20/09/2024
Depois de cobrança da COE, Bradesco reduz coparticipação em terapias para pessoas do espectro autista
Depois de diversas reclamações de bancários, pais e mães de crianças e pessoas do espectro autista, sobre os altos valores cobrados de coparticipação para terapias, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) interveio junto ao Bradesco para buscar soluções. Muitas famílias cobradas pela Bradesco Saúde tiveram o comprometimento de quase a totalidade de sua renda.
Em resposta à solicitação de providências, o Bradesco explicou, na noite de quinta-feira (19), que inicialmente sua tabela de coparticipação prevê uma cobrança de 30% sobre consultas, terapias e exames de baixa complexidade. No entanto, reconheceu que, no caso de pessoas do espectro autista, que necessitam de uma série de terapias frequentes, muitas realizadas em mais de uma sessão semanal, os custos se tornam excessivos.
Com isso, o banco se comprometeu a reduzir a coparticipação para 15% (metade do valor original) nos pacotes de terapia para Transtorno do Espectro Autista/TEA). Essa mudança passa a valer a partir do dia 1º de outubro, e é necessário que o segurado informe na clínica responsável pelo tratamento que ela deve enquadrar as sessões como pacote de terapias TEA.
Além disso, o banco informou que os valores já cobrados até o momento serão corrigidos, com a devolução de 50% da coparticipação realizada. O crédito será feito automaticamente na conta dos trabalhadores no dia 27 de setembro, sem necessidade de qualquer ação por parte dos bancários. O Bradesco também se comprometeu a informar diretamente esses trabalhadores sobre a devolução.
“Fomos muito insistentes com o banco na resolução desse problema desde o início das queixas dos bancários. Continuaremos atentos, em contato com essas pessoas, para ver se está tudo como o combinado. Qualquer mudança no comportamento, o bancário deve procurar o sindicato de sua base”, elucidou Erica de Oliveira, coordenadora da COE.
Empréstimo social mantido
Para os bancários que entraram em contato com o programa VivaBem e solicitaram o empréstimo social para lidar com os custos elevados, o banco informou que o empréstimo será mantido, mas, mesmo assim, as correções nos valores de coparticipação serão efetuadas.
Em resposta à solicitação de providências, o Bradesco explicou, na noite de quinta-feira (19), que inicialmente sua tabela de coparticipação prevê uma cobrança de 30% sobre consultas, terapias e exames de baixa complexidade. No entanto, reconheceu que, no caso de pessoas do espectro autista, que necessitam de uma série de terapias frequentes, muitas realizadas em mais de uma sessão semanal, os custos se tornam excessivos.
Com isso, o banco se comprometeu a reduzir a coparticipação para 15% (metade do valor original) nos pacotes de terapia para Transtorno do Espectro Autista/TEA). Essa mudança passa a valer a partir do dia 1º de outubro, e é necessário que o segurado informe na clínica responsável pelo tratamento que ela deve enquadrar as sessões como pacote de terapias TEA.
Além disso, o banco informou que os valores já cobrados até o momento serão corrigidos, com a devolução de 50% da coparticipação realizada. O crédito será feito automaticamente na conta dos trabalhadores no dia 27 de setembro, sem necessidade de qualquer ação por parte dos bancários. O Bradesco também se comprometeu a informar diretamente esses trabalhadores sobre a devolução.
“Fomos muito insistentes com o banco na resolução desse problema desde o início das queixas dos bancários. Continuaremos atentos, em contato com essas pessoas, para ver se está tudo como o combinado. Qualquer mudança no comportamento, o bancário deve procurar o sindicato de sua base”, elucidou Erica de Oliveira, coordenadora da COE.
Empréstimo social mantido
Para os bancários que entraram em contato com o programa VivaBem e solicitaram o empréstimo social para lidar com os custos elevados, o banco informou que o empréstimo será mantido, mas, mesmo assim, as correções nos valores de coparticipação serão efetuadas.
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