12/06/2025
Coletivo Nacional de Segurança Bancária debate propostas para reforçar a proteção nas agências
O Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Contraf-CUT realizou, na quarta-feira (11), uma reunião com representantes das federações e sindicatos de bancários de diversas regiões do país para discutir as principais preocupações e propostas relacionadas à segurança no setor financeiro. O encontro contou com a participação de dirigentes da Fetec SP, Fetrafi NE, Fetrafi SC, Fetrafi MG, Fetec PR, Fetec CN, Feeb SP/MT, Fetrafi RJ/ES e dos sindicatos de São Paulo, Brasília e Florianópolis. Estiveram ausentes a Fetrafi RS, Federa RJ e a Feeb BA/SE.
A reunião teve início com informes das federações presentes sobre a situação da segurança bancária em suas regiões. Os relatos chamaram a atenção para o aumento de assaltos a agências bancárias e ataques a caixas eletrônicos, sobretudo em áreas mais vulneráveis. Além dos riscos físicos, os participantes alertaram para os desafios impostos pela digitalização dos serviços bancários, que abre novas frentes de vulnerabilidade, especialmente na proteção de dados dos clientes.
As mudanças regulatórias recentes no setor também foram tema de análise, com ênfase no impacto das novas exigências sobre os padrões de segurança tanto nas agências físicas quanto nos canais digitais. Experiências bem-sucedidas de outras regiões foram compartilhadas, como o uso de tecnologias de monitoramento remoto e soluções integradas de proteção aos caixas eletrônicos.
O grupo reforçou a importância de pressionar os bancos para ampliar os investimentos em segurança, incluindo tecnologia de ponta e treinamento especializado para os trabalhadores. A necessidade de padronizar procedimentos de segurança em todas as regiões e de promover campanhas educativas para os clientes e a sociedade também foi consenso entre os participantes.
Segundo Jair Alves, coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Contraf-CUT, o debate foi fundamental para alinhar as demandas da categoria e apontar caminhos concretos para garantir um ambiente mais seguro no setor. “A segurança bancária precisa ser tratada como prioridade estratégica pelos bancos. Não podemos permitir que trabalhadores e clientes fiquem expostos a riscos por falta de investimento ou descaso com os protocolos. Nossa luta é para que a segurança acompanhe as transformações digitais e preserve a integridade de todos que utilizam os serviços bancários”, destacou Jair Alves.
Entre as ações práticas definidas para os próximos meses, destacam-se:
A reunião teve início com informes das federações presentes sobre a situação da segurança bancária em suas regiões. Os relatos chamaram a atenção para o aumento de assaltos a agências bancárias e ataques a caixas eletrônicos, sobretudo em áreas mais vulneráveis. Além dos riscos físicos, os participantes alertaram para os desafios impostos pela digitalização dos serviços bancários, que abre novas frentes de vulnerabilidade, especialmente na proteção de dados dos clientes.
As mudanças regulatórias recentes no setor também foram tema de análise, com ênfase no impacto das novas exigências sobre os padrões de segurança tanto nas agências físicas quanto nos canais digitais. Experiências bem-sucedidas de outras regiões foram compartilhadas, como o uso de tecnologias de monitoramento remoto e soluções integradas de proteção aos caixas eletrônicos.
O grupo reforçou a importância de pressionar os bancos para ampliar os investimentos em segurança, incluindo tecnologia de ponta e treinamento especializado para os trabalhadores. A necessidade de padronizar procedimentos de segurança em todas as regiões e de promover campanhas educativas para os clientes e a sociedade também foi consenso entre os participantes.
Segundo Jair Alves, coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Contraf-CUT, o debate foi fundamental para alinhar as demandas da categoria e apontar caminhos concretos para garantir um ambiente mais seguro no setor. “A segurança bancária precisa ser tratada como prioridade estratégica pelos bancos. Não podemos permitir que trabalhadores e clientes fiquem expostos a riscos por falta de investimento ou descaso com os protocolos. Nossa luta é para que a segurança acompanhe as transformações digitais e preserve a integridade de todos que utilizam os serviços bancários”, destacou Jair Alves.
Entre as ações práticas definidas para os próximos meses, destacam-se:
- Criação de um comitê inter-regional para monitoramento e troca de informações;
- Organização de um seminário nacional sobre segurança bancária até o final de novembro;
- Elaboração de um documento conjunto para cobrar mais investimentos do setor bancário;
- Reforço nas campanhas de conscientização voltadas ao público, com orientações para práticas seguras no uso de serviços físicos e digitais;
- Estreitamento de parcerias com órgãos públicos e empresas de tecnologia para adoção de soluções inovadoras.
Além disso, as federações presentes decidiram propor à Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) uma nova rodada de negociação presencial em agosto e o resgate de uma pesquisa que demonstra a queda nos índices de criminalidade após a instalação de portas giratórias nas agências.
Outras propostas apresentadas incluem:
- Avaliar os planos de segurança das agências junto à Polícia Federal;
- Proibir a abertura de terminais de autoatendimento pelos funcionários;
- Sugerir que os bancos informem, de forma clara nas fachadas das agências, a inexistência de numerário no local;
- Organizar visitas técnicas aos centros de segurança dos principais bancos (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa);
- Discutir a participação de representantes da Polícia Federal e de especialistas no futuro seminário de segurança bancária.
A próxima reunião do coletivo foi agendada para os dias 10 de julho (presencial) ou 11 de julho (online). Nela, as federações devem apresentar uma análise dos avanços e desafios verificados até o momento, bem como fechar a data e os detalhes do seminário nacional.
“O objetivo central das iniciativas é criar um ambiente bancário mais seguro para trabalhadores e clientes, além de estabelecer uma referência para o fortalecimento das políticas de segurança em todo o setor financeiro brasileiro”, finalizou Jair Alves.
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