11/12/2015
Perseguido, bancário é demitido por ‘justa causa’ no Itaú
A situação de um bancário do Itaú, perseguido e demitido por uma gerente após meses de assédio e violência psicológica, é o retrato de muitos outros casos dentro do banco. Com três anos de trabalho, foi demitido por “justa causa”, mesmo depois de ter relatado os abusos que sofria e de ter desenvolvido transtornos psicológicos por conta da perseguição.
Durante nove meses, sofreu assédio moral e foi perseguido pela gerente da agência onde trabalhava, na zona sul de São Paulo. O bancário foi, então, transferido para outra agência, na zona leste. Pouco tempo depois a gerente que o perseguia foi transferida para a mesma agência e a perseguição continuou.
Como a nova unidade era longe de sua casa, o trabalhador informou ao banco que a mudança poderia acarretar atrasos, o que de fato aconteceu e foi utilizado como motivo para a demissão.
O período de assédio sofrido pelo bancário fez com que ele precisasse buscar ajuda psiquiátrica para continuar a trabalhar, fazendo uso de medicamento controlado para combater a depressão e as crises de ansiedade.
“Ela fazia com que as pessoas ficassem contra mim, me excluía de reuniões e me ameaçava constantemente de demissão, sempre dizendo que seria por justa causa. Quando ela foi notificada da minha denúncia contra ela por assédio moral, me demitiu no dia seguinte”, desabafou o trabalhador.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo entrou em contato com a área de Relações Sindicais do banco para reverter o desligamento, sendo que o funcionário estava doente por conta de assédio moral. A resposta foi que a demissão será mantida. O ex-funcionário vai acionar o banco.
“A prática do Itaú está cada vez mais desumana, agora qualquer coisa é motivo para demissão por justa causa, por isso o bancários têm que tomar muito cuidado. Em caso de assédio moral, perseguição, procure imediatamente o Sindicato. Não confie nos instrumentos de denúncia do banco que demite por justa causa, que de justa não tem nada”, criticou a dirigente sindical e funcionária do Itaú, Valeska Pincovai.
Durante nove meses, sofreu assédio moral e foi perseguido pela gerente da agência onde trabalhava, na zona sul de São Paulo. O bancário foi, então, transferido para outra agência, na zona leste. Pouco tempo depois a gerente que o perseguia foi transferida para a mesma agência e a perseguição continuou.
Como a nova unidade era longe de sua casa, o trabalhador informou ao banco que a mudança poderia acarretar atrasos, o que de fato aconteceu e foi utilizado como motivo para a demissão.
O período de assédio sofrido pelo bancário fez com que ele precisasse buscar ajuda psiquiátrica para continuar a trabalhar, fazendo uso de medicamento controlado para combater a depressão e as crises de ansiedade.
“Ela fazia com que as pessoas ficassem contra mim, me excluía de reuniões e me ameaçava constantemente de demissão, sempre dizendo que seria por justa causa. Quando ela foi notificada da minha denúncia contra ela por assédio moral, me demitiu no dia seguinte”, desabafou o trabalhador.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo entrou em contato com a área de Relações Sindicais do banco para reverter o desligamento, sendo que o funcionário estava doente por conta de assédio moral. A resposta foi que a demissão será mantida. O ex-funcionário vai acionar o banco.
“A prática do Itaú está cada vez mais desumana, agora qualquer coisa é motivo para demissão por justa causa, por isso o bancários têm que tomar muito cuidado. Em caso de assédio moral, perseguição, procure imediatamente o Sindicato. Não confie nos instrumentos de denúncia do banco que demite por justa causa, que de justa não tem nada”, criticou a dirigente sindical e funcionária do Itaú, Valeska Pincovai.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato, empregados e demais entidades sindicais apoiam candidatura de Fabiana Uehara para o CA da Caixa
- Fique atento ao horário especial de funcionamento do Sindicato no Carnaval
- Banco Mercantil pagará segunda parcela da PLR no dia 4 de março
- PLR do Bradesco será paga no dia 27 de fevereiro
- Conquista do Sindicato: Mais 310 mulheres se formam com bolsas do projeto Mais Mulheres na TI
- Atendendo a pedido dos Sindicatos, Banco do Brasil antecipa pagamento da PLR para 3 de março
- ContrafCast aborda os impactos positivos da isenção do Imposto de Renda sobre o PIB
- COE Bradesco solicita o pagamento do PRB e banco nega
- Confira como vão funcionar os bancos durante o carnaval
- Cobranças levam Caixa a corrigir distorções no Super Caixa
- Fim da escala 6x1 avança na Câmara e reforça pauta histórica do Sindicato
- Participe da enquete sobre o PL 581/2019 que trata da isenção de IR sobre a PLR
- Associações representativas e Sindicato orientam voto na AGO da Cabesp
- Reforma do Imposto de Renda amplia isenção e avança na justiça tributária para trabalhadores
- Bradesco lucra R$ 24,6 bilhões em 2025, mas fecha quase 2 mil postos e reduz rede de atendimento