12/01/2021
Caixa Econômica Federal completa 160 anos na terça (12). Na luta a gente se encontra!
Na próxima terça-feira (12), a Caixa Econômica Federal completa 160 anos de existência e serviços prestados ao desenvolvimento do país e ao povo brasileiro.
Tanto nos momentos de maior valorização do banco público, como foi o período entre 2003 e 2014, quanto em tempos de maior ameaça ao caráter público e a função social da Caixa, como foram anos 1990 e está sendo o atual período, quem sempre fez com que o banco continuasse sendo uma instituição fundamental para os brasileiros foram os seus empregados.
Por isso, o parabéns do Sindicato nestes 160 anos de Caixa vai para os empregados do banco público.
Os empregados são a alma, o coração, as pernas e os braços da Caixa. Mesmo com os ataques aos seus direitos, mesmo com o atual governo jogando contra a Caixa 100% Pública, são eles que constroem diariamente esse banco público tão importante. São eles que defendem a Caixa, fazem a luta pela valorização do seu papel social, que de fato desejam uma Caixa cada vez mais presente na vida dos brasileiros.
A Caixa - que já chegou a ter 101 mil empregados em 2014, atualmente não chega a ter 85 mil.
"A situação é de alerta e exige resistência. A história da Caixa é de um banco que nasceu para estar ao lado dos brasileiros, sobretudo dos mais carentes. E é fundamental que os empregados e toda a sociedade percebam que o que está em jogo é o futuro do país", acrescenta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
"A Caixa 100% pública e social é a que interessa ao Brasil. Deve permanecer forte e lucrativa, atuando nos mais diversos setores da economia, para que continue sendo o banco da casa própria, do FGTS, da poupança, do saneamento básico, da cultura e do esporte, entre outros. Nossa luta também é para que os milhares de bancários e bancárias da Caixa sejam respeitados. Qualquer retrocesso nesse perfil vai beneficiar somente o setor privado, que visa o rentismo, sem qualquer preocupação com o social e a vida dos mais pobres. Defender a Caixa é defender o Brasil", conclama Tony.
Sempre ao lado dos brasileiros
A Caixa - que a partir de 1870 foi o banco que passou a receber depósitos de pessoas escravizadas para que comprassem a alforria - sempre esteve ao lado dos brasileiros, cumprindo um importante papel social enquanto banco público.
É o banco da habitação, do financiamento imobiliário, do FGTS, do Bolsa Família, do repasse de recursos das loterias, da oferta de crédito e financiamento de obras de infraestrutura; do auxílio-emergencial; da presença em cidades e regiões nas quais os bancos privados não tem interesse em atuar.
“A pandemia mostrou, mais uma vez, o quanto a Caixa 100% Pública é fundamental para a população brasileira. Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas, com a falta de planejamento e de respeito por parte do governo federal, os empregados da Caixa deram uma verdadeira lição de comprometimento com o povo brasileiro, garantindo o pagamento do auxílio-emergencial para milhões de pessoas”, enfatiza Dionísio Reis, membro da CEE/Caixa.
Uma marca dos empregados da Caixa é a luta coletiva, seja pelos seus direitos ou então na defesa da Caixa 100% Pública e do seu papel social.
Tanto nos momentos de maior valorização do banco público, como foi o período entre 2003 e 2014, quanto em tempos de maior ameaça ao caráter público e a função social da Caixa, como foram anos 1990 e está sendo o atual período, quem sempre fez com que o banco continuasse sendo uma instituição fundamental para os brasileiros foram os seus empregados.
Por isso, o parabéns do Sindicato nestes 160 anos de Caixa vai para os empregados do banco público.
Os empregados são a alma, o coração, as pernas e os braços da Caixa. Mesmo com os ataques aos seus direitos, mesmo com o atual governo jogando contra a Caixa 100% Pública, são eles que constroem diariamente esse banco público tão importante. São eles que defendem a Caixa, fazem a luta pela valorização do seu papel social, que de fato desejam uma Caixa cada vez mais presente na vida dos brasileiros.
