09/06/2026
Em Dia Nacional de Luta, Sindicato mobiliza empregados da Caixa e cobra compromisso do banco com a saúde dos trabalhadores
A terça-feira (9) começou com mobilização para as empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal. O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região percorreu as agências de sua base para dialogar com os trabalhadores, distribuir materiais informativos e reforçar a importância da luta em defesa do Saúde Caixa e do direito à saúde.
A atividade integra o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, convocado pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa). O objetivo é ampliar o debate sobre o futuro do plano de saúde e pressionar a direção da Caixa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial destinado ao custeio do Saúde Caixa, limitação imposta pelo estatuto do banco e que vem comprometendo a sustentabilidade do plano.
A atividade integra o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, convocado pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa). O objetivo é ampliar o debate sobre o futuro do plano de saúde e pressionar a direção da Caixa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial destinado ao custeio do Saúde Caixa, limitação imposta pelo estatuto do banco e que vem comprometendo a sustentabilidade do plano.

“Nossa preocupação é ainda maior diante da postura da Caixa, que já sinalizou pretender apresentar propostas que podem elevar os custos arcados pelos usuários. Qualquer tentativa de transferir ainda mais despesas aos empregados ignora a responsabilidade da Caixa na manutenção de um plano de saúde que sempre foi resultado da organização e da luta dos trabalhadores”, explicou o diretor do Sindicato, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony).
Durante a mobilização, os dirigentes conversaram com os empregados sobre o cenário atual do Saúde Caixa, esclarecendo dúvidas e apresentando os impactos causados pelo teto de custeio.
Além do diálogo nas unidades, o Sindicato distribuiu um boletim informativo explicando, de forma simples e objetiva, como o teto de 6,5% prejudica o plano. Entre os principais impactos estão o aumento das mensalidades e das despesas dos usuários, as dificuldades para manter a qualidade da assistência oferecida, as ameaças aos direitos dos aposentados e as restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018.

“O Saúde Caixa não é apenas um benefício previsto em acordo coletivo; ele representa segurança para quem dedica a vida ao banco e precisa ter a tranquilidade de contar com assistência de qualidade nos momentos mais importantes. Quando o acesso à saúde é colocado em risco, estamos falando de impactos diretos na vida dos empregados e de suas famílias. A saúde não pode estar subordinada a limitações que comprometem direitos e fragilizam a proteção de milhares de trabalhadores”, reforçou Tony.
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“Por isso, vamos continuar atentos e cobrando que a Caixa trate essa questão com a seriedade que ela exige, que ela assuma sua responsabilidade e garanta condições para que o plano continue sendo sustentável, acessível e de qualidade. Para isso, é fundamental também que todos participem das mobilizações e fortaleçam essa luta que é de todos nós!”, completou o dirigente.
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