22/05/2023
Contraf-CUT pede retirada do patrocínio do Santander à La Liga; Sindicato repudia omissão do banco
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) reivindica a retirada do patrocínio do banco Santander à La Liga espanhola, pelos seguidos atos de racismo direcionados ao jogador brasileiro Vinícius Júnior durante o campeonato.
Rita Berlofa, funcionária do Santander e secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, declarou que, “embora o banco já tenha emitido uma nota repudiando qualquer ato de racismo, deveria retirar imediatamente seu patrocínio da liga”. Ela enfatizou que é inaceitável o nome do banco estar associado a atos tão absurdos. Berlofa ainda ressaltou que, “no Brasil, o racismo é considerado crime, e o fato de o Santander patrocinar uma liga envolvida em atos racistas é extremamente preocupante”.
Almir Aguiar, secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, também se manifestou, afirmando que o racismo no futebol espanhol tem se tornado uma mancha no esporte internacional. Almir destacou que, “enquanto a beleza do futebol de Vinícius Júnior encanta uma parcela dos torcedores, outra parte expõe seus sentimentos perversos através de agressões racistas”. O jogador já foi alvo de várias dessas agressões. O secretário elogiou a cobrança feita pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua passagem pelo Japão, ressaltando sua importância e grande repercussão. Ele enfatizou que a Fifa precisa intervir com punições severas e declarou: “Basta de racismo! Todo apoio ao Vinicius Júnior”.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região reforça o posicionamento da Contraf-CUT e se soma ao movimento de indignação em relação aos atos racistas ocorridos na La Liga, destacando a necessidade de medidas mais enérgicas e efetivas para combater o racismo no futebol internacional. As entidades sindicais conclamam o Santander a reconsiderar seu patrocínio à liga espanhola, visando enviar uma mensagem clara de rejeição a quaisquer manifestações discriminatórias.
"É inaceitável que um banco que destaca em suas campanhas publicitárias a promoção da diversidade e igualdade, mantenha o patrocínio ao campeonato espanhol até o final da temporada. Sabemos que quem silencia em casos de violência, compactua com ela. O enfrentamento ao racismo é uma luta ampla que busca não apenas justiça, mas também a construção de uma sociedade fraterna e igualitária, que garanta direitos fundamentais a todas as pessoas. E deve, portanto, ser uma luta empunhada por todos", ressaltou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
Rita Berlofa, funcionária do Santander e secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, declarou que, “embora o banco já tenha emitido uma nota repudiando qualquer ato de racismo, deveria retirar imediatamente seu patrocínio da liga”. Ela enfatizou que é inaceitável o nome do banco estar associado a atos tão absurdos. Berlofa ainda ressaltou que, “no Brasil, o racismo é considerado crime, e o fato de o Santander patrocinar uma liga envolvida em atos racistas é extremamente preocupante”.
Almir Aguiar, secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, também se manifestou, afirmando que o racismo no futebol espanhol tem se tornado uma mancha no esporte internacional. Almir destacou que, “enquanto a beleza do futebol de Vinícius Júnior encanta uma parcela dos torcedores, outra parte expõe seus sentimentos perversos através de agressões racistas”. O jogador já foi alvo de várias dessas agressões. O secretário elogiou a cobrança feita pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua passagem pelo Japão, ressaltando sua importância e grande repercussão. Ele enfatizou que a Fifa precisa intervir com punições severas e declarou: “Basta de racismo! Todo apoio ao Vinicius Júnior”.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região reforça o posicionamento da Contraf-CUT e se soma ao movimento de indignação em relação aos atos racistas ocorridos na La Liga, destacando a necessidade de medidas mais enérgicas e efetivas para combater o racismo no futebol internacional. As entidades sindicais conclamam o Santander a reconsiderar seu patrocínio à liga espanhola, visando enviar uma mensagem clara de rejeição a quaisquer manifestações discriminatórias.
"É inaceitável que um banco que destaca em suas campanhas publicitárias a promoção da diversidade e igualdade, mantenha o patrocínio ao campeonato espanhol até o final da temporada. Sabemos que quem silencia em casos de violência, compactua com ela. O enfrentamento ao racismo é uma luta ampla que busca não apenas justiça, mas também a construção de uma sociedade fraterna e igualitária, que garanta direitos fundamentais a todas as pessoas. E deve, portanto, ser uma luta empunhada por todos", ressaltou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Contraf-CUT e Sindicatos lançam panfleto didático e interativo de como enfrentar atitudes tóxicas e de violência doméstica
- Apoio ao fim da escala 6×1 cresce e chega a 71% dos brasileiros, diz Datafolha
- Mesmo com mercado de trabalho aquecido, bancos eliminam 8,9 mil postos em 2025; mulheres são mais afetadas
- Eleições da Cassi começam nesta sexta-feira (13); associados podem votar por aplicativo, site e terminais do BB
- Pela vida das mulheres: Sindicato mobiliza agências e reforça combate à violência de gênero
- COE Itaú cobra transparência sobre plano de saúde, questiona fechamento de agências e discute renovação do acordo da CCV
- Eleição para o CA da Caixa terá segundo turno. Apoio do Sindicato é para Fabi Uehara
- Banesprev: vem aí um novo equacionamento de déficit para o Plano II
- Resultado do ACT Saúde Caixa: manutenção de valores de mensalidades do plano em 2025 exigiu aporte de R$ 581 mi da Caixa
- Sindicato denuncia fechamento de agência do Bradesco em Ariranha e cobra responsabilidade social do banco
- Votação para representante dos empregados no CA é retomada. Vote Fabi Uehara!
- Baixe aqui as cartilhas de combate à violência de gênero
- Categoria reconhece força e presença dos sindicatos, aponta pesquisa da FETEC-CUT/SP
- Planejamento da FETEC-CUT/SP debate campanha salarial e cenário político de 2026
- Bancárias foram às ruas no 8 de Março contra o feminicídio e a escala 6x1, por soberania e por mais mulheres na política