10/12/2015
Luta sindical consegue que Itaú estanque demissões este ano
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Dirigentes do Sindicato dos Bancários de São Paulo conseguiram, em reunião com a direção do Itaú, garantir que as demissões que vinham sendo promovidas, principalmente na área de tecnologia, sejam estancadas este ano. Foram suspensos inclusive cortes que estavam programados.
Na próxima semana deve ser agendada outra reunião, desta vez para tratar do processo de reestruturação do setor tecnológico. Chamado de ‘horizontalização’, estava sendo colocado em prática pelo banco sem qualquer discussão com o movimento sindical. O Sindicato reivindica que essa reestruturação inclua a realocação dos trabalhadores para outros setores.
“Apesar de o banco negar que as demissões sejam decorrentes da reestruturação, a gente sabe que isso não é verdade. Queremos discutir esse processo, que não haja mais desligamentos e que, se necessário, os trabalhadores sejam transferidos para outras áreas, já que um banco com tamanha lucratividade não tem motivo para demitir ninguém”, critica Marta Soares, diretora executiva do sindicato e funcionária do Itaú.
“É muito frustrante para o trabalhador com mais de 15 anos de banco ouvir do gestor que está sendo demitido porque ele ou ela não está mais ‘performando’. Essa é uma das alegações mais usadas.” A dirigente lembra, ainda, que o processo de horizontalização sem o devido debate com o Sindicato pode prejudicar a avaliação de desempenho dos bancários, o que preocupa a categoria.
“Muitos estão sendo realocados e acabam avaliados por dois gestores diferentes. Isso pode influenciar negativamente na avaliação de desempenho, que é utilizada como critério para demissão ou para pagamento de remuneração”, explica Marta, adiantando que essa situação também será debatida com o banco.
Sobrecarga
Abastecer caixas, receber carro-forte, abrir e fechar o cofre e administrar: tudo isso ficou sob a responsabilidade de uma única funcionária, que é caixa, em uma unidade do Itaú na Vila Guarani. Após o gerente do local entrar em férias, o banco não enviou um substituto para a função. Com isso, a bancária acabou sendo encarregada de, sozinha, realizar todas as tarefas de gerência.
A situação já durava uma semana, apesar das solicitações do Sindicato que, na manhã da quarta-feira 9, fechou a agência. Um substituto chegou a ser enviado pelo banco, mas permaneceu por apenas dois dias. Somente após o fechamento da unidade, um novo funcionário foi destacado para cumprir a função até o retorno do gestor.
Na próxima semana deve ser agendada outra reunião, desta vez para tratar do processo de reestruturação do setor tecnológico. Chamado de ‘horizontalização’, estava sendo colocado em prática pelo banco sem qualquer discussão com o movimento sindical. O Sindicato reivindica que essa reestruturação inclua a realocação dos trabalhadores para outros setores.
“Apesar de o banco negar que as demissões sejam decorrentes da reestruturação, a gente sabe que isso não é verdade. Queremos discutir esse processo, que não haja mais desligamentos e que, se necessário, os trabalhadores sejam transferidos para outras áreas, já que um banco com tamanha lucratividade não tem motivo para demitir ninguém”, critica Marta Soares, diretora executiva do sindicato e funcionária do Itaú.
“É muito frustrante para o trabalhador com mais de 15 anos de banco ouvir do gestor que está sendo demitido porque ele ou ela não está mais ‘performando’. Essa é uma das alegações mais usadas.” A dirigente lembra, ainda, que o processo de horizontalização sem o devido debate com o Sindicato pode prejudicar a avaliação de desempenho dos bancários, o que preocupa a categoria.
“Muitos estão sendo realocados e acabam avaliados por dois gestores diferentes. Isso pode influenciar negativamente na avaliação de desempenho, que é utilizada como critério para demissão ou para pagamento de remuneração”, explica Marta, adiantando que essa situação também será debatida com o banco.
Sobrecarga
Abastecer caixas, receber carro-forte, abrir e fechar o cofre e administrar: tudo isso ficou sob a responsabilidade de uma única funcionária, que é caixa, em uma unidade do Itaú na Vila Guarani. Após o gerente do local entrar em férias, o banco não enviou um substituto para a função. Com isso, a bancária acabou sendo encarregada de, sozinha, realizar todas as tarefas de gerência.
A situação já durava uma semana, apesar das solicitações do Sindicato que, na manhã da quarta-feira 9, fechou a agência. Um substituto chegou a ser enviado pelo banco, mas permaneceu por apenas dois dias. Somente após o fechamento da unidade, um novo funcionário foi destacado para cumprir a função até o retorno do gestor.
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