02/12/2014
Proposta sobre plano de saúde aumenta os custos para os bancários do Itaú
Crédito: Contraf-CUT
A proposta do banco Itaú sobre o plano de saúde sofreu alterações que, de um modo geral, aumentam os custos para os bancários. A proposta foi apresentada durante a reunião realizada na última segunda-feira, 1º, entre a Comissão de Organização de Empregados (COE) do Itaú e os representantes do banco Marcelo Orticelli, diretor de relações do Trabalho, e Marco Aurélio de Oliveira, superintendente de Relações Sindicais.
Um dos principais pontos negativos para os trabalhadores foi a mudança da filosofia de cobertura do plano. O novo modelo apresentado torna o plano individualizado, diferente do padrão familiar que foi aprovado pelos funcionários em 2010.
A criação de dois modelos de plano também não foi bem aceita pelos funcionários do banco. “Dessa forma, o Itaú está segregando os trabalhadores. Aqueles que foram contratados a partir da vigência do novo plano não terão os mesmos benefícios que têm os que já estavam na ativa” afirmou o diretor Carlos Alberto Moretto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e funcionário do Itaú.
"Essa proposta unilateral e gananciosa surge no momento em que o banco obtém lucro bilionário maior que o outro. A hora é de melhoria e barateamento do plano para seus trabalhadores e não o contrário", declara Jair Alves, integrante da coordenação da COE do Itaú.
Plano de demissão voluntária
O Itaú apresentou, na última semana, um PDV (Plano de Demissão Voluntária) para os assessores operacionais das áreas empresariais EMP II (varejo) III e IV.
Durante a reunião, os representantes do banco garantiram que o prazo de adesão vai até junho de 2015 e que estão elegíveis 1.400 empregados em todo o país, dos quais 500 já teriam sido realocados.
Eles garantiram ainda que os funcionários que gozam de qualquer tipo de estabilidade não deverão ser procurados pelos gestores para adesão ao PDV.
"Os funcionários não devem aceitar o verdadeiro clima de terror que os gestores estão fazendo ao afirmar que o prazo de adesão se encerraria em 3 de dezembro. Queremos a manutenção dos empregos e que o processo de realocação garanta esses postos de trabalho no Itaú", declara Wanderley Crivellari, integrante da coordenação da COE do Itaú.

Um dos principais pontos negativos para os trabalhadores foi a mudança da filosofia de cobertura do plano. O novo modelo apresentado torna o plano individualizado, diferente do padrão familiar que foi aprovado pelos funcionários em 2010.
A criação de dois modelos de plano também não foi bem aceita pelos funcionários do banco. “Dessa forma, o Itaú está segregando os trabalhadores. Aqueles que foram contratados a partir da vigência do novo plano não terão os mesmos benefícios que têm os que já estavam na ativa” afirmou o diretor Carlos Alberto Moretto, diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e funcionário do Itaú.
"Essa proposta unilateral e gananciosa surge no momento em que o banco obtém lucro bilionário maior que o outro. A hora é de melhoria e barateamento do plano para seus trabalhadores e não o contrário", declara Jair Alves, integrante da coordenação da COE do Itaú.
Plano de demissão voluntária
O Itaú apresentou, na última semana, um PDV (Plano de Demissão Voluntária) para os assessores operacionais das áreas empresariais EMP II (varejo) III e IV.
Durante a reunião, os representantes do banco garantiram que o prazo de adesão vai até junho de 2015 e que estão elegíveis 1.400 empregados em todo o país, dos quais 500 já teriam sido realocados.
Eles garantiram ainda que os funcionários que gozam de qualquer tipo de estabilidade não deverão ser procurados pelos gestores para adesão ao PDV.
"Os funcionários não devem aceitar o verdadeiro clima de terror que os gestores estão fazendo ao afirmar que o prazo de adesão se encerraria em 3 de dezembro. Queremos a manutenção dos empregos e que o processo de realocação garanta esses postos de trabalho no Itaú", declara Wanderley Crivellari, integrante da coordenação da COE do Itaú.
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