25/11/2015
Dia 25 de novembro: conscientização, mobilização e luta!
Nesta quarta-feira 25, a Fetec-CUT/SP e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres realiza atividade na Praça Patriarca, no centro da capital paulista, para chamar a atenção ao Dia Internacional de Luta pelo Fim da Violência contra a Mulher. A secretária Denise Motta Dau participará da mobilização.
Além de receber material sobre a importância da data, as mulheres poderão ser atendidas no ônibus lilás, que tem duas salas privativas para atendimento multidisciplinar para combate a violência. “Essa será uma oportunidade para que as mulheres vítimas de violência recebam atendimento, orientações e encaminhamentos para sair da situação de violentadas”, afirma Crislaine Bertazzi, diretora de Políticas Públicas da Fetec-CUT/SP.
A violência contra a mulher é um fenômeno que atinge todas as classes sociais, independente do nível de escolaridade, idade ou região do país. E se agrava com o preconceito racial. Ela apresenta-se de diferentes formas, causando sofrimento físico, psicológico e econômico. São atos que podem ocorrer em âmbito público e privado e em diferentes áreas de convívio social, inclusive familiar.
“Combater a violência deve ser uma luta diária, mas esse ato é importante para alertar a população sobre as estatísticas alarmantes. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), uma a cada três mulheres sofre de violência doméstica no mundo”, ressalta Aline Molina, diretora de Finanças da Fetec-CUT/SP.
Data
Dia 25 de novembro de 1960 ficou conhecido mundialmente devido ao maior ato de violência cometida contra mulheres. As irmãs Dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país (República Dominicana) foram perseguidas, diversas vezes presas, até serem brutalmente assassinadas por agentes do governo militar. A ditadura simulou um acidente.
Escolhida em 1961, na Colômbia, durante o Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho, a data foi declarada oficialmente como o “Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher na Assembleia Geral das Nações Unidas no ano de 1999, em homenagem as irmãs Mirabal, que ficaram conhecidas como “Las Mariposas”, que significa “As Borboletas”.
Além de receber material sobre a importância da data, as mulheres poderão ser atendidas no ônibus lilás, que tem duas salas privativas para atendimento multidisciplinar para combate a violência. “Essa será uma oportunidade para que as mulheres vítimas de violência recebam atendimento, orientações e encaminhamentos para sair da situação de violentadas”, afirma Crislaine Bertazzi, diretora de Políticas Públicas da Fetec-CUT/SP.
A violência contra a mulher é um fenômeno que atinge todas as classes sociais, independente do nível de escolaridade, idade ou região do país. E se agrava com o preconceito racial. Ela apresenta-se de diferentes formas, causando sofrimento físico, psicológico e econômico. São atos que podem ocorrer em âmbito público e privado e em diferentes áreas de convívio social, inclusive familiar.
“Combater a violência deve ser uma luta diária, mas esse ato é importante para alertar a população sobre as estatísticas alarmantes. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), uma a cada três mulheres sofre de violência doméstica no mundo”, ressalta Aline Molina, diretora de Finanças da Fetec-CUT/SP.
Data
Dia 25 de novembro de 1960 ficou conhecido mundialmente devido ao maior ato de violência cometida contra mulheres. As irmãs Dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país (República Dominicana) foram perseguidas, diversas vezes presas, até serem brutalmente assassinadas por agentes do governo militar. A ditadura simulou um acidente.
Escolhida em 1961, na Colômbia, durante o Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e Caribenho, a data foi declarada oficialmente como o “Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher na Assembleia Geral das Nações Unidas no ano de 1999, em homenagem as irmãs Mirabal, que ficaram conhecidas como “Las Mariposas”, que significa “As Borboletas”.
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