29/08/2023
Internacionalização das pautas e da solidariedade em alta no 6º Congresso da UNI Global Union
Após uma emocionante abertura realizada no último domingo (27), na segunda-feira, 28 de agosto, o 6º Congresso da UNI Global Union - sindicato global que representa mais de 20 milhões de trabalhadores e trabalhadoras em todo mundo - prosseguiu com importantes debates na Philadelphia, Estados Unidos.
Estão reunidos na Philadelphia líderes sindicais de todo o planeta, de diversas categorias, para debater, trocar experiências e organizar a luta global pelas mudanças que o mundo e os trabalhadores precisam.
Nesta segunda-feira, os trabalhos do 6º Congresso da UNI Global Union foram iniciados com a aprovação da ordem do dia e do regimento do Congresso; eleição das Comissões de Credenciamento e de Resoluções; aprovação dos relatórios financeiros do último período; e aprovação de importantes moções, com a da UNI Mulheres, por mais direitos, representação em espaços de poder e equidade.
Na sequência, ocorreu a fala da secretária-geral da UNI Global Union, Christy Hoffman.
"Nossa missão é fortalecer os sindicatos, a fim de melhorar a vida dos trabalhadores e mudar o equilíbrio do poder global. E isso significa não apenas falar sobre isso, mas realmente fazer a diferença. Fazer acontecer. E nós estamos fazendo isso", enfatizou Christy Hoffman.
"Viemos aqui hoje para nos comprometer contra as forças que estão alinhadas contra nós, contra os direitos dos trabalhadores e contra os sindicatos (…) Precisamos lutar e, quando lutamos, vencemos!", completou a secretária-geral da UNI Global Union.
Equidade
No painel "Equidade de direitos para mulheres através da negociação coletiva", foi colocada a necessidade da inclusão de jovens mulheres nas diretorias das entidades sindicais ao redor do mundo; além da missão de combater a pobreza menstrual e lutar pela descriminalização do aborto.
Após o debate, foi realizada uma roda de conversa na qual foram apresentadas experiências bem sucedidas de promoção da equidade de direitos para as mulheres através de negociações coletivas.
#MakeAmazonPay
No último painel do dia, foi apresentada a experiência da organização mundial dos trabalhadores da Amazon na luta por direitos, remuneração justa e melhores condições de trabalho, com a campanha #MakeAmazonPay. A Amazon reconhecidamente age contra o sindicalismo e os direitos dos trabalhadores.
"A Amazon precisa pagar pelos desmandos que foram relatados aqui. Precisa respeitar a organização dos trabalhadores, precisa contratar legalmente, oferecer condições de trabalho, de salário, e não precarizar as relações de trabalho (…) É muito importante apoiar a luta dos trabalhadores da Amazon, que também é a luta dos bancários, contra a precarização e a terceirização", enfatizou a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Neiva Ribeiro, que também foi eleita pelos delegados e delegadas da Conferência a nova vice-presidenta para as Américas da UNI Finanças.
Premiação
A segunda-feira (28) também foi marcada pela entrega dos prêmios UNI Global Union Awards.
As entidades sindicais finlandesas foram premiadas por aumentarem o número de associados e defenderem a negociação coletiva frente aos ataques sem precedentes a liberdade e direitos sindicais em seu país.
O sindicato HTS, de Uganda, foi premiado pelo seu trabalho bem sucedido de organização dos trabalhadores da rede francesa de supermercados Carrefour, que instalou a primeira unidade no país em dezembro de 2019.
A UNI Global Union também reconheceu e premiou o sindicato dos trabalhadores do setor privado de saúde do Nebal (UNIPHIN). O prémio celebra o trabalho incansável do sindicato na defesa dos direitos dos trabalhadores da saúde, de melhores condições de trabalho e da melhoria geral do setor da saúde no Nepal.
Também foi premiada a organização sem fins lucrativos estadunidense Jobs with Justice (JwJ), pelo seu trabalho de vanguarda na luta por salários iguais para iguais funções, condições de trabalho seguras e práticas laborais justas.
Estão reunidos na Philadelphia líderes sindicais de todo o planeta, de diversas categorias, para debater, trocar experiências e organizar a luta global pelas mudanças que o mundo e os trabalhadores precisam.
Nesta segunda-feira, os trabalhos do 6º Congresso da UNI Global Union foram iniciados com a aprovação da ordem do dia e do regimento do Congresso; eleição das Comissões de Credenciamento e de Resoluções; aprovação dos relatórios financeiros do último período; e aprovação de importantes moções, com a da UNI Mulheres, por mais direitos, representação em espaços de poder e equidade.
Na sequência, ocorreu a fala da secretária-geral da UNI Global Union, Christy Hoffman.
"Nossa missão é fortalecer os sindicatos, a fim de melhorar a vida dos trabalhadores e mudar o equilíbrio do poder global. E isso significa não apenas falar sobre isso, mas realmente fazer a diferença. Fazer acontecer. E nós estamos fazendo isso", enfatizou Christy Hoffman.
"Viemos aqui hoje para nos comprometer contra as forças que estão alinhadas contra nós, contra os direitos dos trabalhadores e contra os sindicatos (…) Precisamos lutar e, quando lutamos, vencemos!", completou a secretária-geral da UNI Global Union.
Equidade
No painel "Equidade de direitos para mulheres através da negociação coletiva", foi colocada a necessidade da inclusão de jovens mulheres nas diretorias das entidades sindicais ao redor do mundo; além da missão de combater a pobreza menstrual e lutar pela descriminalização do aborto.
Após o debate, foi realizada uma roda de conversa na qual foram apresentadas experiências bem sucedidas de promoção da equidade de direitos para as mulheres através de negociações coletivas.
#MakeAmazonPay
No último painel do dia, foi apresentada a experiência da organização mundial dos trabalhadores da Amazon na luta por direitos, remuneração justa e melhores condições de trabalho, com a campanha #MakeAmazonPay. A Amazon reconhecidamente age contra o sindicalismo e os direitos dos trabalhadores.
"A Amazon precisa pagar pelos desmandos que foram relatados aqui. Precisa respeitar a organização dos trabalhadores, precisa contratar legalmente, oferecer condições de trabalho, de salário, e não precarizar as relações de trabalho (…) É muito importante apoiar a luta dos trabalhadores da Amazon, que também é a luta dos bancários, contra a precarização e a terceirização", enfatizou a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Neiva Ribeiro, que também foi eleita pelos delegados e delegadas da Conferência a nova vice-presidenta para as Américas da UNI Finanças.
Premiação
A segunda-feira (28) também foi marcada pela entrega dos prêmios UNI Global Union Awards.
As entidades sindicais finlandesas foram premiadas por aumentarem o número de associados e defenderem a negociação coletiva frente aos ataques sem precedentes a liberdade e direitos sindicais em seu país.
O sindicato HTS, de Uganda, foi premiado pelo seu trabalho bem sucedido de organização dos trabalhadores da rede francesa de supermercados Carrefour, que instalou a primeira unidade no país em dezembro de 2019.
A UNI Global Union também reconheceu e premiou o sindicato dos trabalhadores do setor privado de saúde do Nebal (UNIPHIN). O prémio celebra o trabalho incansável do sindicato na defesa dos direitos dos trabalhadores da saúde, de melhores condições de trabalho e da melhoria geral do setor da saúde no Nepal.
Também foi premiada a organização sem fins lucrativos estadunidense Jobs with Justice (JwJ), pelo seu trabalho de vanguarda na luta por salários iguais para iguais funções, condições de trabalho seguras e práticas laborais justas.
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