17/05/2017
Câmaras municipais e Sindicato dos Bancários se unem contra Reforma da Previdência
Após solicitação do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região para que os vereadores dos municípios pertencentes à base territorial da instituição contribuíssem para evitar a aprovação da Reforma da Previdência, as Câmaras Municipais de Catanduva, Monte Alto e Ibitinga aprovaram em sessão ordinária moção de repúdio à PEC 287.
Os textos são de autoria do vereador catanduvense Amarildo Davoli, dos vereadores montealtenses Maria do Carmo Irochi Coelho, Maria Helena Aguiar Retondini e Thiago Cetroni e do vereador do município de Ibitinga Marco Antônio da Fonseca, que justificaram a ação afirmando que "a reforma proposta é manifestadamente um processo de exclusão social no país". Segundo eles, o projeto "retarda o acesso à aposentadoria e exclui milhões de brasileiros tendo em vista as diferenças regionais na expectativa de vida e propõe igualdade aos desiguais, como no caso de mesmo tempo para homens e mulheres, estas sujeitas à dupla ou tripla jornada de trabalho, dada a cultura machista dominante".
Para Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato, a proposta do governo federal é um retrocesso social. O presidente criticou ainda que as justificativas de déficit da Previdência não se sustentam, uma vez que ele resulta dos benefícios, renúncias e desonerações fiscais que o governo concede às grandes empresas.
“A reforma caminha para a privatização da aposentadoria pública e da seguridade social, mostra-se discriminatória ao excluir de seus efeitos determinadas categorias e projeta o empobrecimento da população, principalmente a assalariada, num assalto aos direitos trabalhistas, sem ter proporcionado, como exige a democracia, qualquer debate político sobre o tema".
Depois de aprovadas, cópias das moções foram eviadas à Câmara e Senado federais, e à Presidência da República.
Os textos são de autoria do vereador catanduvense Amarildo Davoli, dos vereadores montealtenses Maria do Carmo Irochi Coelho, Maria Helena Aguiar Retondini e Thiago Cetroni e do vereador do município de Ibitinga Marco Antônio da Fonseca, que justificaram a ação afirmando que "a reforma proposta é manifestadamente um processo de exclusão social no país". Segundo eles, o projeto "retarda o acesso à aposentadoria e exclui milhões de brasileiros tendo em vista as diferenças regionais na expectativa de vida e propõe igualdade aos desiguais, como no caso de mesmo tempo para homens e mulheres, estas sujeitas à dupla ou tripla jornada de trabalho, dada a cultura machista dominante".
Para Roberto Carlos Vicentim, presidente do Sindicato, a proposta do governo federal é um retrocesso social. O presidente criticou ainda que as justificativas de déficit da Previdência não se sustentam, uma vez que ele resulta dos benefícios, renúncias e desonerações fiscais que o governo concede às grandes empresas.
“A reforma caminha para a privatização da aposentadoria pública e da seguridade social, mostra-se discriminatória ao excluir de seus efeitos determinadas categorias e projeta o empobrecimento da população, principalmente a assalariada, num assalto aos direitos trabalhistas, sem ter proporcionado, como exige a democracia, qualquer debate político sobre o tema".
Depois de aprovadas, cópias das moções foram eviadas à Câmara e Senado federais, e à Presidência da República.
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