08/06/2018
Campanha 2018: 20ª Conferência Nacional dos Bancários é neste final de semana, em São Paulo

(Arte: Contraf-CUT)
A Campanha Nacional Unificada 2018 já vai começar. Nos dias 8, 9 e 10 de junho, na capital paulista, centenas de delegados representando bancários de todo o país debaterão estratégias de luta e aprovarão a pauta de reivindicações da categoria, a ser entregue à Fenaban (federação dos bancos).
Esta será a primeira campanha dos bancários após a entrada em vigor, em 11 de novembro de 2017, da nova lei trabalhista de Temer (Lei 13.467), que retira direitos dos trabalhadores e ameaça a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Por isso é fundamental a mobilização dos bancários para defender a CCT da categoria.
Os bancos, com lucros cada vez maiores, não têm nenhuma justificativa para descumprir direitos. Dados dos balanços dos cinco maiores bancos (BB, Caixa, Itaú, Bradesco, Santander) que demonstram que juntos eles lucraram R$ 20,6 bilhoes só no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Fim da ultratividade
Um dos pontos da lei trabalhista de Temer é o fim do princípio da ultratividade, que garantia a validade da CCT até a assinatura de um novo acordo. Ou seja, direitos como PLR, VA e VR, licenças maternidade e paternidade ampliadas, jornada de seis horas e todos os demais estarão em risco a partir de 31 de agosto, que é quando vence a CCT da categoria. Por isso é preciso que trabalhadores estejam unidos e organizados para exigir da Fenaban que cumpra a ultratividade e que respeite essas conquistas, fruto de décadas de luta.
Encontros por bancos
Tiveram início na quinta-feira (7) e vão até essa sexta-feira (8) os encontros de bancos privados (Itaú, Bradesco e Santander), o 34º Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa) e o 29º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, que debatem questões específicas de cada banco. Clique nos links abaixo e confira como foi o primeiro dia de encontros.
> Bancários do BB analisam conjuntura nacional e os impactos da nova legislação trabalhista
> Encontro Nacional: trabalhadores definem minuta específica na manhã desta sexta-feira (8)
> Bancários do Bradesco debatem conjuntura socioeconômica e pauta de reivindicações
> Momento é de resistência! Alerta ecoa na abertura do 34º Conecef, realizado em São Paulo
> Trabalhadores discutem problemas do sistema financeiro e defesa dos direitos da categoria
Esta será a primeira campanha dos bancários após a entrada em vigor, em 11 de novembro de 2017, da nova lei trabalhista de Temer (Lei 13.467), que retira direitos dos trabalhadores e ameaça a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Por isso é fundamental a mobilização dos bancários para defender a CCT da categoria.
Os bancos, com lucros cada vez maiores, não têm nenhuma justificativa para descumprir direitos. Dados dos balanços dos cinco maiores bancos (BB, Caixa, Itaú, Bradesco, Santander) que demonstram que juntos eles lucraram R$ 20,6 bilhoes só no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Fim da ultratividade
Um dos pontos da lei trabalhista de Temer é o fim do princípio da ultratividade, que garantia a validade da CCT até a assinatura de um novo acordo. Ou seja, direitos como PLR, VA e VR, licenças maternidade e paternidade ampliadas, jornada de seis horas e todos os demais estarão em risco a partir de 31 de agosto, que é quando vence a CCT da categoria. Por isso é preciso que trabalhadores estejam unidos e organizados para exigir da Fenaban que cumpra a ultratividade e que respeite essas conquistas, fruto de décadas de luta.
Encontros por bancos
Tiveram início na quinta-feira (7) e vão até essa sexta-feira (8) os encontros de bancos privados (Itaú, Bradesco e Santander), o 34º Conecef (Congresso Nacional dos Empregados da Caixa) e o 29º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, que debatem questões específicas de cada banco. Clique nos links abaixo e confira como foi o primeiro dia de encontros.
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