08/04/2016
Direção da Caixa eleva metas e joga bancários em caldeirão
A direção da Caixa encontrou uma forma de transformar o trabalho nas unidades de atendimento em um inferno e, ao mesmo tempo, causar apreensão entre os empregados das áreas-meio. Primeiro, com o programa Caixa Mais Forte, aumenta-se a pressão e a cobrança abusiva por metas nas agências.
Depois, com uma reestruturação nada transparente, cria-se enorme insegurança nos trabalhadores das áreas-meio, que não possuem condições e não desejam ir para agências, onde o assédio moral tem se intensificado.
“O Caixa Mais Forte enfraquece a instituição. É uma cobrança sobrenatural, fora do comum, que massacra o bancário da agência e afasta a Caixa do seu papel como banco público. Em paralelo, a direção aplica uma reestruturação que cria insegurança generalizada nos empregados das áreas-meio, que não se sentem confortáveis com a possibilidade de cair no caldeirão fervente em que foram transformadas as agências. É óbvio que este duplo terror não trará bons resultados”, critica o diretor executivo do Sindicato dos Bancários de São Paulo e empregado da Caixa, Dionísio Reis.
Ele acrescenta que foi promovido um "rodízio" entre todas as superintendências. “Com isso, temos observado um aumento significativo das denúncias de assédio moral. Colocam pessoas novas para aumentar a pressão.”
Dionísio ressalta ainda que o Sindicato tem atuado para barrar o processo de reestruturação e lutado por mais contratações para diminuir a sobrecarga de trabalho e melhorar o atendimento, principalmente com a campanha Mais Empregados Para a Caixa, Mais Caixa Para o Brasil.
“Não podemos aceitar humilhação, gritaria e constrangimento absurdos que levam ao adoecimento. Em cinco anos, nosso instrumento de combate ao assédio moral já encaminhou centenas de denúncias, muitas que melhoraram a qualidade de vida dos bancários. A única forma de resolver situações de assédio moral é o enfrentamento. Para isso, é fundamental a denúncia por parte dos trabalhadores”, conclui o diretor do Sindicato.
Para fazer sua denúncia pelo instrumento de combate ao assédio moral: CLIQUE AQUI. O sigilo é garantido.
Fonte: Seeb SP
Depois, com uma reestruturação nada transparente, cria-se enorme insegurança nos trabalhadores das áreas-meio, que não possuem condições e não desejam ir para agências, onde o assédio moral tem se intensificado.
“O Caixa Mais Forte enfraquece a instituição. É uma cobrança sobrenatural, fora do comum, que massacra o bancário da agência e afasta a Caixa do seu papel como banco público. Em paralelo, a direção aplica uma reestruturação que cria insegurança generalizada nos empregados das áreas-meio, que não se sentem confortáveis com a possibilidade de cair no caldeirão fervente em que foram transformadas as agências. É óbvio que este duplo terror não trará bons resultados”, critica o diretor executivo do Sindicato dos Bancários de São Paulo e empregado da Caixa, Dionísio Reis.
Ele acrescenta que foi promovido um "rodízio" entre todas as superintendências. “Com isso, temos observado um aumento significativo das denúncias de assédio moral. Colocam pessoas novas para aumentar a pressão.”
Dionísio ressalta ainda que o Sindicato tem atuado para barrar o processo de reestruturação e lutado por mais contratações para diminuir a sobrecarga de trabalho e melhorar o atendimento, principalmente com a campanha Mais Empregados Para a Caixa, Mais Caixa Para o Brasil.
“Não podemos aceitar humilhação, gritaria e constrangimento absurdos que levam ao adoecimento. Em cinco anos, nosso instrumento de combate ao assédio moral já encaminhou centenas de denúncias, muitas que melhoraram a qualidade de vida dos bancários. A única forma de resolver situações de assédio moral é o enfrentamento. Para isso, é fundamental a denúncia por parte dos trabalhadores”, conclui o diretor do Sindicato.
Para fazer sua denúncia pelo instrumento de combate ao assédio moral: CLIQUE AQUI. O sigilo é garantido.
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