15/10/2019
Unidade na mesa de negociação para melhorar proposta

(Arte: Freepik)
As entidades componentes da mesa de negociações com o Banco do Brasil (Contraf-CUT, Anabb, Contec, AFABB e FAABB) se reuniram durante três dias com diretores e conselheiros eleitos e indicados da Cassi para construir uma nova proposta a ser apresentada ao banco, numa futura mesa de negociações, e levada posteriormente à votação dos associados. Os diretores da Cassi indicados pelo banco foram autorizados pela empresa a construir alternativas, desde que os parâmetros de valor e premissas constantes da proposta votada em maio deste ano fossem observadas.
No terceiro dia de reuniões, no entanto, a Contec resolveu abandonar a mesa de entendimentos e pedir, sozinha, a abertura de negociações com o Banco do Brasil. A Contec, que representa 10% dos funcionários da ativa, preferiu se separar da Contraf, que representa 90% dos bancários da ativa, da Anabb, FAABB e AAFBB, que representam praticamente a totalidade dos aposentados. Estas entidades preferiram continuar trabalhando juntas e em entendimento com os dirigentes eleitos da Cassi, para fortalecer a posição dos associados junto ao banco.
> Entidades divulgam nota sobre a Cassi
“Se todos juntos já temos dificuldade em conseguir arrancar compromissos maiores do banco para com o plano de saúde dos associados, não é uma entidade sozinha que vai dobrar a resistência do banco”, avalia Getúlio Maciel, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
Os representantes da Cassi e das entidades vinham conseguindo construir alternativas de consenso, tanto nos itens de governança quanto nos de custeio, mantendo os aportes do banco em 60% das despesas do plano. A saída da Contec interrompe, dessa forma, a continuidade dos trabalhos.
No dia 22 de outubro, a diretora fiscal nomeada pela ANS deverá solicitar a apresentação de plano de adequação do déficit do Plano Associados, de implantação imediata. Em dezembro deste ano vence o Memorando de Entendimentos; a partir de janeiro de 2020, as contribuições dos associados voltam para 3% e o banco deixa de repassar recursos para cobrir programas de saúde e o custeio administrativo da Cassi. Se não houver acordo e reforma estatutária aprovada pelos associados até lá, deixaram de entrar R$ 600 milhões por ano à Cassi, e não haverá recursos para pagar todas as contas.
“É urgente encontrar uma solução para a Cassi. As entidades apelam para o bom senso da Contec e esperam seu retorno à mesa de entendimentos para que assim possamos chegar a uma solução para a crise no nosso plano de saúde”, completou Getúlio.
No terceiro dia de reuniões, no entanto, a Contec resolveu abandonar a mesa de entendimentos e pedir, sozinha, a abertura de negociações com o Banco do Brasil. A Contec, que representa 10% dos funcionários da ativa, preferiu se separar da Contraf, que representa 90% dos bancários da ativa, da Anabb, FAABB e AAFBB, que representam praticamente a totalidade dos aposentados. Estas entidades preferiram continuar trabalhando juntas e em entendimento com os dirigentes eleitos da Cassi, para fortalecer a posição dos associados junto ao banco.
> Entidades divulgam nota sobre a Cassi
“Se todos juntos já temos dificuldade em conseguir arrancar compromissos maiores do banco para com o plano de saúde dos associados, não é uma entidade sozinha que vai dobrar a resistência do banco”, avalia Getúlio Maciel, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
Os representantes da Cassi e das entidades vinham conseguindo construir alternativas de consenso, tanto nos itens de governança quanto nos de custeio, mantendo os aportes do banco em 60% das despesas do plano. A saída da Contec interrompe, dessa forma, a continuidade dos trabalhos.
No dia 22 de outubro, a diretora fiscal nomeada pela ANS deverá solicitar a apresentação de plano de adequação do déficit do Plano Associados, de implantação imediata. Em dezembro deste ano vence o Memorando de Entendimentos; a partir de janeiro de 2020, as contribuições dos associados voltam para 3% e o banco deixa de repassar recursos para cobrir programas de saúde e o custeio administrativo da Cassi. Se não houver acordo e reforma estatutária aprovada pelos associados até lá, deixaram de entrar R$ 600 milhões por ano à Cassi, e não haverá recursos para pagar todas as contas.
“É urgente encontrar uma solução para a Cassi. As entidades apelam para o bom senso da Contec e esperam seu retorno à mesa de entendimentos para que assim possamos chegar a uma solução para a crise no nosso plano de saúde”, completou Getúlio.
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