27/11/2025
BB instaura clima de ansiedade com reestruturação nos cargos de assessoramento
O Banco do Brasil iniciou em outubro, de forma unilateral, sem qualquer comunicação com o Sindicato e sem transparência, um programa de reestruturação dos cargos de assessoramento. Desde então, o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região cobra a suspensão do chamado Movimento de Aceleração Digital (MAD), mas o banco continua implementando o programa e instaurando um verdadeiro clima de tensão e ansiedade entre os funcionários.
O MAD prevê, entre outras medidas, a ampliação da jornada de trabalho de seis para oito horas para 25% dos cargos de assessoramento (assessores I, II e III) em áreas estratégicas.
Com isso, muitos trabalhadores ficarão em excesso, ou seja, terão que tentar uma vaga em outra área e, caso não encontrem, poderão ser descomissionados.
Para agravar ainda mais a tensão entre os funcionários, recentemente o banco bloqueou as vagas para assessores III, sem qualquer explicação aos bancários. E tudo isso no final do ano, quando as pessoas esperam ter a tranquilidade de poder entrar no novo ano seguras quanto às suas carreiras e salários.
O representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Antonio Netto, ressalta que o movimento sindical continua cobrando que o banco revise essa medida.
“Também continuamos cobrando transparência do banco, mas ainda não temos as informações sobre número de afetados e de excessos. Vamos seguir cobrando que o Banco do Brasil apresente uma solução para essa demanda e que garanta que os trabalhadores não tenham redução salarial”, ressalta o dirigente.
O MAD prevê, entre outras medidas, a ampliação da jornada de trabalho de seis para oito horas para 25% dos cargos de assessoramento (assessores I, II e III) em áreas estratégicas.
Com isso, muitos trabalhadores ficarão em excesso, ou seja, terão que tentar uma vaga em outra área e, caso não encontrem, poderão ser descomissionados.
Para agravar ainda mais a tensão entre os funcionários, recentemente o banco bloqueou as vagas para assessores III, sem qualquer explicação aos bancários. E tudo isso no final do ano, quando as pessoas esperam ter a tranquilidade de poder entrar no novo ano seguras quanto às suas carreiras e salários.
O representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Antonio Netto, ressalta que o movimento sindical continua cobrando que o banco revise essa medida.
“Também continuamos cobrando transparência do banco, mas ainda não temos as informações sobre número de afetados e de excessos. Vamos seguir cobrando que o Banco do Brasil apresente uma solução para essa demanda e que garanta que os trabalhadores não tenham redução salarial”, ressalta o dirigente.
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