03/10/2023
Banespianos lotam Alesp para denunciar Santander
Na última sexta-feira (29), banespianos lotaram auditório da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para denunciar o banco Santander e sua intenção de retirar o patrocínio e transferir a gestão dos planos do Banesprev. A denúncia foi feita durante a última Audiência Pública do Orçamento para 2024. Na ocasião, também foi entregue abaixo-assinado com mais de 10 mil assinaturas aos parlamentares.
Segundo a presidenta da Afubesp, Maria Rosani, que representou os aposentados na tribuna, são injustificáveis os ataques do Santander à aposentadoria complementar. “O Santander está presente em mais de 150 países e parte expressiva do seu lucro global sai do Brasil. Além disso, somente as tarifas arrecadadas de seus clientes e de seus funcionários equivalem a duas folhas de pagamento. Diante desse cenário, é inadmissível essa postura de querer quebrar, unilateralmente, contrato assinado conosco há 23 anos.”
Durante dois meses, a comunidade banespiana participou de todas as 26 audiências realizadas no estado mostrando a verdadeira face do banco espanhol.
A presidenta da Afubesp ressalta que ocupar as casas legislativas foi de extrema importância para pedir apoio aos representantes do povo e à sociedade diante das crueldades praticadas pelo Santander no país. “São milhares de aposentados que, já idosos e muitos com problemas de saúde, perderão até 60% dos seus vencimentos e reduzirão drasticamente o poder de compra”, destaca a dirigente. “Isso afetará principalmente a economia de São Paulo, estado onde a maioria reside. Muitos não conseguirão mais pagar o plano de saúde e engrossarão a fila do SUS”, completa.
Integrante permanente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Alesp, o deputado estadual Luiz Claudio Marcolino, reforça que a demanda dos banespianos, assim como de outras categorias que correm o risco da retirada de patrocínio de seus planos de previdência, interfere diretamente nas contas estado. “Hoje, São Paulo tem cerca de 250 mil pessoas com direito ao Benefício de Prestação Continuada. A hora que retirarem a contrapartida dos aposentados do Banespa, da Eletropaulo e demais empresas públicas, o governo estadual será obrigado, por lei, fazer essa contrapartida e o recurso sairá do orçamento de todos nós.”
O movimento sindical agradece aos colegas que atenderam ao chamado e estiveram presente na audiência. “Finalizamos uma etapa de nossa luta pela manutenção de nossos direitos. A nossa união que fará toda a diferença contra os desmandos do Santander. Juntos sempre seremos mais fortes!”, ressaltou Maria Rosani.
Segundo a presidenta da Afubesp, Maria Rosani, que representou os aposentados na tribuna, são injustificáveis os ataques do Santander à aposentadoria complementar. “O Santander está presente em mais de 150 países e parte expressiva do seu lucro global sai do Brasil. Além disso, somente as tarifas arrecadadas de seus clientes e de seus funcionários equivalem a duas folhas de pagamento. Diante desse cenário, é inadmissível essa postura de querer quebrar, unilateralmente, contrato assinado conosco há 23 anos.”
Durante dois meses, a comunidade banespiana participou de todas as 26 audiências realizadas no estado mostrando a verdadeira face do banco espanhol.
A presidenta da Afubesp ressalta que ocupar as casas legislativas foi de extrema importância para pedir apoio aos representantes do povo e à sociedade diante das crueldades praticadas pelo Santander no país. “São milhares de aposentados que, já idosos e muitos com problemas de saúde, perderão até 60% dos seus vencimentos e reduzirão drasticamente o poder de compra”, destaca a dirigente. “Isso afetará principalmente a economia de São Paulo, estado onde a maioria reside. Muitos não conseguirão mais pagar o plano de saúde e engrossarão a fila do SUS”, completa.
Integrante permanente da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Alesp, o deputado estadual Luiz Claudio Marcolino, reforça que a demanda dos banespianos, assim como de outras categorias que correm o risco da retirada de patrocínio de seus planos de previdência, interfere diretamente nas contas estado. “Hoje, São Paulo tem cerca de 250 mil pessoas com direito ao Benefício de Prestação Continuada. A hora que retirarem a contrapartida dos aposentados do Banespa, da Eletropaulo e demais empresas públicas, o governo estadual será obrigado, por lei, fazer essa contrapartida e o recurso sairá do orçamento de todos nós.”
O movimento sindical agradece aos colegas que atenderam ao chamado e estiveram presente na audiência. “Finalizamos uma etapa de nossa luta pela manutenção de nossos direitos. A nossa união que fará toda a diferença contra os desmandos do Santander. Juntos sempre seremos mais fortes!”, ressaltou Maria Rosani.
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