Bancários de Catanduva e demais centrais sindicais participam do "Ocupa Brasília" nesta quarta (24)
Representantes das centrais sindicais de todo o Brasil participam, nesta quarta-feira (24), do movimento Ocupa Brasília. A expectativa é de que mais de 100 mil pessoas participem da marcha contra às reformas propostas pelo governo Temer e a favor de eleições diretas.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e coordenador da subsede da CUT São José do Rio Preto Roberto Carlos Vicentim e os diretores Sérgio Luís de Castro Ribeiro (o Chimbica) e Júlio Mathias já estão na capital federal para participar da Marcha, e representam o Sindicato em apoio à ação contra as reformas da previdência e trabalhista, contra o governo Temer e por eleições diretas.
“Essa manifestação mostra que nós, trabalhadores, estamos mobilizados na luta pelos nossos direitos e não vamos permitir retrocessos como o fim dos direitos trabalhistas garantidos pela Constituição e da aposentadoria pública. Exigimos a realização de eleições diretas com a participação do povo para reestabelecer a democracia e retornar ao Brasil condições para que ele volte a crescer”, defende Vicentim.
Durante entrevista coletiva com sindicalistas e integrantes de movimentos sociais realizada na tarde de terça (23), o presidente da CUT, Vagner Freitas, afirmou que o movimento é, também, para cobrar eleições diretas imediatamente. "Se fizer eleições indiretas, vai ter o 'Fora Maia', o 'Fora Cármen Lúcia', ou fora qualquer outro que não for eleito com o voto popular", disse ele referindo-se aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Supremo Tribunal Federal (STF), cotados como "presidenciáveis" em uma eleição restrita ao Congresso. "Credibilidade só se dá com eleição. Vamos ficar mobilizados até ter diretas já."
Só uma mobilização histórica será capaz de impedir deputados conservadores de aprovar a Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista. Todas as pesquisas mostram que a maioria da população é contra as reformas, mas eles querem manter a população longe dessa decisão: é hora de pressionar na capital federal!
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