23/08/2018
Balanço mostra que Caixa já está aplicando novo teto de gastos para o Saúde Caixa

O balanço do primeiro semestre de 2018, divulgado esta semana pela Caixa, mostra que o teto de gastos de 6,5% para o Saúde Caixa já está em vigor.
Entre os dados divulgados a direção da Caixa afirma, em suas notas explicativas, que considerou o teto de 6,5% da folha de pagamento como limite para o gasto com a assistência à saúde. Isso faz com que a premissa de 30% dos custos arcados pelos empregados e 70% pelo banco caia por terra.
Isso ocorre porque a instituição faz um provisionamento de acordo com a contabilização e a divulgação dos benefícios concedidos aos empregados, conforme estipula o CPC 33, norma do Comitê de Pronunciamentos Contábeis.
Durante a negociação que ainda está ocorrendo, os representantes da Caixa já haviam informado que a instituição financeira continuará oferecendo assistência a saúde aos seus empregados, incluindo os aposentados. Mas, sob as recentes normas da ANS (Agência Nacional do Saúde Suplementar) e da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União). Isso significa que o que será disponibilizado aos trabalhadores é completamente diferente do que é o Saúde Caixa.
Ou seja, apesar de divulgar que o teto definido pelo estatuto aprovado em dezembro de 2017 só será aplicado a partir de 2021, o banco já está aplicando os 6,5%. Não há informação sobre qual o percentual da folha que já foi alcançado, mas quando se chegar aos 6,5% o banco irá congelar seu gasto.
Este é um dos principais fatores que descaracterizam o Saúde Caixa, transformando-o em um programa não apenas diferente do que é hoje, mas também cada vez mais caro e excludente.
Entre os dados divulgados a direção da Caixa afirma, em suas notas explicativas, que considerou o teto de 6,5% da folha de pagamento como limite para o gasto com a assistência à saúde. Isso faz com que a premissa de 30% dos custos arcados pelos empregados e 70% pelo banco caia por terra.
Isso ocorre porque a instituição faz um provisionamento de acordo com a contabilização e a divulgação dos benefícios concedidos aos empregados, conforme estipula o CPC 33, norma do Comitê de Pronunciamentos Contábeis.
Durante a negociação que ainda está ocorrendo, os representantes da Caixa já haviam informado que a instituição financeira continuará oferecendo assistência a saúde aos seus empregados, incluindo os aposentados. Mas, sob as recentes normas da ANS (Agência Nacional do Saúde Suplementar) e da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União). Isso significa que o que será disponibilizado aos trabalhadores é completamente diferente do que é o Saúde Caixa.
Ou seja, apesar de divulgar que o teto definido pelo estatuto aprovado em dezembro de 2017 só será aplicado a partir de 2021, o banco já está aplicando os 6,5%. Não há informação sobre qual o percentual da folha que já foi alcançado, mas quando se chegar aos 6,5% o banco irá congelar seu gasto.
Este é um dos principais fatores que descaracterizam o Saúde Caixa, transformando-o em um programa não apenas diferente do que é hoje, mas também cada vez mais caro e excludente.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria