12/07/2018
Terrorismo: Suspensão dos planos Cassi é divulgada de maneira descontextualizada

Começou a circular um post no WhatsApp e Facebook informando, de forma descontextualizada, a suspensão dos planos Cassi Associados e Cassi Funcionário pela ANS (Agência Nacional de Saúde) devido a não adequação do plano de saúde às resoluções da CGPAR. O texto, entretanto, não informa que a suspensão aplica-se apenas para a comercialização de novos planos, algo que a Cassi nunca fez.
O post, divulgado de forma descontextualizada, induz o leitor a acreditar que os planos não podem mais funcionar, o que de forma alguma é verdade. Esse tipo de suspensão sempre ocorreu e só afeta a venda de novos planos, o que não afeta em nada a Cassi, já que a caixa de assistência não é um plano comercial. Os planos continuam funcionando normalmente. Quanto a não adequação às resoluções da CGPAR, extremamente danosas aos associados, no entendimento do movimento sindical elas não constituem ordenação jurídica e, portanto, não possuem força legal. As entidades representativas dos trabalhadores são frontalmente contra a aplicação dessas medidas e irá lutar para revogá-las.
O integrante da Comissão de Organização dos Empregados do BB, João Fukunaga, enfatiza que a desinformação provocada pelo post gera pânico entre os associados da Cassi e corrobora com os interesses do Banco do Brasil, que apresentou proposta que retira direitos e onera os associados da caixa de assistência.
“Esse tipo de publicação tem carácter populista e visa pressionar por uma tomada de decisão precipitada sobre a proposta do banco para o déficit da Cassi, extremamente prejudicial para os associados e inócua em relação à sustentabilidade da nossa caixa de assistência. Somada a isso, a omissão do banco e dos diretores eleitos na Cassi em esclarecer os fatos evidencia a estratégia de gerar pânico entre os associados, de forma que aceitem como única solução uma proposta que retira direitos e joga toda a conta do déficit nas costas dos mesmos. Um verdadeiro terrorismo”, critica João.
O dirigente cobra que o banco respeite os associados e o rito negocial. “Ao invés de se omitir e até estimular esse terrorismo midiático nas redes sociais, o Banco do Brasil deveria respeitar a via negocial com os sindicatos e demais entidades representativas do funcionalismo do BB. Mesmo que um dos atuais diretores eleitos já tenha dado diversas provas de que está mais comprometido com os interesses do banco do que com os associados que o elegeram, o movimento sindical, na sua missão de defender os trabalhadores, não vai permitir que uma proposta danosa passe por meio dessa estratégia absurda de gerar um clima de pânico totalmente despropositado”, conclui João.
O post, divulgado de forma descontextualizada, induz o leitor a acreditar que os planos não podem mais funcionar, o que de forma alguma é verdade. Esse tipo de suspensão sempre ocorreu e só afeta a venda de novos planos, o que não afeta em nada a Cassi, já que a caixa de assistência não é um plano comercial. Os planos continuam funcionando normalmente. Quanto a não adequação às resoluções da CGPAR, extremamente danosas aos associados, no entendimento do movimento sindical elas não constituem ordenação jurídica e, portanto, não possuem força legal. As entidades representativas dos trabalhadores são frontalmente contra a aplicação dessas medidas e irá lutar para revogá-las.
O integrante da Comissão de Organização dos Empregados do BB, João Fukunaga, enfatiza que a desinformação provocada pelo post gera pânico entre os associados da Cassi e corrobora com os interesses do Banco do Brasil, que apresentou proposta que retira direitos e onera os associados da caixa de assistência.
“Esse tipo de publicação tem carácter populista e visa pressionar por uma tomada de decisão precipitada sobre a proposta do banco para o déficit da Cassi, extremamente prejudicial para os associados e inócua em relação à sustentabilidade da nossa caixa de assistência. Somada a isso, a omissão do banco e dos diretores eleitos na Cassi em esclarecer os fatos evidencia a estratégia de gerar pânico entre os associados, de forma que aceitem como única solução uma proposta que retira direitos e joga toda a conta do déficit nas costas dos mesmos. Um verdadeiro terrorismo”, critica João.
O dirigente cobra que o banco respeite os associados e o rito negocial. “Ao invés de se omitir e até estimular esse terrorismo midiático nas redes sociais, o Banco do Brasil deveria respeitar a via negocial com os sindicatos e demais entidades representativas do funcionalismo do BB. Mesmo que um dos atuais diretores eleitos já tenha dado diversas provas de que está mais comprometido com os interesses do banco do que com os associados que o elegeram, o movimento sindical, na sua missão de defender os trabalhadores, não vai permitir que uma proposta danosa passe por meio dessa estratégia absurda de gerar um clima de pânico totalmente despropositado”, conclui João.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Em assembleia, bancários do Mercantil aprovam renovação do acordo de PLR
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- INSS alerta para golpes que usam informação falsa sobre biometria
- Consumo de alimentos cresce após proibição das bets no país, diz Abras
- Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta (30)
- COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo
- Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento
- Itaú anuncia compra de startup de inteligência artificial por R$ 2,925 bilhões
- Bradesco lucra R$ 20,9 bilhões e fecha 3,2 mil postos de trabalho bancário em um ano
- Sindicato convoca bancários do Mercantil para deliberar ACT da PLR. Confira o edital
- NOTA DE PESAR: Rosângela de Farias Silva Lorenzetti
- A esperança venceu com a energia das ruas para construir o futuro
- Nota de Pesar: Sindicato dos Bancários de Catanduva e região lamenta a morte de Maria Heloísa Pereira Marcos
- "Tesouraço" de Flávio eliminaria até 2,2 milhões de empregos e impactaria PIB negativamente em 1,55%, diz Dieese