13/12/2021
Promoção por mérito: incompetência da direção da Caixa não pode prejudicar empregados
Sete meses. Este é o tempo transcorrido entre o início das cobranças dos representantes dos empregados (CEE) e a instalação, pelos representantes da direção da Caixa, da Comissão Paritária para discutir os critérios para a sistemática da Promoção por Merecimento 2021, prevista no Acordo Coletivo de Trabalho. Este é o tamanho do descaso da Geret, Depes, Viepe e o retrato da administração do presidente Pedro Guimarães.
A situação fica mais grave. Além da clara desídia com um direito previsto pelo Acordo Coletivo de Trabalho consignado entre os empregados e a direção da empresa, o recado que a administração de Pedro Guimarães transmitiu para os empregados é a intransigência: o único critério que aceitam discutir passa pela imposição da GDP, até mesmo para o primeiro delta. A estratégia da direção do banco, aparentemente, foi postergar o início dos debates para tentar criar o “fato consumado” e tentar impor sua condição.
“Se qualquer empregado, assistente, caixa ou gerente, demorasse sete meses para realizar uma ‘entrega’, certamente seria penalizado pela administração do banco. Agora, fazem o inverso para penalizar os empregados: atrasaram o início dos trabalhos da Comissão e tentam empurrar a controversa ‘curva forçada’, que tem caráter claramente punitivo, até mesmo para o primeiro delta”, criticou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
“Pela falta de tempo para se cumprir qualquer critério que seja definido, causada pela administração do presidente Pedro Guimarães, o desfecho mais justo para os empregados é a distribuição de um delta a todos que sejam elegíveis. Os empregados não podem ser penalizados pela desídia da direção, que adiou indefinidamente o início dos debates”, afirmou o membro da Comissão Paritária, André Sardão.
A situação fica mais grave. Além da clara desídia com um direito previsto pelo Acordo Coletivo de Trabalho consignado entre os empregados e a direção da empresa, o recado que a administração de Pedro Guimarães transmitiu para os empregados é a intransigência: o único critério que aceitam discutir passa pela imposição da GDP, até mesmo para o primeiro delta. A estratégia da direção do banco, aparentemente, foi postergar o início dos debates para tentar criar o “fato consumado” e tentar impor sua condição.
“Se qualquer empregado, assistente, caixa ou gerente, demorasse sete meses para realizar uma ‘entrega’, certamente seria penalizado pela administração do banco. Agora, fazem o inverso para penalizar os empregados: atrasaram o início dos trabalhos da Comissão e tentam empurrar a controversa ‘curva forçada’, que tem caráter claramente punitivo, até mesmo para o primeiro delta”, criticou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
“Pela falta de tempo para se cumprir qualquer critério que seja definido, causada pela administração do presidente Pedro Guimarães, o desfecho mais justo para os empregados é a distribuição de um delta a todos que sejam elegíveis. Os empregados não podem ser penalizados pela desídia da direção, que adiou indefinidamente o início dos debates”, afirmou o membro da Comissão Paritária, André Sardão.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria