13/09/2026
Maioria das bases rejeita proposta da Caixa e greve continua
A maioria das bases de empregados e empregadas da Caixa Econômica Federal rejeitou, nesta sexta-feira (11), a proposta apresentada pelo banco para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico. Com a decisão das assembleias, a greve da categoria continua.
> Bancários de Catanduva e região rejeitam proposta de ACT da Caixa
A coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen, destacou que a decisão tomada pelas bases deve ser respeitada e valorizou o processo democrático de consulta à categoria. “A decisão dos empregados e das empregadas deve ser respeitada. As assembleias são o espaço democrático para que a categoria avalie a proposta e defina coletivamente os rumos da campanha. A mobilização continua e seguiremos defendendo os interesses dos trabalhadores e buscando a melhor solução por meio da negociação.”
As assembleias foram realizadas ao longo desta sexta-feira, após a Caixa apresentar uma proposta final na quinta-feira (10). Na ocasião, o banco informou que, caso os termos não fossem aprovados pela categoria dentro do prazo, retiraria a proposta e ingressaria com dissídio coletivo, situação em que as questões não seriam mais definidas por meio de negociação entre as partes, mas por decisão judicial. Por isso, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) havia orientado a categoria a avaliar os termos apresentados e deliberar coletivamente sobre os rumos da campanha.
Entre os pontos da proposta estavam a manutenção das cláusulas negociadas nas mesas de negociação de 2026, medidas relacionadas ao Saúde Caixa, avanços na Promoção por Mérito, ações de saúde integral, diversidade, flexibilização de ausências e questões relacionadas às condições de trabalho e atendimento.
A greve teve início na quinta-feira (10) e segue por tempo indeterminado. Com a rejeição da proposta pela maioria das bases, a categoria mantém a mobilização enquanto são definidos os próximos passos da campanha.
> Bancários de Catanduva e região rejeitam proposta de ACT da Caixa
A coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen, destacou que a decisão tomada pelas bases deve ser respeitada e valorizou o processo democrático de consulta à categoria. “A decisão dos empregados e das empregadas deve ser respeitada. As assembleias são o espaço democrático para que a categoria avalie a proposta e defina coletivamente os rumos da campanha. A mobilização continua e seguiremos defendendo os interesses dos trabalhadores e buscando a melhor solução por meio da negociação.”
As assembleias foram realizadas ao longo desta sexta-feira, após a Caixa apresentar uma proposta final na quinta-feira (10). Na ocasião, o banco informou que, caso os termos não fossem aprovados pela categoria dentro do prazo, retiraria a proposta e ingressaria com dissídio coletivo, situação em que as questões não seriam mais definidas por meio de negociação entre as partes, mas por decisão judicial. Por isso, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) havia orientado a categoria a avaliar os termos apresentados e deliberar coletivamente sobre os rumos da campanha.
Entre os pontos da proposta estavam a manutenção das cláusulas negociadas nas mesas de negociação de 2026, medidas relacionadas ao Saúde Caixa, avanços na Promoção por Mérito, ações de saúde integral, diversidade, flexibilização de ausências e questões relacionadas às condições de trabalho e atendimento.
A greve teve início na quinta-feira (10) e segue por tempo indeterminado. Com a rejeição da proposta pela maioria das bases, a categoria mantém a mobilização enquanto são definidos os próximos passos da campanha.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese