24/07/2019
Representantes dos trabalhadores cobram explicações do Itaú por demissão de afastados
.jpg)
O movimento sindical foi pego de surpresa com dezenas de demissões que estão ocorrendo no Itaú por todo o Brasil. Depois da regulamentação do Programa de Revisão de Benefícios por Incapacidade, também conhecida como operação pente-fino nos benefícios pagos pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), diversos trabalhadores afastados tiveram que voltar ao seu local de trabalho.
Depois de passar o prazo de estabilidade, o banco tem demitido esses trabalhadores. “Nós fomos pegos de surpresa. Queremos saber qual o motivo da demissão unilateral em massa. Alguns trabalhadores acreditavam que iriam voltar ao trabalho. Outros nem tem essa condição. Todos estão sendo demitidos, sem nenhum critério negociado com o movimento sindical”, disse Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização Empresa (COE) do Itaú.
Uma bancária demitida, que não quis se identificar, declarou. “Pensei que fosse voltar ao trabalho, mas, quando cheguei lá, era para assinar minha demissão, não assinei. Acreditei que seria realocada.”
"Ou seja, o Estado e o setor patronal estão agindo em conjunto contra o trabalhador no momento em que ele se encontra mais fragilizado e mais precisando de amparo. Uma prática totalmente imoral das empresas e do governo atual", diz o diretor do Sindicato, Carlos Alberto Moretto.
Se você passar por situação semelhante, comunique ao Sindicato através da ferramenta Denuncie, no site da entidade, ou pelo telefone (17) 3522-2409.
Depois de passar o prazo de estabilidade, o banco tem demitido esses trabalhadores. “Nós fomos pegos de surpresa. Queremos saber qual o motivo da demissão unilateral em massa. Alguns trabalhadores acreditavam que iriam voltar ao trabalho. Outros nem tem essa condição. Todos estão sendo demitidos, sem nenhum critério negociado com o movimento sindical”, disse Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização Empresa (COE) do Itaú.
Uma bancária demitida, que não quis se identificar, declarou. “Pensei que fosse voltar ao trabalho, mas, quando cheguei lá, era para assinar minha demissão, não assinei. Acreditei que seria realocada.”
"Ou seja, o Estado e o setor patronal estão agindo em conjunto contra o trabalhador no momento em que ele se encontra mais fragilizado e mais precisando de amparo. Uma prática totalmente imoral das empresas e do governo atual", diz o diretor do Sindicato, Carlos Alberto Moretto.
Se você passar por situação semelhante, comunique ao Sindicato através da ferramenta Denuncie, no site da entidade, ou pelo telefone (17) 3522-2409.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato, empregados e demais entidades sindicais apoiam candidatura de Fabiana Uehara para o CA da Caixa
- Fique atento ao horário especial de funcionamento do Sindicato no Carnaval
- Banco Mercantil pagará segunda parcela da PLR no dia 4 de março
- PLR do Bradesco será paga no dia 27 de fevereiro
- Conquista do Sindicato: Mais 310 mulheres se formam com bolsas do projeto Mais Mulheres na TI
- Atendendo a pedido dos Sindicatos, Banco do Brasil antecipa pagamento da PLR para 3 de março
- ContrafCast aborda os impactos positivos da isenção do Imposto de Renda sobre o PIB
- COE Bradesco solicita o pagamento do PRB e banco nega
- Confira como vão funcionar os bancos durante o carnaval
- Cobranças levam Caixa a corrigir distorções no Super Caixa
- Fim da escala 6x1 avança na Câmara e reforça pauta histórica do Sindicato
- Participe da enquete sobre o PL 581/2019 que trata da isenção de IR sobre a PLR
- Associações representativas e Sindicato orientam voto na AGO da Cabesp
- Reforma do Imposto de Renda amplia isenção e avança na justiça tributária para trabalhadores
- Bradesco lucra R$ 24,6 bilhões em 2025, mas fecha quase 2 mil postos e reduz rede de atendimento