12/01/2018
Entidades representativas cobram solução imediata para contencioso judicial na Funcef
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) cobra em caráter de urgência a formação de um Grupo de Trabalho (GT), entre patrocinadora (Caixa) e participantes (Contraf-CUT), para discutir, de forma transparente, uma solução para o contencioso judicial, que impacta diretamente nos resultados da Funcef.
Dados do balanço da Funcef do terceiro trimestre de 2017 mostram que, no cálculo da perda provável, ou seja, nas condenações dadas como certas e cujo valor deve ser provisionado, o passivo trabalhista gerado pela Caixa aumentou R$ 220 milhões nos nove primeiros meses do ano passado e já chega a R$ 2,5 bilhões.
As notas explicativas dos balanços da Funcef mostram que, o montante apurado como contencioso possível saltou de R$7,2 milhões para R$12,7 bilhões, uma alta de 76% no período.
O coordenador da CEE/Caixa, Dionísio Reis, atribui esses números à gestão da Caixa, por não efetuar o pagamento do Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado (CTVA), dentre outros direitos dos empregados. “Essas ações são provocadas pela gestão do banco e por isso é imprescindível a participação da Caixa e dos empregados na discussão de qualquer solução para esses impasses, que hoje penalizam a Funcef”, afirmou.
De acordo com Dionísio Reis, é de extrema importância a discussão de um GT específico para que o assunto possa ser discutido e para que sejam esclarecidas todas as dúvidas dos participantes.
“O plano de ação divulgado em novembro pela Funcef e submetido previamente à patrocinadora e à Previc não foi debatido com os participantes, que nem sequer sabem os valores que já foram pagos e que não são divulgados nos registros contábeis. Não sabemos quanto os planos já perderam por conta do contencioso, nem os gastos administrativos e os honorários, mas sabemos que os valores podem ser muito mais altos que o provisionamento”, disse.
Dados do balanço da Funcef do terceiro trimestre de 2017 mostram que, no cálculo da perda provável, ou seja, nas condenações dadas como certas e cujo valor deve ser provisionado, o passivo trabalhista gerado pela Caixa aumentou R$ 220 milhões nos nove primeiros meses do ano passado e já chega a R$ 2,5 bilhões.
As notas explicativas dos balanços da Funcef mostram que, o montante apurado como contencioso possível saltou de R$7,2 milhões para R$12,7 bilhões, uma alta de 76% no período.
O coordenador da CEE/Caixa, Dionísio Reis, atribui esses números à gestão da Caixa, por não efetuar o pagamento do Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado (CTVA), dentre outros direitos dos empregados. “Essas ações são provocadas pela gestão do banco e por isso é imprescindível a participação da Caixa e dos empregados na discussão de qualquer solução para esses impasses, que hoje penalizam a Funcef”, afirmou.
De acordo com Dionísio Reis, é de extrema importância a discussão de um GT específico para que o assunto possa ser discutido e para que sejam esclarecidas todas as dúvidas dos participantes.
“O plano de ação divulgado em novembro pela Funcef e submetido previamente à patrocinadora e à Previc não foi debatido com os participantes, que nem sequer sabem os valores que já foram pagos e que não são divulgados nos registros contábeis. Não sabemos quanto os planos já perderam por conta do contencioso, nem os gastos administrativos e os honorários, mas sabemos que os valores podem ser muito mais altos que o provisionamento”, disse.
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