28/03/2025
Conselho de Usuários: representação dos empregados volta a cobrar melhorias no Saúde Caixa
O Conselho de Usuários do Saúde Caixa teve suas reuniões ordinárias retomadas na manhã desta quarta-feira (26), em Brasília (DF) – Edifício Matriz II do banco. No encontro presencial, o primeiro realizado depois da pandemia de covid-19, foram apresentados os números preliminares do resultado financeiro de 2024 e os conselheiros eleitos reforçaram a cobrança por medidas para melhorar o atendimento aos usuários do plano. A recorrência dos problemas e a falta de soluções têm gerado insatisfação entre os trabalhadores.
A reunião deu continuidade aos debates sobre estrutura adequada para as Gerências de Filiais de Gestão de Pessoas (Gipes), retorno dos comitês regionais de credenciamento e descredenciamento e fim dos aumentos das mensalidades. Para Chico Pugliesi, conselheiro eleito pelos empregados e coordenador da bancada dos trabalhadores no colegiado, “depois do que foi apresentado pelo banco, o Saúde Caixa mostrou-se viável e sustentável”. Segundo ele, os conselheiros eleitos não querem é que haja aumento nas contribuições pagas pelos usuários. Pugliesi afirma também que o Saúde Caixa, por ter o modelo de custeio no aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), não tem como estabelecer aumentos durante a sua vigência.
Entre as mudanças necessárias para preservar a sustentabilidade do plano, a bancada de conselheiros eleitos defende o fim do teto estatutário, que limita a contribuição do banco em 6,5% de sua folha de pagamento, situação que contribui para o aumento das receitas. “Também defendemos a implementação de ações de prevenção e promoção da saúde e de mecanismos de acompanhamento e controle da rede credenciada, medidas que consideramos importantes para conter as despesas sem prejudicar as coberturas e a qualidade de atendimento do plano. É fundamental integrar o atendimento do Saúde Caixa às Gipes. Cobramos a instalação dos comitês de credenciamento e descredenciamento, ao mesmo tempo que reivindicamos treinamento dos participantes desses comitês regionais”, reitera Chico Pugliesi.
Na reunião presencial, os conselheiros eleitos ressaltaram o sucesso da campanha “Queremos Saúde, Caixa”, cujo abaixo-assinado com quase 24 mil assinaturas em defesa do plano de saúde foi entregue por representantes dos empregados aos vice-presidentes de Pessoas e de Redes de Varejo, durante encontro realizado na terça-feira (25). Foi deixado claro, na ocasião, que as atividades em defesa do Saúde Caixa vão continuar, pois essa mobilização passa pela derrubada do teto de custeio da Caixa para com a saúde de suas empregadas e empregados. Isto, na prática, impede o banco de arcar com 70% das despesas, conforme definido em ACT. Com isso, os empregados têm arcado com 50% ou mais dos custos do plano.
Na reunião do Conselho de Usuários, a representação dos empregados denunciou que essa situação tem inviabilizado a permanência de muitos empregados no plano, aposentados, em sua maioria. A redução de usuários, somada ao aumento dos custos médicos – sempre em alta, faz com que a receita caia e subam as despesas individuais, levando a nova queda de participantes.
Os conselheiros eleitos defenderam ações de esforço concentrado na busca por uma solução rápida e urgente para esse problema. Foi citado o exemplo da realização de campanhas periódicas sobre a importância de os empregados tornarem-se usuários do Saúde Caixa, cuja sustentabilidade está alicerçada nas premissas de pacto geracional, solidariedade e mutualismo, sem os quais não haveria hoje um plano de saúde muito superior aos existentes no mercado, que garante que cada empregado pague de acordo com a sua capacidade financeira e sem excluir qualquer usuário devido a sua idade.
Novas negociações
Os conselheiros eleitos cobraram ainda a apresentação dos dados contábeis e financeiros para verificação das informações constantes do relatório atuarial. Houve a reivindicação de que, assim que esse relatório estiver finalizado, seja agendada reunião extraordinária para análise aprofundada dos números pelo Conselho de Usuários, seguida de negociações por melhorias. É prerrogativa do colegiado receber e analisar as informações contábeis, financeiras e atuariais do plano de saúde.
Resultado da luta coletiva dos trabalhadores, o Saúde Caixa é uma das maiores conquistas dos empregados do banco. É administrado sob a modalidade de autogestão por RH, tem cobertura nacional e ampla gama de procedimentos.
A reunião deu continuidade aos debates sobre estrutura adequada para as Gerências de Filiais de Gestão de Pessoas (Gipes), retorno dos comitês regionais de credenciamento e descredenciamento e fim dos aumentos das mensalidades. Para Chico Pugliesi, conselheiro eleito pelos empregados e coordenador da bancada dos trabalhadores no colegiado, “depois do que foi apresentado pelo banco, o Saúde Caixa mostrou-se viável e sustentável”. Segundo ele, os conselheiros eleitos não querem é que haja aumento nas contribuições pagas pelos usuários. Pugliesi afirma também que o Saúde Caixa, por ter o modelo de custeio no aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), não tem como estabelecer aumentos durante a sua vigência.
Entre as mudanças necessárias para preservar a sustentabilidade do plano, a bancada de conselheiros eleitos defende o fim do teto estatutário, que limita a contribuição do banco em 6,5% de sua folha de pagamento, situação que contribui para o aumento das receitas. “Também defendemos a implementação de ações de prevenção e promoção da saúde e de mecanismos de acompanhamento e controle da rede credenciada, medidas que consideramos importantes para conter as despesas sem prejudicar as coberturas e a qualidade de atendimento do plano. É fundamental integrar o atendimento do Saúde Caixa às Gipes. Cobramos a instalação dos comitês de credenciamento e descredenciamento, ao mesmo tempo que reivindicamos treinamento dos participantes desses comitês regionais”, reitera Chico Pugliesi.
Na reunião presencial, os conselheiros eleitos ressaltaram o sucesso da campanha “Queremos Saúde, Caixa”, cujo abaixo-assinado com quase 24 mil assinaturas em defesa do plano de saúde foi entregue por representantes dos empregados aos vice-presidentes de Pessoas e de Redes de Varejo, durante encontro realizado na terça-feira (25). Foi deixado claro, na ocasião, que as atividades em defesa do Saúde Caixa vão continuar, pois essa mobilização passa pela derrubada do teto de custeio da Caixa para com a saúde de suas empregadas e empregados. Isto, na prática, impede o banco de arcar com 70% das despesas, conforme definido em ACT. Com isso, os empregados têm arcado com 50% ou mais dos custos do plano.
Na reunião do Conselho de Usuários, a representação dos empregados denunciou que essa situação tem inviabilizado a permanência de muitos empregados no plano, aposentados, em sua maioria. A redução de usuários, somada ao aumento dos custos médicos – sempre em alta, faz com que a receita caia e subam as despesas individuais, levando a nova queda de participantes.
Os conselheiros eleitos defenderam ações de esforço concentrado na busca por uma solução rápida e urgente para esse problema. Foi citado o exemplo da realização de campanhas periódicas sobre a importância de os empregados tornarem-se usuários do Saúde Caixa, cuja sustentabilidade está alicerçada nas premissas de pacto geracional, solidariedade e mutualismo, sem os quais não haveria hoje um plano de saúde muito superior aos existentes no mercado, que garante que cada empregado pague de acordo com a sua capacidade financeira e sem excluir qualquer usuário devido a sua idade.
Novas negociações
Os conselheiros eleitos cobraram ainda a apresentação dos dados contábeis e financeiros para verificação das informações constantes do relatório atuarial. Houve a reivindicação de que, assim que esse relatório estiver finalizado, seja agendada reunião extraordinária para análise aprofundada dos números pelo Conselho de Usuários, seguida de negociações por melhorias. É prerrogativa do colegiado receber e analisar as informações contábeis, financeiras e atuariais do plano de saúde.
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