03/10/2025
Movimento sindical cobra esclarecimentos do Banco do Brasil sobre mudanças que afetam o funcionalismo
Na manhã desta sexta-feira (3), o movimento sindical tomou conhecimento de mudanças importantes anunciadas pelo Banco do Brasil no sistema de remuneração, jornada de trabalho, regras de nomeação, entre outros pontos que impactam o funcionalismo. As alterações atingem funcionários e funcionárias que ocupam as funções de assessor I, II e III em unidades estratégicas da instituição. De acordo com informações preliminares, essas mudanças não envolvem trabalhadores de outras áreas.
A convocação para a reunião também ocorreu às pressas, no final do expediente desta quinta-feira, 2 de outubro, o que abriu espaço para especulações e rumores. É fundamental destacar, novamente, que não houve negociação coletiva sobre as mudanças, impostas de forma autoritária.
A postura do Banco do Brasil atenta contra a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e o Acordo Coletivo de Trabalho aditivo firmado com o BB. Estes instrumentos definem a negociação coletiva como o caminho legítimo para tratar de temas que impactam a vida e a carreira de funcionárias e funcionários.
Outro ponto a ser destacado é que a “adesão voluntária” não pode ser utilizada para impor retirada de direitos, reduções salariais ou piora nas condições de trabalho da categoria. Em reestruturações anteriores, ficaram evidenciados os prejuízos causados aos trabalhadores, apesar de as mudanças serem apresentadas, inicialmente, como favoráveis.
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) já enviou um ofício à direção do banco para obter mais informações e compreender o alcance e os impactos da medida. Uma reunião entre a CEBB e a direção do BB está agendada para a próxima segunda-feira (6), às 17h, quando o banco deverá detalhar o anúncio feito hoje aos trabalhadores e trabalhadoras diretamente afetados.
A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, destacou a forma como o processo ocorreu. “O movimento sindical ficou sabendo hoje pela manhã das mudanças que afetarão o funcionalismo do Banco do Brasil. É importante deixar claro que: o movimento sindical só tomou conhecimento agora; não houve nenhuma comunicação prévia; e muito menos houve concordância da nossa parte. Estamos em contato com a direção do BB para entender os impactos dessas medidas e defender os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.”
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região acompanha de perto a situação e reforça que não serão admitidos retrocessos nem a supressão de direitos. "Seguiremos firmes na defesa do funcionalismo e na garantia do papel social de um banco público que, além de servir à população, tem a obrigação de valorizar seus trabalhadores. Nossa luta é pela preservação desses princípios, fundamentais para a sociedade e para o desenvolvimento econômico e social do país”, destacou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
A convocação para a reunião também ocorreu às pressas, no final do expediente desta quinta-feira, 2 de outubro, o que abriu espaço para especulações e rumores. É fundamental destacar, novamente, que não houve negociação coletiva sobre as mudanças, impostas de forma autoritária.
A postura do Banco do Brasil atenta contra a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e o Acordo Coletivo de Trabalho aditivo firmado com o BB. Estes instrumentos definem a negociação coletiva como o caminho legítimo para tratar de temas que impactam a vida e a carreira de funcionárias e funcionários.
Outro ponto a ser destacado é que a “adesão voluntária” não pode ser utilizada para impor retirada de direitos, reduções salariais ou piora nas condições de trabalho da categoria. Em reestruturações anteriores, ficaram evidenciados os prejuízos causados aos trabalhadores, apesar de as mudanças serem apresentadas, inicialmente, como favoráveis.
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) já enviou um ofício à direção do banco para obter mais informações e compreender o alcance e os impactos da medida. Uma reunião entre a CEBB e a direção do BB está agendada para a próxima segunda-feira (6), às 17h, quando o banco deverá detalhar o anúncio feito hoje aos trabalhadores e trabalhadoras diretamente afetados.
A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, destacou a forma como o processo ocorreu. “O movimento sindical ficou sabendo hoje pela manhã das mudanças que afetarão o funcionalismo do Banco do Brasil. É importante deixar claro que: o movimento sindical só tomou conhecimento agora; não houve nenhuma comunicação prévia; e muito menos houve concordância da nossa parte. Estamos em contato com a direção do BB para entender os impactos dessas medidas e defender os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.”
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região acompanha de perto a situação e reforça que não serão admitidos retrocessos nem a supressão de direitos. "Seguiremos firmes na defesa do funcionalismo e na garantia do papel social de um banco público que, além de servir à população, tem a obrigação de valorizar seus trabalhadores. Nossa luta é pela preservação desses princípios, fundamentais para a sociedade e para o desenvolvimento econômico e social do país”, destacou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
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