16/09/2026
Caixa: Após cobrança da Contraf-CUT e em meio à greve, negociações serão retomadas nesta quarta (16)
Após cobrança da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a Caixa Econômica Federal marcou para esta quarta-feira (16), a retomada das negociações com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).
A mesa ocorre em meio à greve nacional das empregadas e dos empregados da Caixa, iniciada em 10 de setembro, após a rejeição da proposta apresentada pelo banco. No dia 11, uma segunda rodada de assembleias voltou a rejeitar a proposta e manteve a paralisação.
“A Caixa precisa compreender o recado dado pelos empregados nas assembleias e na greve que acontece em todo o país e apresentar uma proposta que realmente responda às expectativas da categoria. E isso não se resume ao Saúde Caixa. Precisamos de compromissos concretos com a valorização e o reconhecimento dos empregados, com carreira, remuneração e, principalmente, com melhores condições de trabalho”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.
Campanha e negociações
A mesa ocorre em meio à greve nacional das empregadas e dos empregados da Caixa, iniciada em 10 de setembro, após a rejeição da proposta apresentada pelo banco. No dia 11, uma segunda rodada de assembleias voltou a rejeitar a proposta e manteve a paralisação.
“A Caixa precisa compreender o recado dado pelos empregados nas assembleias e na greve que acontece em todo o país e apresentar uma proposta que realmente responda às expectativas da categoria. E isso não se resume ao Saúde Caixa. Precisamos de compromissos concretos com a valorização e o reconhecimento dos empregados, com carreira, remuneração e, principalmente, com melhores condições de trabalho”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen.
Campanha e negociações
- 19 de junho: o 41º Conecef aprova a pauta específica, com reivindicações sobre Saúde Caixa, valorização, carreira, remuneração variável, condições de trabalho e defesa da Caixa pública;
- 24 de junho: Contraf-CUT, federações e sindicatos entregam oficialmente a minuta de reivindicações à Caixa;
- 8 de julho: começam as negociações específicas. Ao longo de julho e agosto, as mesas tratam de Saúde Caixa, PFG, PCS, PSI, Promoção por Mérito, remuneração variável, emprego, metas, assédio, adoecimento e condições de trabalho;
- 29 de agosto: após dez rodadas, a Caixa apresenta uma proposta considerada final, posteriormente submetida às assembleias;
- 3 e 4 de setembro: a proposta é rejeitada pela grande maioria das bases. Em 93 bases sindicais, os empregados aprovam greve por tempo indeterminado a partir de 10 de setembro;
- 9 e 10 de setembro: as negociações são retomadas e a Caixa apresenta nova proposta. A greve começa no dia 10;
- 11 de setembro: a maioria das bases rejeita novamente a proposta e decide pela continuidade da greve;
- 12 de setembro: Contraf-CUT envia ofício cobrando a retomada das negociações, a manutenção da ultratividade, dos direitos previstos no ACT e do Saúde Caixa enquanto a negociação estiver em andamento;
- 13 de setembro: após cobrança da Contraf-CUT, a Caixa recuou da suspensão dos direitos previstos na CCT e ACT e aceitar reabrir as negociações;
- 15 de setembro: Caixa chama nova mesa de negociações para esta quarta-feira (16);
- 16 de setembro: Caixa e CEE vão retomar a mesa de negociação nesta quarta-feira.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese