29/05/2019
Caixa Econômica Federal altera RH 221 em prejuízo aos usuários do Saúde Caixa

A Caixa divulgou recentemente nova versão do MN RH 221, cujo objetivo é definir e disciplinar a inscrição, a renovação e o cancelamento de inscrição de usuários do Saúde Caixa, em conformidade com o ACT 2018/2020 e que substituiu o extinto RH 043.
Essa nova versão, a 001, com data de 16 de maio, trouxe várias disposições que contrariam o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) em prejuízo aos empregados, em especial os aposentados, a exemplo do item 3.2.5.2.1, em que os obriga a ter no mínimo 120 meses de contribuição para fazer jus à manutenção do plano após a rescisão do contrato com a Caixa.
Outro aspecto altamente prejudicial é o dispositivo que obriga a cada cinco anos o aposentado ter que manifestar o interesse de continuar sendo titular, caso isso não ocorra, sua inscrição será cancelada e não poderá ser readmitido.
A nova versão também impõe uma série de restrições ao chamado “casal Caixa”, quando ambos os cônjuges são empregados. Obriga que o titular seja sempre o cônjuge de maior renda, burocratiza a inclusão e manutenção de enteados como dependentes e à manutenção do filho com deficiência permanente e plenamente incapacitante, maior de 21 anos, como dependente direto.
O movimento sindical está analisando todos os tópicos para emitir parecer. Além disso, o assunto será pautado na reunião do Conselho de Usuários do plano de saúde, agendada para 13 de junho.
Essa nova versão, a 001, com data de 16 de maio, trouxe várias disposições que contrariam o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) em prejuízo aos empregados, em especial os aposentados, a exemplo do item 3.2.5.2.1, em que os obriga a ter no mínimo 120 meses de contribuição para fazer jus à manutenção do plano após a rescisão do contrato com a Caixa.
Outro aspecto altamente prejudicial é o dispositivo que obriga a cada cinco anos o aposentado ter que manifestar o interesse de continuar sendo titular, caso isso não ocorra, sua inscrição será cancelada e não poderá ser readmitido.
A nova versão também impõe uma série de restrições ao chamado “casal Caixa”, quando ambos os cônjuges são empregados. Obriga que o titular seja sempre o cônjuge de maior renda, burocratiza a inclusão e manutenção de enteados como dependentes e à manutenção do filho com deficiência permanente e plenamente incapacitante, maior de 21 anos, como dependente direto.
O movimento sindical está analisando todos os tópicos para emitir parecer. Além disso, o assunto será pautado na reunião do Conselho de Usuários do plano de saúde, agendada para 13 de junho.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- CEE rejeita proposta da Caixa para Promoção por Mérito
- Desemprego no 2º trimestre é 5,4%, o menor já registrado no período
- CEBB cobra valorização da carreira, melhorias nas funções e melhores condições de trabalho em negociação com o Banco do Brasil
- Em resposta ao movimento sindical, Caixa esclarece patrocínio ao atletismo
- Edital convoca empregados da Caixa para assembleia extraordinária virtual no dia 4 de agosto
- Lucro do Santander despenca em meio a demissões, terceirizações e fechamento de agências
- Trabalhadores voltam à mesa de negociação com os bancos nesta quinta-feira (30) para discutir cláusulas econômicas
- Campanha Nacional: movimento sindical cobra aumento real, diante do alto nível de lucratividade dos bancos
- Caixa: Promoção por Mérito é conquista e precisa ser paga em janeiro
- BB negocia remuneração, plano de carreira e valorização dos funcionários nesta sexta-feira (31)
- Lucro de bancos no Brasil supera os ganhos do setor em 15 países latino-americanos somados
- CEE/Caixa debate remuneração e carreira com o banco nesta sexta-feira (31)
- Representação dos empregados pede reunião com presidente da Caixa após notícias sobre atletas patrocinados
- Mesa única de negociação: o escudo que salvou bancários do arrocho e agora volta a ser alvo dos bancos
- Terceira rodada de negociação com o Santander terá saúde como tema central nesta terça-feira (28)