13/10/2015
Sem limites, Itaú faz bancário chegar de madrugada e até dormir no CAT
Os bancos estão sentindo o peso e a força da mobilização dos bancários contra a ultrajante proposta da Fenaban, de perdas de 4% para salários, PLR, piso e vales. Ao invés de apresentar nova proposta, tentam dividir a categoria e evitar adesão ainda maior ao movimento.
Para isso, lançam mão de prática ilegal e antissindical. Parte dos funcionários do Centro Administrativo Tatuapé (CAT), em São Paulo, foi forçada a chegar de madrugada para o trabalho e até dormir no local no segundo dia de greve, quarta-feira 7.
Dirigentes sindicais chegaram ao CAT logo cedo, para mobilizar bancários da concentração localizada na zona leste da capital paulista. Após receberem denúncia anônima, os representantes dos trabalhadores confirmaram o desrespeito à Lei de Greve.
“Contamos cerca de 400 bancários no interior do prédio. Encontramos pessoas dormindo em colchonetes no chão, sofás e outros debruçados nas estações de trabalho. Isso é prática antissindical. Um desrespeito ao direito de greve, previsto na Constituição”, relata o dirigente sindical e bancário do Itaú Sérgio Lopes. “Onde está o banco que aparece nas propagandas, que diz valorizar tanto a responsabilidade social?”, questiona.
A maioria dos funcionários do CAT são mulheres. O Itaú, ao obrigar que cheguem de madrugada, fora do turno normal, coloca em risco a segurança dos trabalhadores e os afasta do convívio com suas famílias. Segundo os dirigentes, quando chegaram ao CAT, depararam-se com uma grande fila de táxis que traziam bancários até a concentração.
“Para isso o Itaú tem dinheiro. Agora, para melhorar o transporte rotineiro até o CAT, aumentando o número de veículos e melhorando suas condições, não tem”, destaca.
Outro flagrante: máquinas com aviso para não serem desligadas. O banco faz isso com objetivo de contingenciar. Com o computador ligado, o funcionário pode acessá-lo de outro local e trabalhar remotamente. “Essa postura não diminui a insatisfação dos trabalhadores com a proposta apresentada pela Fenaban e muito menos a disposição da categoria na luta por aumento real e melhores condições de trabalho”, enfatiza Lopes.
Para isso, lançam mão de prática ilegal e antissindical. Parte dos funcionários do Centro Administrativo Tatuapé (CAT), em São Paulo, foi forçada a chegar de madrugada para o trabalho e até dormir no local no segundo dia de greve, quarta-feira 7.
Dirigentes sindicais chegaram ao CAT logo cedo, para mobilizar bancários da concentração localizada na zona leste da capital paulista. Após receberem denúncia anônima, os representantes dos trabalhadores confirmaram o desrespeito à Lei de Greve.
“Contamos cerca de 400 bancários no interior do prédio. Encontramos pessoas dormindo em colchonetes no chão, sofás e outros debruçados nas estações de trabalho. Isso é prática antissindical. Um desrespeito ao direito de greve, previsto na Constituição”, relata o dirigente sindical e bancário do Itaú Sérgio Lopes. “Onde está o banco que aparece nas propagandas, que diz valorizar tanto a responsabilidade social?”, questiona.
A maioria dos funcionários do CAT são mulheres. O Itaú, ao obrigar que cheguem de madrugada, fora do turno normal, coloca em risco a segurança dos trabalhadores e os afasta do convívio com suas famílias. Segundo os dirigentes, quando chegaram ao CAT, depararam-se com uma grande fila de táxis que traziam bancários até a concentração.
“Para isso o Itaú tem dinheiro. Agora, para melhorar o transporte rotineiro até o CAT, aumentando o número de veículos e melhorando suas condições, não tem”, destaca.
Outro flagrante: máquinas com aviso para não serem desligadas. O banco faz isso com objetivo de contingenciar. Com o computador ligado, o funcionário pode acessá-lo de outro local e trabalhar remotamente. “Essa postura não diminui a insatisfação dos trabalhadores com a proposta apresentada pela Fenaban e muito menos a disposição da categoria na luta por aumento real e melhores condições de trabalho”, enfatiza Lopes.
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