírus, esta nova medida estaria sendo usada por alguns gestores para forçar trabalhadores a retornarem ao trabalho.
Para o dirigente sindical e coordenador da Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Dionísio Reis, a medida confunde os trabalhadores e coloca sua saúde e a dos clientes em risco.
“É escabroso abrandar as regras de isolamento social e de quarentena para os empregados da Caixa e ainda mais pressionar alguns deles a voltarem ao trabalho mesmo correndo riscos. A recomendação é que não assinem a declaração e não coloquem a si mesmos e a outros em risco”, orienta Dionísio.
Ele ainda diz que, em algumas unidades, gestores tem perguntado para os funcionários quem teve contato direto com pacientes ou casos suspeitos de coronavírus para que eles se afastem do trabalho quando. A recomendação seria afastar todo os funcionários, visto que a doença é altamente transmissível, especialmente em um ambiente fechado como agências, com ar-condicionado e sem janelas.
O Sindicato cobrou a Caixa sobre a denúncia de pressão para que os bancários assinem a declaração mas, segundo o banco, esta não é uma orientação da empresa. Caso você ou algum colega tenha sido pressionado, entre em contato com o Sindicato para que a entidade possa tomar medidas.
> Está com um problema no seu local de trabalho ou seu banco não está cumprindo o acordado? CLIQUE AQUI e denuncie. O sigilo é absoluto.
> Você pode entrar em contato diretamente com um de nossos diretores através de seus contatos pessoais. Confira: Roberto Vicentim - (17) 99135-3215, Júlio Trigo - (17) 99191-6750, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony) - (17) 99141-0844, Sérgio L. De Castro Ribeiro (Chimbica) - (17) 99707-1017, Luiz Eduardo Campolungo - (17) 99136-7822 e Luiz César de Freitas (Alemão) - (11) 99145-5186
> Redes Sociais: nossos canais no Facebook e Instagram estão abertos, compartilhando informações do Sindicato e de interesse da sociedade sobre a pandemia.
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Segundo a determinação do banco, os trabalhadores podem assinar uma declaração afirmando que não fazem parte do grupo de risco para o covid-19, mesmo que façam parte. Em meio à pandemia de coronavírus, esta nova medida estaria sendo usada por alguns gestores para forçar trabalhadores a retornarem ao trabalho.
Para o dirigente sindical e coordenador da Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa), Dionísio Reis, a medida confunde os trabalhadores e coloca sua saúde e a dos clientes em risco.
“É escabroso abrandar as regras de isolamento social e de quarentena para os empregados da Caixa e ainda mais pressionar alguns deles a voltarem ao trabalho mesmo correndo riscos. A recomendação é que não assinem a declaração e não coloquem a si mesmos e a outros em risco”, orienta Dionísio.
Ele ainda diz que, em algumas unidades, gestores tem perguntado para os funcionários quem teve contato direto com pacientes ou casos suspeitos de coronavírus para que eles se afastem do trabalho quando. A recomendação seria afastar todo os funcionários, visto que a doença é altamente transmissível, especialmente em um ambiente fechado como agências, com ar-condicionado e sem janelas.
O Sindicato cobrou a Caixa sobre a denúncia de pressão para que os bancários assinem a declaração mas, segundo o banco, esta não é uma orientação da empresa. Caso você ou algum colega tenha sido pressionado, entre em contato com o Sindicato para que a entidade possa tomar medidas.
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