02/04/2020
Pandemia: Bancários devem atentar-se às medidas de prevenção contra o Covid-19

A disseminação do novo coronavírus (COVID-19) avança a cada dia. Na quarta-feira (1), o Brasil registrou mais de 6.800 infectados. A velocidade assustadora da contaminação exige que todos tomem medidas para a prevenção da doença. No caso dos bancários que não podem cumprir o isolamento social por ter que realizar as atividades essenciais dos bancos, a preocupação é ainda maior, já que o vírus pode ser transmitido através do contato com cédulas, documentos e caixas eletrônicos.
Transmitido por gotículas de saliva e catarro, o vírus se espalha pelo ambiente e perdura nas superfícies por um longo tempo. Por isso, a higienização dos locais de trabalho, onde as pessoas passam a maior parte do tempo é necessária.
Lavar as mãos com água e sabão, frequentemente, em especial após tossir, espirrar, ir ao banheiro e mexer com animais, é uma importante medida para a prevenção ao vírus.
O uso de álcool gel também é indicado para a proteção. É importante ter um frasco de álcool gel na mesa de trabalho ou na bolsa. Ao adotar essa prática, evita-se que o vírus acesse seu organismo após ter que colocar as mãos em uma superfície contaminada. Evitar aglomeração e manter o distanciamento social também é essencial neste momento.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um documento sobre como prevenir o coronavírus e outras infecções no ambiente de trabalho. Segundo o órgão, a adoção das medidas preventivas é uma forma de reduzir a licença de trabalho ocasionada por doenças e também a propagação da COVID-19.
O movimento sindical defende que as empresas têm a obrigação de apresentar um plano para evitar que a doença se propague, caso haja confirmação do diagnóstico em algum funcionário ou mesmo para os casos suspeitos. Os bancos são responsáveis pelo fornecimento de materiais como álcool gel e máscara, quando necessário. O banco que não disponibilizar esses tipos de materiais essenciais para a prevenção do coronavírus não estará cumprindo com as orientações da OMS e nem se preocupando com a saúde e segurança do trabalhador, portanto, o bancário pode se recusar a trabalhar num ambiente que não é seguro.
O movimento sindical cobra dos bancos a higienização de todos os espaços neste momento. Acima de tudo, caso haja uma suspeita ou caso comprovado de COVID-19, o trabalhador deve ser afastado bem como todos os colegas que tenham tido contato com ele.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa: Promoção por Mérito é conquista e precisa ser paga em janeiro
- Edital convoca empregados da Caixa para assembleia extraordinária virtual no dia 4 de agosto
- Trabalhadores voltam à mesa de negociação com os bancos nesta quinta-feira (30) para discutir cláusulas econômicas
- Mesa única de negociação: o escudo que salvou bancários do arrocho e agora volta a ser alvo dos bancos
- Representação dos empregados pede reunião com presidente da Caixa após notícias sobre atletas patrocinados
- COE cobra avanços em saúde e condições de trabalho na terceira negociação específica com o Santander
- COE entrega pauta específica ao Bradesco e reforça defesa do emprego e dos direitos dos bancários
- Terceira rodada de negociação com o Santander terá saúde como tema central nesta terça-feira (28)
- Dia Nacional de Luta: Sindicato intensifica mobilização em Catanduva para fortalecer campanha e defender direitos da categoria
- Quem faz a Caixa merece cuidado: em Dia Nacional de Luta, bancários de Catanduva cobram responsabilidade do banco com o Saúde Caixa
- Em Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, Sindicato faz alerta sobre o adoecimento da categoria bancária
- Clube dos Bancários conclui serviços de manutenção e reabre a partir desta terça-feira (28)
- CEBB denuncia metas abusivas e cobra solução definitiva para a Cassi em terceira rodada de negociação com o BB
- FGTS deve distribuir lucros entre os trabalhadores; valor será depositado em agosto
- Lei de Cotas faz 35 anos com apenas 1,27% dos postos de trabalho ocupados por pessoas com deficiência