06/08/2026
Financiários definem prioridades para a Campanha Nacional 2026
A minuta de reivindicações das financiárias e dos financiários para a Campanha Nacional 2026 foi aprovada nesta quinta-feira (6), durante a 8ª Conferência Nacional dos Financiários, realizada na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em São Paulo. O documento reúne as principais demandas da categoria para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e será submetido à aprovação em assembleias antes de ser entregue à Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi), dando início às negociações.
A edição de 2026 entrou para a história como a maior Conferência Nacional dos Financiários já realizada, reunindo representantes de todo o país para definir coletivamente as prioridades da campanha. O recorde de participação reforçou o compromisso da categoria com a construção de uma pauta alinhada à realidade dos trabalhadores e ao fortalecimento da negociação coletiva.
Esta também é a primeira campanha realizada integralmente com a nova data-base da categoria, fixada em 1º de outubro, mudança conquistada na Campanha Nacional de 2024 e que passou por um período de transição no ano passado.
"Participar da maior Conferência Nacional dos Financiários já realizada é reafirmar o compromisso do Sindicato com uma categoria que cresce ano após ano e tem desafios cada vez mais específicos. Estar presente nesse debate é fundamental para garantir que as reivindicações dos financiários reflitam a realidade dos trabalhadores e fortaleçam a negociação coletiva em defesa de mais direitos e melhores condições de trabalho", destacou Roberto Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
As prioridades da categoria foram definidas a partir da Consulta Nacional aos Financiários 2026, realizada entre 6 e 31 de julho. O levantamento registrou 601 respostas em todo o país, crescimento superior a 230% em relação à consulta de 2024.
O recorde de participação na conferência foi acompanhado por um resultado histórico também na consulta, que alcançou o maior número de respostas desde sua criação, fortalecendo a legitimidade da pauta que será defendida pela Comissão Nacional dos Financiários nas negociações com a Fenacrefi.
Além da consulta, a minuta incorporou as contribuições apresentadas pelos representantes das federações e sindicatos durante os dois dias de conferência, que debateram temas como saúde dos trabalhadores, organização do trabalho, perfil da categoria e cenário econômico do setor.
Para o diretor executivo da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Nacional dos Financiários, Jair Alves dos Santos, a ampla participação da categoria fortalece a legitimidade da pauta que será levada à mesa de negociação. "A pauta aprovada reflete aquilo que os financiários apontaram como prioridade. Entraremos na mesa de negociação com legitimidade e responsabilidade para defender a valorização da categoria, melhores condições de trabalho, proteção à saúde e a ampliação dos direitos."
Entre as prioridades econômicas aprovadas estão o aumento real dos salários, o reajuste diferenciado para o vale-alimentação (VA) e o vale-refeição (VR), o aumento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a valorização do piso salarial e o aperfeiçoamento do Plano de Cargos e Salários.
Nas cláusulas sociais, os financiários definiram como prioridades a estabilidade no emprego, a manutenção dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho, a ampliação das políticas de igualdade de oportunidades, melhorias nas condições de trabalho, fortalecimento da previdência complementar e medidas para prevenir o adoecimento e combater todas as formas de assédio no ambiente de trabalho.
Durante a conferência, os participantes também analisaram estudos apresentados pelo Dieese e pela Secretaria de Saúde da Contraf-CUT, que revelaram um setor altamente concentrado economicamente e marcado pela intensificação do trabalho. Os dados mostram crescimento do número de financiários, mas também a persistência das desigualdades salariais entre homens e mulheres e o avanço dos afastamentos relacionados à saúde mental, reforçando a necessidade de incluir o tema entre as prioridades da campanha.
A secretária do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Talita Regia da Silva, destacou que o encerramento da conferência representa o início de uma nova etapa da mobilização da categoria. "Encerramos a maior Conferência Nacional dos Financiários da nossa história. Esse recorde de participação demonstra que a categoria está mobilizada, quer participar das decisões e fortalece ainda mais a legitimidade da pauta que vamos levar à mesa de negociação. Agora, nossa responsabilidade é transformar essa força em conquistas para todos os financiários."
Com a aprovação da Conferência Nacional, a minuta de reivindicações será submetida às assembleias da categoria. Após a aprovação pelos trabalhadores, a pauta será entregue à Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi), marcando o início das negociações para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos financiários.
