23/04/2012
CUT quer formar dirigentes qualificados para transformar o mundo
A CUT deve ter uma preocupação em formar novos quadros de dirigentes capazes de transformar o mundo e interferir na disputa de hegemonia na sociedade em torno de um modelo que melhor represente a classe trabalhadora.
Assim, o presidente da Central, Vagner Freitas, externou a importância de fortalecer a Rede Nacional de Formação da CUT. Destacando os 30 anos da maior e mais representativa central do Brasil, organizada em todos os ramos de atividades, Vagner disse que a CUT é a única entidade sindical das Américas que tem condição de ser agente social e influir na vida política do país.
Vagner participou do XVIII Encontro Nacional de Formação (Enafor) da CUT, realizado de 18 a 21 de abril, em São Paulo. Pela Contraf-CUT, esteve presente William Mendes, secretário de Formação.
"Sem educação você não faz revolução, sem consciência não tem transformação. Sem formação, você não faz o sindicalismo com a qualidade que nós queremos. Sindicato tem que ser um instrumento de luta para transformar a sociedade", declarou o presidente da CUT.
Para Maria Godói, secretária adjunta da Secretaria-Geral da CUT, ao investir na formação, na estruturação e na equipe das escolas, a Central está pensando no futuro e na organização da classe trabalhadora para que de fato se possa interferir nas políticas do País e nas mudanças tão necessárias.
"Tenho certeza que pelo o que a Secretaria de Formação apresentou, assimilando todo processo que tivemos nos planejamentos até agora, vamos conseguir dar de fato um salto de qualidade a partir de um esforço e comprometimento de todos nós junto às demais secretarias. Em cada encontro macrossetor apareceu a importância do fortalecimento, crescimento e sindicalização para que as pessoas possam compreender a história e a importância da Formação da CUT", informou.
Fundada em alguns princípios políticos que orientam a prática educativa, a metodologia de formação CUTista está organizada em três bases fundamentais: classista, democrática e emancipadora.
Quando se forjou a concepção de Rede Nacional de Formação garantiram-se dois outros princípios políticos estratégicos: organicidade, com ação em rede em consonância com a estratégia organizativa da CUT desde os locais de trabalho, e indelegabilidade, ou seja, a formação dos/as trabalhadores/as que se identificam com o projeto estratégico da CUT é de responsabilidade das próprias instâncias da Central.
Os objetivos da rede hoje são potencializar ações nacionalmente articuladas, desenvolver um processo de reflexões e formulações contribuindo para qualificar as definições de políticas por parte das instâncias, fortalecer a estratégia organizativa da CUT e que as escolas sindicais recuperem seu papel de espaço de formulação para além da formação.
"Temos que fortalecer nossos espaços de formação de dirigentes para intervir nessa complexa agenda que temos hoje, seja do ponto de vista do mercado de trabalho, como também na questão do desenvolvimento", afirmou Martinho.
CUT 30 anos
No final dos trabalhos, em ato pelos 30 anos da CUT, o Enafor prestou uma homenagem a dois companheiros que estiveram presentes no 1º Encontro Nacional de Formação e que tanto contribuíram para a história da Central: Roberto Franklin de Leão, presidente da CNTE, e Archimedes Lazzeri, ex-assessor da Secretaria Nacional de Formação.
O presidente e o secretário nacional de Formação da CUT, José Celestino Lourenço, o Tino, entregou aos homenageados uma placa com os seguintes dizeres: 'olhar o passado é compreender o presente, é obter da experiência, sabedoria e vigor capazes de transformar um país.'
Assim, o presidente da Central, Vagner Freitas, externou a importância de fortalecer a Rede Nacional de Formação da CUT. Destacando os 30 anos da maior e mais representativa central do Brasil, organizada em todos os ramos de atividades, Vagner disse que a CUT é a única entidade sindical das Américas que tem condição de ser agente social e influir na vida política do país.
Vagner participou do XVIII Encontro Nacional de Formação (Enafor) da CUT, realizado de 18 a 21 de abril, em São Paulo. Pela Contraf-CUT, esteve presente William Mendes, secretário de Formação.
"Sem educação você não faz revolução, sem consciência não tem transformação. Sem formação, você não faz o sindicalismo com a qualidade que nós queremos. Sindicato tem que ser um instrumento de luta para transformar a sociedade", declarou o presidente da CUT.
Para Maria Godói, secretária adjunta da Secretaria-Geral da CUT, ao investir na formação, na estruturação e na equipe das escolas, a Central está pensando no futuro e na organização da classe trabalhadora para que de fato se possa interferir nas políticas do País e nas mudanças tão necessárias.
"Tenho certeza que pelo o que a Secretaria de Formação apresentou, assimilando todo processo que tivemos nos planejamentos até agora, vamos conseguir dar de fato um salto de qualidade a partir de um esforço e comprometimento de todos nós junto às demais secretarias. Em cada encontro macrossetor apareceu a importância do fortalecimento, crescimento e sindicalização para que as pessoas possam compreender a história e a importância da Formação da CUT", informou.
Fundada em alguns princípios políticos que orientam a prática educativa, a metodologia de formação CUTista está organizada em três bases fundamentais: classista, democrática e emancipadora.
Quando se forjou a concepção de Rede Nacional de Formação garantiram-se dois outros princípios políticos estratégicos: organicidade, com ação em rede em consonância com a estratégia organizativa da CUT desde os locais de trabalho, e indelegabilidade, ou seja, a formação dos/as trabalhadores/as que se identificam com o projeto estratégico da CUT é de responsabilidade das próprias instâncias da Central.
Os objetivos da rede hoje são potencializar ações nacionalmente articuladas, desenvolver um processo de reflexões e formulações contribuindo para qualificar as definições de políticas por parte das instâncias, fortalecer a estratégia organizativa da CUT e que as escolas sindicais recuperem seu papel de espaço de formulação para além da formação.
"Temos que fortalecer nossos espaços de formação de dirigentes para intervir nessa complexa agenda que temos hoje, seja do ponto de vista do mercado de trabalho, como também na questão do desenvolvimento", afirmou Martinho.
CUT 30 anos
No final dos trabalhos, em ato pelos 30 anos da CUT, o Enafor prestou uma homenagem a dois companheiros que estiveram presentes no 1º Encontro Nacional de Formação e que tanto contribuíram para a história da Central: Roberto Franklin de Leão, presidente da CNTE, e Archimedes Lazzeri, ex-assessor da Secretaria Nacional de Formação.
O presidente e o secretário nacional de Formação da CUT, José Celestino Lourenço, o Tino, entregou aos homenageados uma placa com os seguintes dizeres: 'olhar o passado é compreender o presente, é obter da experiência, sabedoria e vigor capazes de transformar um país.'
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