03/06/2016
Transações bancárias por celulares e tablets crescem 138% em 2015
As transações bancárias por celulares e tablets chegaram a 11,2 bilhões em 2015, crescimento de 138% em relação as 4,7 bilhões realizadas em 2014. As movimentações bancárias feitas por internet banking e mobile banking atingiram 54% do total. O estudo contou com a participação de 17 bancos, 93% dos ativos do setor no país. Os dados são da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
O estudo revelou, por outro lado, que o número de agências físicas caiu de 23,1 mil em 2014 para 22,9 mil no ano passado. O total de PABs (postos de atendimento bancário) e PAEs (postos de atendimento eletrônico) registrado pela pesquisa caiu de 51 mil em 2014 para 45,5 mil, em 2015. Já os correspondentes diminuíram de 346,5 mil, em 2014, para 293,8 mil em 2015.
“O aumento da utilização de novas tecnologias impacta negativamente no emprego bancário e no número de agências, prejudicando a população que não tem familiaridade com essas inovações, principalmente os mais idosos ou pessoas com menos escolaridade”, pondera Marta Soares, bancária do Itaú e diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
De janeiro de 2014 a dezembro de 2015, período englobado pela pesquisa da Febraban, os bancos eliminaram 14.890 postos de trabalho, segundo dados do Ministério do Trabalho.
Insegurança
O internet banking foi o canal responsável pelo maior número de transações no ano passado, com 33% do total – o equivalente a 17,7 bilhões de operações bancárias. As contas com internet banking saltaram de 56 milhões, em 2014, para 62 milhões, em 2015, segundo o levantamento. Entretanto, 76% das transações não trataram de movimentação financeira. “Isso revela a insegurança das pessoas em utilizar esses canais”, avalia a dirigente.
O levantamento revela que o mobile banking é o segundo canal preferido pelos clientes para transações bancárias: sua participação no total das operações passou de 10%, em 2014, para 21% no ano passado. Em 2015, o Brasil já contabilizava 33 milhões de contas ativas com o recurso mobile, crescimento significativo de 32% em relação ao ano anterior.
Tecnologia
Em relação às 10 maiores economias, o Brasil ocupa, o 7º lugar em gastos com tecnologia da informação no setor bancário, e é o país entre os BRICs que mais investe em TI proporcionalmente ao tamanho da economia.
De acordo com a pesquisa da Febraban, os investimentos e as despesas em TI somaram R$ 19,2 bilhões em 2015. Desse total, 44% foram destinados a software, 35% a hardware, e 20% a telecom. No Brasil, o setor bancário é responsável por 13% dos investimentos e despesas feitas em tecnologia da informação, mesmo percentual que a estatística mundial.
O estudo revelou, por outro lado, que o número de agências físicas caiu de 23,1 mil em 2014 para 22,9 mil no ano passado. O total de PABs (postos de atendimento bancário) e PAEs (postos de atendimento eletrônico) registrado pela pesquisa caiu de 51 mil em 2014 para 45,5 mil, em 2015. Já os correspondentes diminuíram de 346,5 mil, em 2014, para 293,8 mil em 2015.
“O aumento da utilização de novas tecnologias impacta negativamente no emprego bancário e no número de agências, prejudicando a população que não tem familiaridade com essas inovações, principalmente os mais idosos ou pessoas com menos escolaridade”, pondera Marta Soares, bancária do Itaú e diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
De janeiro de 2014 a dezembro de 2015, período englobado pela pesquisa da Febraban, os bancos eliminaram 14.890 postos de trabalho, segundo dados do Ministério do Trabalho.
Insegurança
O internet banking foi o canal responsável pelo maior número de transações no ano passado, com 33% do total – o equivalente a 17,7 bilhões de operações bancárias. As contas com internet banking saltaram de 56 milhões, em 2014, para 62 milhões, em 2015, segundo o levantamento. Entretanto, 76% das transações não trataram de movimentação financeira. “Isso revela a insegurança das pessoas em utilizar esses canais”, avalia a dirigente.
O levantamento revela que o mobile banking é o segundo canal preferido pelos clientes para transações bancárias: sua participação no total das operações passou de 10%, em 2014, para 21% no ano passado. Em 2015, o Brasil já contabilizava 33 milhões de contas ativas com o recurso mobile, crescimento significativo de 32% em relação ao ano anterior.
Tecnologia
Em relação às 10 maiores economias, o Brasil ocupa, o 7º lugar em gastos com tecnologia da informação no setor bancário, e é o país entre os BRICs que mais investe em TI proporcionalmente ao tamanho da economia.
De acordo com a pesquisa da Febraban, os investimentos e as despesas em TI somaram R$ 19,2 bilhões em 2015. Desse total, 44% foram destinados a software, 35% a hardware, e 20% a telecom. No Brasil, o setor bancário é responsável por 13% dos investimentos e despesas feitas em tecnologia da informação, mesmo percentual que a estatística mundial.
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