25/08/2025
Bancários realizarão ato em defesa do Banco do Brasil e do povo brasileiro
A 27ª Conferência Nacional dos Bancários e Bancárias, encerrada no domingo (24), aprovou a realização de ato nacional em defesa do Banco do Brasil, a ser realizado na quarta-feira, dia 27 de agosto. Além da defesa do Banco do Brasil, os atos vão pedir a responsabilização dos envolvidos por fazerem um ataque coordenado ao Banco do Brasil, à economia brasileira, e ao sistema financeiro nacional. Em São Paulo, o ato será realizado em frente ao prédio da matriz do BB na avenida Paulista. Em Brasília, o ato ocorrerá em frente à sede do banco.
Em nota, divulgada na sexta-feira (22), o Banco do Brasil (BB) informou que foram identificadas “publicações inverídicas e maliciosas que disseminam informação em redes sociais, com o objetivo de gerar pânico e induzir a população a decisões que podem prejudicar a sua saúde financeira”, e que tomará ações judiciais após ataques nas redes sociais. Postagens com fake news sobre a existência de sanções estrangeiras e de bloqueio de ativos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recomendam a retirada de recursos da instituição financeira.
Segundo o banco, os ataques nas redes sociais começaram na terça-feira (19). O BB também denunciou autores desses ataques, entre eles o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e o advogado Jeffrey Chiquini, que defende o ex-assessor da Presidência do governo Jair Bolsonaro Filipe Martins. Ambos publicaram postagens, segundo o banco, difamatórias e contra a soberania nacional. Também há um vídeo feito por Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no dia 20, em que o deputado federal afirma que "o Banco do Brasil será cortado das relações internacionais, o que o levará à falência".
“O Banco do Brasil é uma instituição forte e segura. Mas, se estes ataques tivessem chances de surtir efeito, poderia gerar um colapso em todo o sistema financeiro do país e todo o povo brasileiro seria prejudicado. Isso é traição! É atentar contra a soberania brasileira e contra o Sistema Financeiro Nacional, um crime passível de multa e pena de reclusão”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira.
De acordo com a advogada Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados Associados, “esses ataques podem configurar crimes contra o Estado Democrático de Direito, contra a soberania nacional e contra o Sistema Financeiro Nacional, além de representar violação de sigilo bancário e difamação.”
A Lei 7.492/1986, que regula e trata de crimes contra o sistema financeiro nacional, pune com multa e pena de dois a seis anos de reclusão quem divulga informações falsas ou incompletas sobre instituições financeiras.
“Por isso, vamos pedir a cassação dos mandatos desses deputados e também a prisão e responsabilização deste advogado que, de forma irresponsável, atentam contra o Sistema Financeiro Nacional, a economia do país, contra os interesses do povo brasileiro e contra a soberania nacional”, completou a presidenta da Contraf-CUT.
Além dos atos em frente às unidades do banco, os bancários convocam todos os brasileiros a irem para as redes sociais para defender o Banco do Brasil. No dia 27, a orientação é que todos façam postagens defendendo o banco, usando a hashtag #oBBédosBrasileiros.
Em nota, divulgada na sexta-feira (22), o Banco do Brasil (BB) informou que foram identificadas “publicações inverídicas e maliciosas que disseminam informação em redes sociais, com o objetivo de gerar pânico e induzir a população a decisões que podem prejudicar a sua saúde financeira”, e que tomará ações judiciais após ataques nas redes sociais. Postagens com fake news sobre a existência de sanções estrangeiras e de bloqueio de ativos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recomendam a retirada de recursos da instituição financeira.
Segundo o banco, os ataques nas redes sociais começaram na terça-feira (19). O BB também denunciou autores desses ataques, entre eles o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e o advogado Jeffrey Chiquini, que defende o ex-assessor da Presidência do governo Jair Bolsonaro Filipe Martins. Ambos publicaram postagens, segundo o banco, difamatórias e contra a soberania nacional. Também há um vídeo feito por Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no dia 20, em que o deputado federal afirma que "o Banco do Brasil será cortado das relações internacionais, o que o levará à falência".
“O Banco do Brasil é uma instituição forte e segura. Mas, se estes ataques tivessem chances de surtir efeito, poderia gerar um colapso em todo o sistema financeiro do país e todo o povo brasileiro seria prejudicado. Isso é traição! É atentar contra a soberania brasileira e contra o Sistema Financeiro Nacional, um crime passível de multa e pena de reclusão”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira.
De acordo com a advogada Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados Associados, “esses ataques podem configurar crimes contra o Estado Democrático de Direito, contra a soberania nacional e contra o Sistema Financeiro Nacional, além de representar violação de sigilo bancário e difamação.”
A Lei 7.492/1986, que regula e trata de crimes contra o sistema financeiro nacional, pune com multa e pena de dois a seis anos de reclusão quem divulga informações falsas ou incompletas sobre instituições financeiras.
“Por isso, vamos pedir a cassação dos mandatos desses deputados e também a prisão e responsabilização deste advogado que, de forma irresponsável, atentam contra o Sistema Financeiro Nacional, a economia do país, contra os interesses do povo brasileiro e contra a soberania nacional”, completou a presidenta da Contraf-CUT.
Além dos atos em frente às unidades do banco, os bancários convocam todos os brasileiros a irem para as redes sociais para defender o Banco do Brasil. No dia 27, a orientação é que todos façam postagens defendendo o banco, usando a hashtag #oBBédosBrasileiros.
Importância do BB
A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, ressalta a importância do BB para o país e os riscos que este tipo de ataque pode ter.
“O Banco do Brasil é o principal agente financeiro da agricultura, e também tem forte atuação no crédito para o micro e pequeno empreendedor e é o líder no recém-lançado programa de crédito ao trabalhador. Atacar o BB é colocar em risco todos estes segmentos, que fornecem o alimento, emprego e crédito para as famílias brasileiras. Ou seja, os ataques que estão sendo cometidos, não são contra o BB, são contra o povo brasileiro”, disse Fernanda.
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