Ao encerrar os trabalhos, os delegados reafirmaram o compromisso de manter a mobilização durante toda a Campanha Nacional 2026. A expectativa é de que a ampla participação registrada na conferência e na Consulta Nacional fortaleça a categoria nas negociações com a Fenacrefi em defesa da valorização dos financiários, da manutenção dos direitos e da conquista de melhores condições de trabalho.
A edição de 2026 entrou para a história como a maior Conferência Nacional dos Financiários já realizada, reunindo representantes de todo o país para definir coletivamente as prioridades da campanha. O recorde de participação reforçou o compromisso da categoria com a construção de uma pauta alinhada à realidade dos trabalhadores e ao fortalecimento da negociação coletiva.
Esta também é a primeira campanha realizada integralmente com a nova data-base da categoria, fixada em 1º de outubro, mudança conquistada na Campanha Nacional de 2024 e que passou por um período de transição no ano passado.
"Participar da maior Conferência Nacional dos Financiários já realizada é reafirmar o compromisso do Sindicato com uma categoria que cresce ano após ano e tem desafios cada vez mais específicos. Estar presente nesse debate é fundamental para garantir que as reivindicações dos financiários reflitam a realidade dos trabalhadores e fortaleçam a negociação coletiva em defesa de mais direitos e melhores condições de trabalho", destacou Roberto Vicentim, presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
As prioridades da categoria foram definidas a partir da Consulta Nacional aos Financiários 2026, realizada entre 6 e 31 de julho. O levantamento registrou 601 respostas em todo o país, crescimento superior a 230% em relação à consulta de 2024.
O recorde de participação na conferência foi acompanhado por um resultado histórico também na consulta, que alcançou o maior número de respostas desde sua criação, fortalecendo a legitimidade da pauta que será defendida pela Comissão Nacional dos Financiários nas negociações com a Fenacrefi.
Além da consulta, a minuta incorporou as contribuições apresentadas pelos representantes das federações e sindicatos durante os dois dias de conferência, que debateram temas como saúde dos trabalhadores, organização do trabalho, perfil da categoria e cenário econômico do setor.
Para o diretor executivo da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Nacional dos Financiários, Jair Alves dos Santos, a ampla participação da categoria fortalece a legitimidade da pauta que será levada à mesa de negociação. "A pauta aprovada reflete aquilo que os financiários apontaram como prioridade. Entraremos na mesa de negociação com legitimidade e responsabilidade para defender a valorização da categoria, melhores condições de trabalho, proteção à saúde e a ampliação dos direitos."
Entre as prioridades econômicas aprovadas estão o aumento real dos salários, o reajuste diferenciado para o vale-alimentação (VA) e o vale-refeição (VR), o aumento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a valorização do piso salarial e o aperfeiçoamento do Plano de Cargos e Salários.
Nas cláusulas sociais, os financiários definiram como prioridades a estabilidade no emprego, a manutenção dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho, a ampliação das políticas de igualdade de oportunidades, melhorias nas condições de trabalho, fortalecimento da previdência complementar e medidas para prevenir o adoecimento e combater todas as formas de assédio no ambiente de trabalho.
Durante a conferência, os participantes também analisaram estudos apresentados pelo Dieese e pela Secretaria de Saúde da Contraf-CUT, que revelaram um setor altamente concentrado economicamente e marcado pela intensificação do trabalho. Os dados mostram crescimento do número de financiários, mas também a persistência das desigualdades salariais entre homens e mulheres e o avanço dos afastamentos relacionados à saúde mental, reforçando a necessidade de incluir o tema entre as prioridades da campanha.
A secretária do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Talita Regia da Silva, destacou que o encerramento da conferência representa o início de uma nova etapa da mobilização da categoria. "Encerramos a maior Conferência Nacional dos Financiários da nossa história. Esse recorde de participação demonstra que a categoria está mobilizada, quer participar das decisões e fortalece ainda mais a legitimidade da pauta que vamos levar à mesa de negociação. Agora, nossa responsabilidade é transformar essa força em conquistas para todos os financiários."
Com a aprovação da Conferência Nacional, a minuta de reivindicações será submetida às assembleias da categoria. Após a aprovação pelos trabalhadores, a pauta será entregue à Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi), marcando o início das negociações para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos financiários.
Ao encerrar os trabalhos, os delegados reafirmaram o compromisso de manter a mobilização durante toda a Campanha Nacional 2026. A expectativa é de que a ampla participação registrada na conferência e na Consulta Nacional fortaleça a categoria nas negociações com a Fenacrefi em defesa da valorização dos financiários, da manutenção dos direitos e da conquista de melhores condições de trabalho.
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