02/10/2015
Frente Brasil Popular vai às ruas no Dia Nacional de Lutas neste sábado 3
Formada por movimentos sociais, populares, estudantis e centrais sindicais, a Frente Brasil Popular levará milhares de pessoas às ruas, em diferentes regiões do Brasil, neste sábado (3), pautadas pelo Dia Nacional em Defesa da Democracia, da Petrobras e Contra o Ajuste Fiscal.
Na região, a atividade será realizada no calçadão de São José do Rio Preto, com concentração em frente ao Praça Shopping, na rua Bernardino de Campos, nº 2940, às 10 horas. “O ato público terá participação de sindicatos e movimentos sociais do campo e da cidade”, explica Roberto Carlos Vicentim, coordenador da subsede da CUT de São José do Rio Preto.
Os movimentos reforçam que o petróleo e o pré-sal são riquezas que devem servir para melhorar a vida da classe trabalhadora, como os royalties para a educação e a saúde que podem ajudar na melhoria das escolas públicas, no fortalecimento do SUS e outros programas sociais.
As organizações alertam para os interesses de parlamentares, de países e de empresas que querem se apoderar do pré-sal derrubando o modelo de partilha, que diz respeito à exploração de petróleo e do gás natural, como é o caso do Projeto de Lei nº131/2015, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que alargaria a presença de petrolíferas estrangeiras pra explorar a riqueza brasileira.
Às ruas do país, os movimentos reforçam também a defesa da democracia participativa e se colocam contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, proposto por setores conservadores e elitistas do Brasil que, segundo manifesto elaborado pelas entidades, deveriam cobrar, de fato, o combate à corrupção com reforma do sistema político e o fim do financiamento empresarial de campanha eleitoral.
Mas, em contrapartida, afirmam que são os ricos que devem pagar a conta. Em 2013, alguns milionários, donos ou sócios de grandes empresas, arrecadaram quase R$ 200 bilhões, mas não pagaram impostos. “O Brasil é um dos poucos países do mundo que não tributa lucros e dividendos de acionistas”, completa Vicentim.
Para as lideranças dos movimentos sociais, os custos do ajuste fiscal feito atualmente não podem ser debitados nas contas da classe trabalhadora. Eles apontam a taxação das grandes fortunas, das grandes heranças e o combate à sonegação para superar desigualdades sociais e a crise econômica.
Entenda
A Frente Brasil Popular agrega centrais sindicais, movimentos sociais, populares do campo, da cidade e movimentos estudantis, com o objetivo de unificar os diversos movimentos em defesa dos direitos da classe trabalhadora. É organizada em todos os estados brasileiros. Em São Paulo, as ações são lideradas pelo Fórum dos Movimentos Sociais do Estado de São Paulo.
Manifesto da Frente Brasil Popular: CLIQUE AQUI
Entenda os motivos que levarão os movimentos às ruas: CLIQUE AQUI
Na região, a atividade será realizada no calçadão de São José do Rio Preto, com concentração em frente ao Praça Shopping, na rua Bernardino de Campos, nº 2940, às 10 horas. “O ato público terá participação de sindicatos e movimentos sociais do campo e da cidade”, explica Roberto Carlos Vicentim, coordenador da subsede da CUT de São José do Rio Preto.
Os movimentos reforçam que o petróleo e o pré-sal são riquezas que devem servir para melhorar a vida da classe trabalhadora, como os royalties para a educação e a saúde que podem ajudar na melhoria das escolas públicas, no fortalecimento do SUS e outros programas sociais.
As organizações alertam para os interesses de parlamentares, de países e de empresas que querem se apoderar do pré-sal derrubando o modelo de partilha, que diz respeito à exploração de petróleo e do gás natural, como é o caso do Projeto de Lei nº131/2015, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que alargaria a presença de petrolíferas estrangeiras pra explorar a riqueza brasileira.
Às ruas do país, os movimentos reforçam também a defesa da democracia participativa e se colocam contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, proposto por setores conservadores e elitistas do Brasil que, segundo manifesto elaborado pelas entidades, deveriam cobrar, de fato, o combate à corrupção com reforma do sistema político e o fim do financiamento empresarial de campanha eleitoral.
Mas, em contrapartida, afirmam que são os ricos que devem pagar a conta. Em 2013, alguns milionários, donos ou sócios de grandes empresas, arrecadaram quase R$ 200 bilhões, mas não pagaram impostos. “O Brasil é um dos poucos países do mundo que não tributa lucros e dividendos de acionistas”, completa Vicentim.
Para as lideranças dos movimentos sociais, os custos do ajuste fiscal feito atualmente não podem ser debitados nas contas da classe trabalhadora. Eles apontam a taxação das grandes fortunas, das grandes heranças e o combate à sonegação para superar desigualdades sociais e a crise econômica.
Entenda
A Frente Brasil Popular agrega centrais sindicais, movimentos sociais, populares do campo, da cidade e movimentos estudantis, com o objetivo de unificar os diversos movimentos em defesa dos direitos da classe trabalhadora. É organizada em todos os estados brasileiros. Em São Paulo, as ações são lideradas pelo Fórum dos Movimentos Sociais do Estado de São Paulo.
Manifesto da Frente Brasil Popular: CLIQUE AQUI
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