08/06/2015
Sindicato dos Bancários mobiliza funcionários do HSBC em luta por empregos
Sindicato dos Bancários está realizando reuniões nas agências do HSBC da região para mobilizar os funcionários na luta por seus direitos e pela preservação dos empregos. A iniciativa visa preparar a categoria frente à possibilidade do banco inglês vender suas operações no Brasil. As negociações, já em andamento, alarmaram os 21 mil funcionários da instituição.
De acordo com o dirigente sindical Luiz Eduardo Campolungo, várias ações foram traçadas pelos movimentos sindicais na tentativa de “blindar” os funcionários. “Nos processos de venda, seja fusão ou incorporação, os prejuízos sempre recaem sobre os empregados, tanto da empresa que compra quando da que é comprada”, argumenta.
Entre as estratégias dos sindicatos estão a contratação de um escritório jurídico especializado para acompanhar as negociações no Banco Central e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Jornalistas também filtram e apuram as informações. A mobilização, também liderada pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC, ainda chegou ao Congresso Nacional - um corpo a corpo buscou apoio dos parlamentares para a campanha de preservação dos empregos.
Na visão de Eduardo, o funcionário precisa estar ciente de que, seja qual for o desfecho, nenhuma opção será boa. “Precisamos parar de especular quem será o comprador e nos organizar para defender nossos direitos e empregos”, salienta.
Direitos
O Sindicato defende desde 2013 a assinatura de um acordo aditivo pelo banco, formalizando direitos adquiridos pelos funcionários que não constam no acordo coletivo de trabalho - para que, assim, sejam mantidos pelo futuro comprador.
Cronograma
O processo de venda do HSBC está em andamento desde abril, quando foi contratada a empresa de fusões e aquisições Goldman Sachs. Em julho vence o prazo para os interessados apresentarem propostas. A venda será efetivada em agosto.
Problemas
O HSBC está envolvido no escândalo SwissLeaks, em que seu braço suíço teria ajudado clientes a sonegar impostos; congelou 137 milhões de dólares para indenizações; e ainda responde denúncias por manipular o mercado de câmbio. No Brasil, foi o único banco a reduzir quadro e agências de 2010 a 2014.
Revisão
As dúvidas que pairam sobre a postura do HSBC levaram a equipe jurídica contratada pelas centrais sindicais a revisar os balanços apresentados pelo banco. Eles apuram porque não houve pagamento de PLR e PPR aos funcionários em anos anteriores e se há, realmente, justificativa para isso.
Fonte: Seeb Catanduva
De acordo com o dirigente sindical Luiz Eduardo Campolungo, várias ações foram traçadas pelos movimentos sindicais na tentativa de “blindar” os funcionários. “Nos processos de venda, seja fusão ou incorporação, os prejuízos sempre recaem sobre os empregados, tanto da empresa que compra quando da que é comprada”, argumenta.
Entre as estratégias dos sindicatos estão a contratação de um escritório jurídico especializado para acompanhar as negociações no Banco Central e no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Jornalistas também filtram e apuram as informações. A mobilização, também liderada pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do HSBC, ainda chegou ao Congresso Nacional - um corpo a corpo buscou apoio dos parlamentares para a campanha de preservação dos empregos.
Na visão de Eduardo, o funcionário precisa estar ciente de que, seja qual for o desfecho, nenhuma opção será boa. “Precisamos parar de especular quem será o comprador e nos organizar para defender nossos direitos e empregos”, salienta.
Direitos
O Sindicato defende desde 2013 a assinatura de um acordo aditivo pelo banco, formalizando direitos adquiridos pelos funcionários que não constam no acordo coletivo de trabalho - para que, assim, sejam mantidos pelo futuro comprador.
Cronograma
O processo de venda do HSBC está em andamento desde abril, quando foi contratada a empresa de fusões e aquisições Goldman Sachs. Em julho vence o prazo para os interessados apresentarem propostas. A venda será efetivada em agosto.
Problemas
O HSBC está envolvido no escândalo SwissLeaks, em que seu braço suíço teria ajudado clientes a sonegar impostos; congelou 137 milhões de dólares para indenizações; e ainda responde denúncias por manipular o mercado de câmbio. No Brasil, foi o único banco a reduzir quadro e agências de 2010 a 2014.
Revisão
As dúvidas que pairam sobre a postura do HSBC levaram a equipe jurídica contratada pelas centrais sindicais a revisar os balanços apresentados pelo banco. Eles apuram porque não houve pagamento de PLR e PPR aos funcionários em anos anteriores e se há, realmente, justificativa para isso.
Fonte: Seeb Catanduva
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