19/10/2022
Mercantil do Brasil volta a atacar trabalhadores e usuários
Nas últimas semanas, o banco Mercantil do Brasil tem intensificado o assédio moral contra seus funcionários em todo o país, principalmente nas agências e PAAs, com cobranças para vender ou para empurrar produtos para os clientes a qualquer custo.
Além de toda pressão por vendas indesejadas aos clientes, os funcionários também estão aterrorizados com as recentes demissões patrocinadas pelo banco.
Segundo denúncias de funcionários, que não quiserem se identificar para não sofrerem represálias, o clima está péssimo nas agências. Disseram que em algumas unidades, o banco demitiu todos os gerentes e só sobraram os escriturários.
Estão demitindo trabalhadores e terceirizando o atendimento aos aposentados do INSS, com abertura das lojas "Bem Aqui", que é de propriedade do banco e com parcerias com correspondentes bancários.
Para o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio Trigo, a medida reflete o descaso e a incoerência da empresa, que faz marketing sobre compromisso social, mas demonstra frieza ao permitir o assédio moral e ameaças de demissão contra seus funcionários. São situações degradantes, que só trazem sofrimento e medo aos trabalhadores, que são o maior patrimônio da empresa.
O secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo, reforça a cobrança ao banco para que os trabalhadores sejam tratados com a dignidade e o respeito que merecem. "O assédio moral adoece os bancários e destrói vidas. Transforma o ambiente de trabalho em um inferno e isso reflete na qualidade do atendimento à população. Estamos atentos a essa questão e não aceitaremos que trabalhadores sejam pressionados ou desrespeitados no desempenho de suas funções. Mas para que nossa ação seja bem-sucedida, é essencial a participação de todos. Se você for vítima de assédio ou presenciar esse tipo de situação em sua agência, entre em contato imediatamente com o Sindicato", reforça Trigo.
"O Banco Mercantil não pode tratar seus funcionários como se fossem peças descartáveis. O quadro de funcionários das agências e dos PAAs é formado por profissionais que se dedicam diariamente pelo fortalecimento do banco. O problema está na gestão do Mercantil, que não sabe aproveitar o potencial dos trabalhadores e não aplica melhorias nos produtos ofertados aos clientes. Não vamos aceitar demissões em massa", ressalta Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e Coordenador Nacional da Comissão de Organização dos Empregados do Banco.
A ferramenta de prevenção e combate ao assédio é uma conquista dos bancários da Campanha Nacional Unificada 2010. Através dela é possível formular denúncias ao Sindicato sobre atitudes praticadas com o objetivo de pressionar o alcance de metas cada vez mais altas, mediante cobranças constantes, muitas vezes constrangedoras e até humilhantes.
Procure o Sindicato
> Está com um problema no seu local de trabalho ou seu banco não está cumprindo o acordado? CLIQUE AQUI e denuncie. O sigilo é absoluto.
> Você pode entrar em contato diretamente com um de nossos diretores através de seus contatos pessoais. Confira: Roberto Vicentim - (17) 99135-3215, Júlio Trigo - (17) 99191-6750, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony) - (17) 99141-0844, Ricardo Jorge Nassar Júnior - (17) 99137-9897, Sérgio L. De Castro Ribeiro (Chimbica) - (17) 99707-1017, Luiz Eduardo Campolungo - (17) 99136-7822 e Luiz César de Freitas (Alemão) - (11) 99145-5186
> Redes Sociais: nossos canais no Facebook e Instagram estão abertos, compartilhando informações do Sindicato e de interesse da sociedade.
> Quer receber notícias sobre o seu banco? Cadastre-se em nossa linha de transmissão no WhatsApp. Adicione o número (17) 99259-1987 nos seus contatos e envia uma mensagem informando seu nome, banco e cidade em que trabalha.
Além de toda pressão por vendas indesejadas aos clientes, os funcionários também estão aterrorizados com as recentes demissões patrocinadas pelo banco.
Segundo denúncias de funcionários, que não quiserem se identificar para não sofrerem represálias, o clima está péssimo nas agências. Disseram que em algumas unidades, o banco demitiu todos os gerentes e só sobraram os escriturários.
Estão demitindo trabalhadores e terceirizando o atendimento aos aposentados do INSS, com abertura das lojas "Bem Aqui", que é de propriedade do banco e com parcerias com correspondentes bancários.
Para o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio Trigo, a medida reflete o descaso e a incoerência da empresa, que faz marketing sobre compromisso social, mas demonstra frieza ao permitir o assédio moral e ameaças de demissão contra seus funcionários. São situações degradantes, que só trazem sofrimento e medo aos trabalhadores, que são o maior patrimônio da empresa.
O secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo, reforça a cobrança ao banco para que os trabalhadores sejam tratados com a dignidade e o respeito que merecem. "O assédio moral adoece os bancários e destrói vidas. Transforma o ambiente de trabalho em um inferno e isso reflete na qualidade do atendimento à população. Estamos atentos a essa questão e não aceitaremos que trabalhadores sejam pressionados ou desrespeitados no desempenho de suas funções. Mas para que nossa ação seja bem-sucedida, é essencial a participação de todos. Se você for vítima de assédio ou presenciar esse tipo de situação em sua agência, entre em contato imediatamente com o Sindicato", reforça Trigo.
"O Banco Mercantil não pode tratar seus funcionários como se fossem peças descartáveis. O quadro de funcionários das agências e dos PAAs é formado por profissionais que se dedicam diariamente pelo fortalecimento do banco. O problema está na gestão do Mercantil, que não sabe aproveitar o potencial dos trabalhadores e não aplica melhorias nos produtos ofertados aos clientes. Não vamos aceitar demissões em massa", ressalta Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e Coordenador Nacional da Comissão de Organização dos Empregados do Banco.
A ferramenta de prevenção e combate ao assédio é uma conquista dos bancários da Campanha Nacional Unificada 2010. Através dela é possível formular denúncias ao Sindicato sobre atitudes praticadas com o objetivo de pressionar o alcance de metas cada vez mais altas, mediante cobranças constantes, muitas vezes constrangedoras e até humilhantes.
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