27/04/2026
Em reunião com presidente do banco, movimento sindical cobra transparência e revisão de critérios do Bônus Caixa e Super Caixa
O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, esteve reunido com o presidente do banco, Carlos Vieira, na última sexta-feira (24), para cobrar mais transparência e revisão dos critérios adotados no pagamento do Bônus Caixa e do programa SuperCaixa.
O encontro contou com a participação da representante dos empregados no Conselho de Administração do banco, Fabiana Uehara; a diretora da Apcef/SP, Fernanda dos Anjos e do diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Guilherme Simões. Pela Caixa, além de Vieira, participaram a Assessora Estratégica da Presidência, Salete Cavalcanti; a Vice-Presidente de Pessoas (Vipes), Adriana Velloso e o representante da Vice-Presidência de Varejo (Vivar), Hugo Kaneshiro.
Os representantes dos empregados apresentaram relatos de empregados que apontam inconsistências nos critérios de avaliação e pagamento dos programas, além de situações em que trabalhadores se sentiram prejudicados ou não contemplados.
Sergio Takemoto reforçou que a atuação das entidades é uma resposta direta às demandas dos empregados e defendeu que os programas sejam debatidos de forma coletiva. “Não dá para aceitar que a Caixa imponha, de forma unilateral, critérios de pagamento e avaliação. Queremos transparência, critérios justos e, principalmente, participação das entidades representativas na construção desses programas”, afirmou.
O presidente da Fenae também ressaltou que o papel das entidades não substitui a mesa formal de negociação. “Não estamos aqui para substituir a mesa de negociação. O que queremos é qualificar o debate e garantir que tudo aquilo que impacta os empregados seja discutido com suas representações legítimas”, completou.
Para Fabiana Uehara, a principal cobrança é por critérios objetivos e comunicação mais transparente. “Falta um parâmetro claro. Quando isso não existe, a expectativa dos empregados é frustrada. Precisamos entender quais são os critérios, como são feitas as avaliações e por que há casos de pessoas que não receberam o bônus”, pontuou a representante dos empregados no CA do banco. Ela também destacou a importância de a empresa dar retorno estruturado às agências e aos trabalhadores sobre os resultados dos programas.
Os questionamentos levados pela representação refletem um sentimento generalizado na base, como destacou a presidenta da Agecef/SP, Fernanda dos Anjos. “Levamos vários casos recebidos por meio de grupos, e-mails e chamados abertos. São situações em que os empregados não perceberam justiça ou clareza nos critérios adotados”, afirmou. Ela destacou ainda que há uma percepção de tratamento distinto entre o Bônus Caixa e o Super Caixa, o que tem gerado dúvidas e frustração entre os trabalhadores.
Um dos encaminhamentos da reunião foi a retomada do grupo de trabalho que vinha analisando casos relacionados ao Super Caixa, especialmente aqueles que tiveram contestação ou não receberam o pagamento. A Caixa também sinalizou a possibilidade de reavaliar o programa ainda este ano.
A direção da Caixa reconheceu a necessidade de avançar no diálogo e indicou a criação de um fórum permanente para tratar do tema, além da retomada do grupo de trabalho. O presidente Carlos Vieira afirmou que o banco está em processo de ajuste das métricas e que o objetivo é corrigir distorções.
O encontro contou com a participação da representante dos empregados no Conselho de Administração do banco, Fabiana Uehara; a diretora da Apcef/SP, Fernanda dos Anjos e do diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Guilherme Simões. Pela Caixa, além de Vieira, participaram a Assessora Estratégica da Presidência, Salete Cavalcanti; a Vice-Presidente de Pessoas (Vipes), Adriana Velloso e o representante da Vice-Presidência de Varejo (Vivar), Hugo Kaneshiro.
Os representantes dos empregados apresentaram relatos de empregados que apontam inconsistências nos critérios de avaliação e pagamento dos programas, além de situações em que trabalhadores se sentiram prejudicados ou não contemplados.
Sergio Takemoto reforçou que a atuação das entidades é uma resposta direta às demandas dos empregados e defendeu que os programas sejam debatidos de forma coletiva. “Não dá para aceitar que a Caixa imponha, de forma unilateral, critérios de pagamento e avaliação. Queremos transparência, critérios justos e, principalmente, participação das entidades representativas na construção desses programas”, afirmou.
O presidente da Fenae também ressaltou que o papel das entidades não substitui a mesa formal de negociação. “Não estamos aqui para substituir a mesa de negociação. O que queremos é qualificar o debate e garantir que tudo aquilo que impacta os empregados seja discutido com suas representações legítimas”, completou.
Para Fabiana Uehara, a principal cobrança é por critérios objetivos e comunicação mais transparente. “Falta um parâmetro claro. Quando isso não existe, a expectativa dos empregados é frustrada. Precisamos entender quais são os critérios, como são feitas as avaliações e por que há casos de pessoas que não receberam o bônus”, pontuou a representante dos empregados no CA do banco. Ela também destacou a importância de a empresa dar retorno estruturado às agências e aos trabalhadores sobre os resultados dos programas.
Os questionamentos levados pela representação refletem um sentimento generalizado na base, como destacou a presidenta da Agecef/SP, Fernanda dos Anjos. “Levamos vários casos recebidos por meio de grupos, e-mails e chamados abertos. São situações em que os empregados não perceberam justiça ou clareza nos critérios adotados”, afirmou. Ela destacou ainda que há uma percepção de tratamento distinto entre o Bônus Caixa e o Super Caixa, o que tem gerado dúvidas e frustração entre os trabalhadores.
Um dos encaminhamentos da reunião foi a retomada do grupo de trabalho que vinha analisando casos relacionados ao Super Caixa, especialmente aqueles que tiveram contestação ou não receberam o pagamento. A Caixa também sinalizou a possibilidade de reavaliar o programa ainda este ano.
A direção da Caixa reconheceu a necessidade de avançar no diálogo e indicou a criação de um fórum permanente para tratar do tema, além da retomada do grupo de trabalho. O presidente Carlos Vieira afirmou que o banco está em processo de ajuste das métricas e que o objetivo é corrigir distorções.
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