22/06/2017
Sindicato e Fetec-CUT/SP debatem conjuntura política e os principais desafios da categoria
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região recebeu, na noite de quarta-feira (21), visita do Comitê Administrativo da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito de São Paulo, a FETEC-CUT, para uma análise da conjuntura política nacional e debate dos principais desafios da categoria bancária.
O encontro faz parte de uma série de reuniões realizadas ao longo de todo o mês às cidades-sede dos sindicatos filiados à federação cutista.
Na ocasião, foram apresentados aos diretores dados econômicos e discutidos temas como a implantação de novas tecnologias no setor bancário, a defesa da democracia, os prejuízos das contrarreformas e a manutenção e defesa do emprego.
“Estamos em um momento político e econômico complexo, onde a democracia, os direitos e conquistas dos trabalhadores estão sendo atacadas. É fundamental, cada vez mais, fortalecemos nossa unidade e atualizar nossas formas de resistência e luta. Estamos debatendo o futuro do emprego à luz do desmonte do estado, bem como das novas tecnologias”, afirma Aline Molina, presidenta da FETEC-CUT/SP.
Dados divulgados pelo Caged demonstram que, enquanto os bancos são os que mais lucram em nosso país, essas mesmas instituições fecharam 9.621 postos de trabalho apenas entre janeiro e maio de 2017.
Essa redução de funcionários vem sendo acompanhada, também, de redução no número de agências físicas, com algumas, substituídas por agências digitais. As operações e as formas de atendimento estão mudando rapidamente e afetando profundamente a rotina dos bancários. Essa realidade tem sobrecarregado ainda mais os trabalhadores, acelerando significativamente o ritmo de trabalho desses profissionais.
Não bastasse, a reforma trabalhista também resultará na drástica redução de direitos e no desmonte do sistema de relações de trabalho. Ela representará substancial diminuição da proteção do Estado ao trabalhador e do poder de negociação dos sindicatos, num cenário econômico extremamente adverso.
“A terceirização sem limites e as novas tecnologias ocasionarão uma profunda reestruturação do mercado de trabalho, com expressivos impactos na ação e organização sindical e nas condições de vida da classe trabalhadora, sobretudo a bancária. Hoje, a mobilização da categoria torna-se de fundamental importância para preservar direitos", destacou o presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim.
Além de discutir temas importantes para a cidadania, as reuniões também debatem a 4ª Campanha de Sindicalização da FETEC-CUT/SP.
As reuniões já foram realizadas também em Presidente Prudente, Assis, Barretos e Araraquara. Na próxima semana, as visitas prosseguem às cidades de Limeira, Jundiaí, Bragança Paulista e Registro.

Diretores debatem conjuntura política nacional e desafios Presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim
da categoria em visita da Fetec-CUT/SP ao Sindicato e AlineMolina, presidente da Fetec-CUT/SP

Diretor do Sindicato, Paulo Franco discursa sobre a Paulo Franco, Aline Molina, Roberto Carlos Vicentim e
manutenção e defesa do emprego bancário demais diretores em reunião com a Fetec-CUT/SP
O encontro faz parte de uma série de reuniões realizadas ao longo de todo o mês às cidades-sede dos sindicatos filiados à federação cutista.
Na ocasião, foram apresentados aos diretores dados econômicos e discutidos temas como a implantação de novas tecnologias no setor bancário, a defesa da democracia, os prejuízos das contrarreformas e a manutenção e defesa do emprego.
“Estamos em um momento político e econômico complexo, onde a democracia, os direitos e conquistas dos trabalhadores estão sendo atacadas. É fundamental, cada vez mais, fortalecemos nossa unidade e atualizar nossas formas de resistência e luta. Estamos debatendo o futuro do emprego à luz do desmonte do estado, bem como das novas tecnologias”, afirma Aline Molina, presidenta da FETEC-CUT/SP.
Dados divulgados pelo Caged demonstram que, enquanto os bancos são os que mais lucram em nosso país, essas mesmas instituições fecharam 9.621 postos de trabalho apenas entre janeiro e maio de 2017.
Essa redução de funcionários vem sendo acompanhada, também, de redução no número de agências físicas, com algumas, substituídas por agências digitais. As operações e as formas de atendimento estão mudando rapidamente e afetando profundamente a rotina dos bancários. Essa realidade tem sobrecarregado ainda mais os trabalhadores, acelerando significativamente o ritmo de trabalho desses profissionais.
Não bastasse, a reforma trabalhista também resultará na drástica redução de direitos e no desmonte do sistema de relações de trabalho. Ela representará substancial diminuição da proteção do Estado ao trabalhador e do poder de negociação dos sindicatos, num cenário econômico extremamente adverso.
“A terceirização sem limites e as novas tecnologias ocasionarão uma profunda reestruturação do mercado de trabalho, com expressivos impactos na ação e organização sindical e nas condições de vida da classe trabalhadora, sobretudo a bancária. Hoje, a mobilização da categoria torna-se de fundamental importância para preservar direitos", destacou o presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim.
Além de discutir temas importantes para a cidadania, as reuniões também debatem a 4ª Campanha de Sindicalização da FETEC-CUT/SP.
As reuniões já foram realizadas também em Presidente Prudente, Assis, Barretos e Araraquara. Na próxima semana, as visitas prosseguem às cidades de Limeira, Jundiaí, Bragança Paulista e Registro.

Diretores debatem conjuntura política nacional e desafios Presidente do Sindicato Roberto Carlos Vicentim
da categoria em visita da Fetec-CUT/SP ao Sindicato e AlineMolina, presidente da Fetec-CUT/SP

Diretor do Sindicato, Paulo Franco discursa sobre a Paulo Franco, Aline Molina, Roberto Carlos Vicentim e
manutenção e defesa do emprego bancário demais diretores em reunião com a Fetec-CUT/SP
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