13/01/2026
BB: Falta de funcionários em agências varejo prejudica bancários, clientes e população
A situação das agências de varejo do Banco do Brasil não está fácil para ninguém. As unidades – por conta de cargos vagos, os chamados “claros”, e da transferência de funcionários para escritórios digitais – estão com cada vez menos funcionários. Cenário este que sobrecarrega e adoece os bancários que seguem nas agências e prejudica o atendimento para os clientes e a população como um todo.
O movimento sindical bancário cobra com urgência o preenchimento dos “claros”, a valorização dos bancários da rede de varejo, além da realização de novo concurso público pelo Banco do Brasil.
“O Banco do Brasil, enquanto banco público, tem a obrigação de bem atender a população. É inadmissível que bancários sigam cada vez mais sobrecarregados nas unidades e o atendimento precarizado. Cobramos o imediato preenchimento dos claros, a valorização dos colegas das agências de varejo e a realização de novo concurso público. Vamos seguir nessa luta, inclusive levando este debate para a Campanha Nacional Unificada deste ano”, destaca Antonio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).
É importante reforçar também que o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região é contrário e estará mobilizado contra qualquer eventual movimento do Banco do Brasil de fechamento de agências. “O BB tem uma importante função social, da qual faz parte oferecer atendimento de qualidade para a população”, reforça o diretor da entidade, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
Atendimento contingenciado
Já na primeira semana de 2026, em visita a agências na capital paulista, por exemplo, dirigentes sindicais flagraram unidades operando com o atendimento contingenciado. Este tipo de atendimento nada mais é do que a agência permanecer de portas fechadas, sendo liberada a entrada de clientes conforme a capacidade de atendimento. Uma situação que não pode ser normalizada de forma alguma.
Existem relatos de outras agências do BB operando com atendimento contingenciado em outras regiões do país.
A situação tem se tornado tão comum que existe até mesmo normativo para contingenciar o atendimento. Diante da falta de funcionários, o gestor da unidade indica no Sistema Geral de Continuidade de Negócios a necessidade do contingenciamento. A partir daí a solicitação vai para análise da superintendência administrativa (Super Adm), responsável pela autorização. Ou seja, é a precarização das agências de varejo e do atendimento normalizada institucionalmente no Banco do Brasil.
“É fundamental reforçar que os gestores das unidades não são os responsáveis por esse cenário. Assim como os demais bancários e a população, eles também sofrem as consequências do contingenciamento imposto. Estão diariamente diante de uma escolha injusta: tentar manter o atendimento funcionando, mesmo com equipes reduzidas e trabalhadores sobrecarregados, ou limitar o acesso da população aos serviços, prejudicando quem mais precisa. Essa responsabilidade não pode ser empurrada para a base. Cabe ao banco assumir seu papel, garantir condições dignas de trabalho aos empregados e assegurar um atendimento de qualidade à sociedade”, reforça Sadam, diretor do Sindicato.
O movimento sindical bancário cobra com urgência o preenchimento dos “claros”, a valorização dos bancários da rede de varejo, além da realização de novo concurso público pelo Banco do Brasil.
“O Banco do Brasil, enquanto banco público, tem a obrigação de bem atender a população. É inadmissível que bancários sigam cada vez mais sobrecarregados nas unidades e o atendimento precarizado. Cobramos o imediato preenchimento dos claros, a valorização dos colegas das agências de varejo e a realização de novo concurso público. Vamos seguir nessa luta, inclusive levando este debate para a Campanha Nacional Unificada deste ano”, destaca Antonio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).
É importante reforçar também que o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região é contrário e estará mobilizado contra qualquer eventual movimento do Banco do Brasil de fechamento de agências. “O BB tem uma importante função social, da qual faz parte oferecer atendimento de qualidade para a população”, reforça o diretor da entidade, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
Atendimento contingenciado
Já na primeira semana de 2026, em visita a agências na capital paulista, por exemplo, dirigentes sindicais flagraram unidades operando com o atendimento contingenciado. Este tipo de atendimento nada mais é do que a agência permanecer de portas fechadas, sendo liberada a entrada de clientes conforme a capacidade de atendimento. Uma situação que não pode ser normalizada de forma alguma.
Existem relatos de outras agências do BB operando com atendimento contingenciado em outras regiões do país.
A situação tem se tornado tão comum que existe até mesmo normativo para contingenciar o atendimento. Diante da falta de funcionários, o gestor da unidade indica no Sistema Geral de Continuidade de Negócios a necessidade do contingenciamento. A partir daí a solicitação vai para análise da superintendência administrativa (Super Adm), responsável pela autorização. Ou seja, é a precarização das agências de varejo e do atendimento normalizada institucionalmente no Banco do Brasil.
“É fundamental reforçar que os gestores das unidades não são os responsáveis por esse cenário. Assim como os demais bancários e a população, eles também sofrem as consequências do contingenciamento imposto. Estão diariamente diante de uma escolha injusta: tentar manter o atendimento funcionando, mesmo com equipes reduzidas e trabalhadores sobrecarregados, ou limitar o acesso da população aos serviços, prejudicando quem mais precisa. Essa responsabilidade não pode ser empurrada para a base. Cabe ao banco assumir seu papel, garantir condições dignas de trabalho aos empregados e assegurar um atendimento de qualidade à sociedade”, reforça Sadam, diretor do Sindicato.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- MPT reafirma direito de entidades sindicais à manifestação política durante processo eleitoral
- Contraf-CUT e Sindicato repudiam articulação para entregar participação do Banco do Brasil a banco dos EUA
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese