Contraf-Cut cobra BB para adesão da Cassi à resolução 254 da ANS
A Contraf-CUT e duas representantes eleitas na Cassi cobram o atendimento da reivindicação de que o Banco do Brasil apoie na próxima reunião do Conselho Deliberativo a adesão da Cassi à Resolução Normativa nº 254 da Agência Nacional de Saúde (ANS). O tema já foi pautado pela presidente do Conselho Deliberativo da Cassi, Fernanda Carisio, para a reunião que ocorrerá no dia 20.
"Estamos também aguardando o agendamento de uma nova negociação com o BB para discutir várias questões não resolvidas, como a adesão da Cassi à Resolução 254 da ANS e a extensão da Cassi e da Previ para os funcionários incorporados, bem como uma posição do banco sobre a jornada de seis horas para todos os trabalhadores", afirma William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT e coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
A nova diretora eleita de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Mirian Fochi, junto com o Sindicato dos Bancários de Brasília, se reuniu na quarta-feira (6) com o diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do BB, Carlos Eduardo Leal Néri, para reforçar a proposta do movimento sindical.
"Os conselheiros indicados pelo banco têm que aprovar a adesão na próxima reunião do Conselho Deliberativo. No caso da Cassi, a adesão ao regulamento não implica novos custos ou adaptação de normas, porque a Caixa de Assistência já oferece um rol de procedimentos superior ao previsto na regulamentação atual para planos de saúde", afirma o diretor do Sindicato, Eduardo Araújo.
A Resolução 254 dispõe sobre a adaptação e migração de contratos celebrados até 1º de janeiro de 1999. Com a edição da Resolução, esses planos deverão se adaptar por meio de um aditivo, a partir do qual ficam obrigados a cumprir todos os procedimentos médicos definidos pela ANS.
Os planos que não se adaptarem poderão continuar a existir, mas ficam impedidos de aceitar novos associados a partir de 4 de agosto deste ano, o que pode prejudicar milhares de trabalhadores.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb Brasília
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