17/05/2018
Caixa inova e reduz horário de atendimento para “solucionar” falta de empregados

A criatividade não tem limites. Depois de fechar durante o horário do almoço, a Caixa inova e inventa mais uma maneira de “solucionar” o problema da falta de empregados, reduzindo o horário de atendimento até 13 horas. A atitude foi constatada em uma agência da Caixa na Baixada Santista.
O cenário encontrado na região foi de poucos empregados e orientação para restringir o acesso à agência para atendimento presencial.
“A situação observada é consequência da política de desmonte do banco, promovida por meio de programas de desligamento. Sem a devida reposição de pessoal, os empregados recorrem muitas vezes a atitudes extremas, evidenciando o quadro desesperador pelo qual passam as agências de todo o país. O caso ocorreu na Baixada Santista, mas pode não ser um exemplo isolado, comentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
A Caixa passa por um momento bastante delicado em sua história, com ataques intensos por parte do governo. Programas de demissões reduziram a quantidade de trabalhadores assustadoramente, com pelo menos 8 mil desligamentos nos últimos meses e nenhuma contratação, o que precariza o serviço oferecido à população, principalmente o atendimento social.
O resultado dessas tentativas de resolver localmente um problema fruto da política do governo e da direção da empresa é desastroso: no momento em que é necessário engajamento da sociedade para preservar a Caixa como agente executora de políticas públicas, a população acaba sendo prejudicada e se voltando contra a instituição.
A política do atual governo resulta em péssimo atendimento aos clientes, filas imensas, aumento da sobrecarga de trabalho e adoecimento de toda a categoria bancária.
“A Caixa precisa de políticas que promovam o seu fortalecimento, retomando seu importante papel social no desenvolvimento do país. Isso não se dá através da produção de megaeventos, mas sim observando as necessidades da população e dos trabalhadores”, finalizou Tony.
A APCEF/SP enviou ofício à SR Baixada Santista questionando as medidas adotadas para solucionar o problema de falta de trabalhadores na região.
Denuncie – Empregados que estejam trabalhando em condições precárias podem denunciar anonimamente ao Sindicato através da ferramenta Denuncie, no site da entidade, ou pelo telefone (17) 99259-1987.
O cenário encontrado na região foi de poucos empregados e orientação para restringir o acesso à agência para atendimento presencial.
“A situação observada é consequência da política de desmonte do banco, promovida por meio de programas de desligamento. Sem a devida reposição de pessoal, os empregados recorrem muitas vezes a atitudes extremas, evidenciando o quadro desesperador pelo qual passam as agências de todo o país. O caso ocorreu na Baixada Santista, mas pode não ser um exemplo isolado, comentou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região e da Apcef/SP, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
A Caixa passa por um momento bastante delicado em sua história, com ataques intensos por parte do governo. Programas de demissões reduziram a quantidade de trabalhadores assustadoramente, com pelo menos 8 mil desligamentos nos últimos meses e nenhuma contratação, o que precariza o serviço oferecido à população, principalmente o atendimento social.
O resultado dessas tentativas de resolver localmente um problema fruto da política do governo e da direção da empresa é desastroso: no momento em que é necessário engajamento da sociedade para preservar a Caixa como agente executora de políticas públicas, a população acaba sendo prejudicada e se voltando contra a instituição.
A política do atual governo resulta em péssimo atendimento aos clientes, filas imensas, aumento da sobrecarga de trabalho e adoecimento de toda a categoria bancária.
“A Caixa precisa de políticas que promovam o seu fortalecimento, retomando seu importante papel social no desenvolvimento do país. Isso não se dá através da produção de megaeventos, mas sim observando as necessidades da população e dos trabalhadores”, finalizou Tony.
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