A Caixa - que já chegou a ter 101 mil empregados em 2014, atualmente não chega a ter 85 mil.
"A situação é de alerta e exige resistência. A história da Caixa é de um banco que nasceu para estar ao lado dos brasileiros, sobretudo dos mais carentes. E é fundamental que os empregados e toda a sociedade percebam que o que está em jogo é o futuro do país", acrescenta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
"A Caixa 100% pública e social é a que interessa ao Brasil. Deve permanecer forte e lucrativa, atuando nos mais diversos setores da economia, para que continue sendo o banco da casa própria, do FGTS, da poupança, do saneamento básico, da cultura e do esporte, entre outros. Nossa luta também é para que os milhares de bancários e bancárias da Caixa sejam respeitados. Qualquer retrocesso nesse perfil vai beneficiar somente o setor privado, que visa o rentismo, sem qualquer preocupação com o social e a vida dos mais pobres. Defender a Caixa é defender o Brasil", conclama Tony.
Sempre ao lado dos brasileiros
A Caixa - que a partir de 1870 foi o banco que passou a receber depósitos de pessoas escravizadas para que comprassem a alforria - sempre esteve ao lado dos brasileiros, cumprindo um importante papel social enquanto banco público.
É o banco da habitação, do financiamento imobiliário, do FGTS, do Bolsa Família, do repasse de recursos das loterias, da oferta de crédito e financiamento de obras de infraestrutura; do auxílio-emergencial; da presença em cidades e regiões nas quais os bancos privados não tem interesse em atuar.
“A pandemia mostrou, mais uma vez, o quanto a Caixa 100% Pública é fundamental para a população brasileira. Mesmo com todas as dificuldades enfrentadas, com a falta de planejamento e de respeito por parte do governo federal, os empregados da Caixa deram uma verdadeira lição de comprometimento com o povo brasileiro, garantindo o pagamento do auxílio-emergencial para milhões de pessoas”, enfatiza Dionísio Reis, membro da CEE/Caixa.
Uma marca dos empregados da Caixa é a luta coletiva, seja pelos seus direitos ou então na defesa da Caixa 100% Pública e do seu papel social.
Em 1971, em plena ditadura, os empregados da Caixa criaram a Fenae (Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal) e as Apcef (Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal), unificando a luta dos trabalhadores do banco público de todo o país. Já em 1985, os empregados aprovam uma greve de 24 horas, que resulta na conquista da condição de bancários e na jornada de 6 horas.
Hoje não é diferente. Diante de um governo extremamente neoliberal, privatista, que pretende fatiar e vender o banco aos pedaços, os empregados estão na linha de frente da luta em defesa da Caixa 100% Pública, barrando as investidas contra o banco público e contra seus direitos e empregos. Essas lutas são indissociáveis, caminham juntas.
Na próxima terça, nos 160 anos da Caixa, nossa comemoração será aquela com a qual estamos acostumados e valorizamos: a luta. Estaremos nas redes e ruas, respeitando as medidas de distanciamento social, defendendo os direitos e empregos dos trabalhadores; a Caixa 100% Pública; o fortalecimento do papel social do banco; por mais contratações. É na luta que a gente se encontra e, juntos, somos mais fortes.
Hoje não é diferente. Diante de um governo extremamente neoliberal, privatista, que pretende fatiar e vender o banco aos pedaços, os empregados estão na linha de frente da luta em defesa da Caixa 100% Pública, barrando as investidas contra o banco público e contra seus direitos e empregos. Essas lutas são indissociáveis, caminham juntas.
Na próxima terça, nos 160 anos da Caixa, nossa comemoração será aquela com a qual estamos acostumados e valorizamos: a luta. Estaremos nas redes e ruas, respeitando as medidas de distanciamento social, defendendo os direitos e empregos dos trabalhadores; a Caixa 100% Pública; o fortalecimento do papel social do banco; por mais contratações. É na luta que a gente se encontra e, juntos, somos mais fortes.
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