06/01/2016
Governo prepara pacote de medidas para retomar o desenvolvimento
A presidenta Dilma Rousseff tem reafirmado em diversos discursos que o seu principal compromisso é garantir a retomada do desenvolvimento para enfrentar a crise econômica. Segundo fontes citadas pela imprensa, a presidenta prepara um pacote de medidas que deverão ser discutidas com líderes de partidos da base aliada no Congresso Nacional, empresários e movimentos sociais.
Ainda de acordo com as fontes, a proposta da presidenta é retomar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social para ouvir as lideranças e criar um espaço de diálogo permanente com toda a sociedade.
Em 2015, a presidenta Dilma enviou ao Congresso uma série de medidas com o objetivo de ajustar as contas. Ainda existem pautas que não foram aprovadas pelo parlamento. Por isso, o governo pretende utilizar a força desse conselho para fazer com que tais medidas possam ser enviadas com formato “afinado” ao que os parlamentares devem aprovar, diferentemente das chamadas “pautas bombas” manobradas pelo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pela oposição do “quanto pior melhor”.
Um dos pontos fortes do plano que está sendo discutido é promover o estímulo da economia por meio da infraestrutura, assim como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), criado em 2007 durante o governo do ex-presidente Lula.
O objetivo é reaquecer o setor da construção civil para criar empregos com programas como a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida e a quitação de obras já executadas.
Outra proposta em debate são os financiamentos de médio e longo prazo para determinadas atividades econômicas, com o objetivo de criar um ambiente favorável de negócios, como melhor regulação de um setor ou promovendo investimentos em infraestrutura que possam ajudar aquele segmento.
A grande imprensa especula também sobre uma proposta de reforma da Previdência, que já encontra resistência dos movimentos sociais. De acordo com uma fonte do Planalto citada pela grande mídia e não identificada o governo tem ciência de que enviar propostas de reforma da Previdência sem ouvir movimentos sociais, sindicatos e empresários, pode “dificultar” a aprovação de medidas, o que seria um bom sinal de que o diálogo prevalecerá.
Ainda de acordo com as fontes, a proposta da presidenta é retomar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social para ouvir as lideranças e criar um espaço de diálogo permanente com toda a sociedade.
Em 2015, a presidenta Dilma enviou ao Congresso uma série de medidas com o objetivo de ajustar as contas. Ainda existem pautas que não foram aprovadas pelo parlamento. Por isso, o governo pretende utilizar a força desse conselho para fazer com que tais medidas possam ser enviadas com formato “afinado” ao que os parlamentares devem aprovar, diferentemente das chamadas “pautas bombas” manobradas pelo presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pela oposição do “quanto pior melhor”.
Um dos pontos fortes do plano que está sendo discutido é promover o estímulo da economia por meio da infraestrutura, assim como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), criado em 2007 durante o governo do ex-presidente Lula.
O objetivo é reaquecer o setor da construção civil para criar empregos com programas como a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida e a quitação de obras já executadas.
Outra proposta em debate são os financiamentos de médio e longo prazo para determinadas atividades econômicas, com o objetivo de criar um ambiente favorável de negócios, como melhor regulação de um setor ou promovendo investimentos em infraestrutura que possam ajudar aquele segmento.
A grande imprensa especula também sobre uma proposta de reforma da Previdência, que já encontra resistência dos movimentos sociais. De acordo com uma fonte do Planalto citada pela grande mídia e não identificada o governo tem ciência de que enviar propostas de reforma da Previdência sem ouvir movimentos sociais, sindicatos e empresários, pode “dificultar” a aprovação de medidas, o que seria um bom sinal de que o diálogo prevalecerá.
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