02/10/2018
Saiba o que pensam os presidenciáveis sobre reformas e privatizações de empresas públicas

A CUT-SP fez um levantamento para saber o que planejam cada um dos 13 candidatos e candidatas à Presidência da República sobre a reforma da Previdência, privatizações de empresas públicas e a reforma trabalhista.
Esses três pontos estiveram em pauta durante o governo de Michel Temer (MDB) e atingem diretamente a classe trabalhadora.
Sobre a aposentadoria, Temer ameaçou, recentemente, retomar a discussão no Congresso após o segundo turno eleitoral. A proposta não havia seguido adiante por conta da grande mobilização realizada pelo movimento sindical junto à sociedade, que promoveu uma das maiores greves da história do país. A reforma da Previdência também foi considerada desgastante entre os deputados e senadores que disputam a reeleição.
Já a agenda privatista seguiu com prioridades no atual governo, colocando em risco os maiores patrimônios públicos, como petroleiras e empresas de energia.
Outro ponto polêmico é a reforma trabalhista que, aprovada há mais de um ano, destruiu direitos dos trabalhadores, fortalecendo os patrões e criminalizando as entidades de classe, está no alvo dos candidatos. Parte deles promete revogação total, enquanto que outros pretendem aprofundar ainda mais o fim dos direitos.
O levantamento a seguir foi feito a partir dos planos de governo registrados na Justiça Eleitoral pelos partidos que disputam a vaga e em declarações dadas na mídia, como entrevistas e sabatinas dos presidenciáveis.
Esses três pontos estiveram em pauta durante o governo de Michel Temer (MDB) e atingem diretamente a classe trabalhadora.
Sobre a aposentadoria, Temer ameaçou, recentemente, retomar a discussão no Congresso após o segundo turno eleitoral. A proposta não havia seguido adiante por conta da grande mobilização realizada pelo movimento sindical junto à sociedade, que promoveu uma das maiores greves da história do país. A reforma da Previdência também foi considerada desgastante entre os deputados e senadores que disputam a reeleição.
Já a agenda privatista seguiu com prioridades no atual governo, colocando em risco os maiores patrimônios públicos, como petroleiras e empresas de energia.
Outro ponto polêmico é a reforma trabalhista que, aprovada há mais de um ano, destruiu direitos dos trabalhadores, fortalecendo os patrões e criminalizando as entidades de classe, está no alvo dos candidatos. Parte deles promete revogação total, enquanto que outros pretendem aprofundar ainda mais o fim dos direitos.
O levantamento a seguir foi feito a partir dos planos de governo registrados na Justiça Eleitoral pelos partidos que disputam a vaga e em declarações dadas na mídia, como entrevistas e sabatinas dos presidenciáveis.

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